Desaparecida em combate

a culpa foi do homem lol

no meio de tanto anime da treta que ele se põe a ver, houve um que me agarrou ao fim de 5 minutos - sem exagero! conto pelos dedos de uma mão as vezes que isto aconteceu.

primeiro foi binge watching dos 47 episódios da série. a seguir, os 2 live actions. e depois precisei de closure e comecei a ler o manga, do ponto em que o anime ficou pendurado.. 42 capítulos, de 84 no total. no fim não tive o closure que precisava, porque o manga entrou em hiatus por tempo indeterminado.. mas as coisas até ficaram nuns termos fixes. slice of life na sua essência mais pura, uma autêntica novela mexicana, com um enredo tricotado de forma soberba, e uma narrativa tão invulgarmente frontal e crua, que às vezes até ficava a bater mal lol

e assim se passaram duas semanas. apesar da pilha gigantesca que deixei acumular de posts para escrever, e fotos para editar.. i regret nothing!

24 de Maio de 2017, às 01:27link do post comentar

Cenas

a minha capacidade para fazer conversa de circunstância é uma tragédia. podia dizer que está a piorar com a idade, mas a verdade é que já nem me esforço. é um daqueles detalhes da minha pessoa que já desisti de tentar dar a volta, mais vale aceitar que para certas coisas, simplesmente não funciono.

conheço os mecanismos do processo, mas se não tiver à-vontade com as pessoas, instala-se um desconforto que me baralha os circuitos todos, e a coisa descarrila com muita facilidade.

é um dos motivos que me faz evitar situações sociais. mas existem algumas situações que não dá para fugir, tipo quando vou ao cabeleireiro ou à esteticista. se fosse com frequência, o à-vontade era capaz de surgir naturalmente, e ao fim de algum tempo já conseguia entrar no ritmo da tagarelice. mas à cabeleireira, apesar de ser sempre a mesma pessoa que me corta o cabelo, a mim e ao homem, só lá ponho os pés uma vez por ano.. à esteticista vou mais vezes, mas calham-me sempre pessoas diferentes. elas até tentam puxar por mim, mas a coisa acaba sempre com silêncios constrangedores. desculpem lá, mas quando estou a ser torturada, a última coisa que tenho é humor para conversar.. admito que aquilo é um trabalho chato e a conversa distrai, e até faz parte.. mas para mim é muito complicado.

esta lengalenga toda porque hoje calhou-me uma esteticista espanhola, que parecia tão interessada em conversar quanto eu. podia ter feito um esforço para quebrar o gelo, assunto não faltava. ter-lhe-ia perguntado de onde vem, e há quanto tempo está cá, e se gosta do país, das pessoas, da comida, se pensa ficar muito tempo ou se é nómada e vai arranjando uns gigs pelo mundo fora..

podia, mas eu sou assim e não há nada a fazer ¯\_(ツ)_/¯

    5 de Maio de 2017, às 23:10link do post comentar ver comentários (1)

    Cum caneco

    hoje ao pequeno-almoço, as duas velhotas sentadas na mesa ao lado estavam com uma conversa tão pesada e deprimente, que já estávamos a ficar os dois nervosos..

    sobre a velhice, sobre as limitações da idade, sobre estar quase a chegar a hora delas, e sobre pessoas que estavam doentes, e pessoas que tinham morrido, algumas muito novas. entretanto a conversa resvalou para animais de estimação.. uma dizia que tudo lhe fazia pena, especialmente os animais abandonados, e que lhe dava uma grande pena de quando ia à terrinha ver os animais cheios de fome, e que lhes dava comida, mas que até já evitava ir lá para não ver aquilo. outra a dizer que o filho vai ter que abandonar os dois gatos, porque juntou-se com a namorada, que é alérgica e não os quer por perto, e a dizer que ela própria tinha uma cadelinha, e que só pedia à família que não a abandonassem quando chegasse a hora dela.. FFFUUUUUU...

    meteu logo um humor pouco fixe pela manhã..

    como o universo é um granda troll, ao jantar, a cena repetiu-se. só que ainda mais hardcore. dois casais de velhotes, na mesa atrás, nada preocupados com o volume da voz, ou se incomodavam alguém com a conversa.. again a velhice, as limitações, as doenças esquisitas, familiares e conhecidos que morreram repentinamente, outros que se suicidaram, mais doenças esquisitas.. foda-se pá!! é mesmo o tipo de conversa que eu gosto de ouvir ao jantar, não me bastava já o episódio ao pequeno-almoço..

    eu, que fico doente só de pensar na velhice, a ouvir estas coisas ainda me dá uma coisa má XP

      5 de Maio de 2017, às 00:30link do post comentar ver comentários (3)

      Sacana do furacão

      há uns anos compramos um kit de limpeza para as máquinas fotográficas, onde vinha incluído um soprador. soprador esse que levou um sumiço pouco tempo depois..

      visto que se tinha tornado numa das obcessões do furas (e quando ele metia uma coisa na cabeça, era imparável), tínhamos uma ideia de onde poderia estar escondido, mas não conseguiamos lá chegar - o interior da chaise longue!

      o furas tinha dois esconderijos, o sommier e a chaise longue, e uma das suas actividades favoritas, era acartar com os seus "tesouros" entre as duas localizações. por "tesouros" entenda-se, tudo o que o sacana do ladrãozeco encontrasse pela frente e conseguisse deitar a fateixa..
      T-U-D-O!! como daquela vez em que não sabíamos o que era feito dos frascos das amostras, e ele tinha levado para dentro da cama.. basicamente, se não estava a dormir, andava a carregar cenas. e quando não encontrava nada novo para roubar, dedicava-se a transportar o seu vasto espólio de um lado pro outro. passava horas nisto, era um fartote.

      quando há umas semanas estávamos no processo de enviar o sofá para o criador, porque a humidade deu cabo dele e não estava em condições de ser vendido ou doado, o homem não quis deixá-lo ir sem antes esventrar a chaise longue, e ver que tesouros nela estavam encerrados há mais de cinco anos.

      sacos de plástico, meias, uma bolsa de telemóvel que em tempos já tinha tentado mandar para o lixo mas ele foi lá resgatá-la, palmilhas que arrancava dos sapatos, brinquedos, dardos da nerf, comida podre.. e o soprador! 



      (quem foi que veio picar cebolas aqui pró pé da gente, quem foi??)

      se o saco dos frascos das amostras tivesse passado pelo buraco que ele lá cavou, só agora é que tínhamos desfeito o mistério :D

      das muitas características que os furões têm, esta é de longe a mais engraçada. os furões gostam dos seus "tesouros", e dedicam grande parte dos seus dias a mantê-los. e ficam furiosos quando mexemos neles he he he

      tantas saudades deste bixo...

      4 de Maio de 2017, às 21:10link do post comentar ver comentários (3)

      Abril, Abril

      este ano foste assim, a modos que bruto.. sinto que não parei um segundo..

      entre trabalho a dar cum pau, que no meu caso não foi tão intenso, mas o homem nem tempo para se coçar tem tido;

      escapadelas programadas (a da páscoa, que mete a feira do folar de barão de são joão, e eu não falho nem que chovam picaretas - se bem que este ano não a achei tão famosa quanto nos anos anteriores), e não programadas, como o passeio a monsaraz e o do fim-de-semana passado, à beira baixa, bater um cantinho do país que ainda não conhecíamos;

      tratar de um assunto pendente que já devia estar encerrado òzanos, e que ainda consumiu uma certa energia e tempo.. e uma certa carga emocional inesperada;

      mais as despesas massivas com o carro, e com as burocracias do costume.. e fiz uma compra que andava há mais de cinco anos para decidir-me;

      pelo caminho apanhei uma febre qualquer que me meteu a ouvir música psicadélica como se não houvesse amanhã. acho que a culpa foi dos ganso.. comecei pelos clássicos, só que a fome era tanta que comecei a vasculhar os sítios mais recônditos do spotify à procura de coisas mais recentes, e apesar de ter ouvidos esquisitos c'mó caraças, fiz uns achados interessantes;

      as séries da mid season, que terminaram e deixaram-me a morrer de saudades.. mas a summer season não tarda está aí a rebentar, com regressos muito esperados. pena que algumas que pertenciam a esta época foram chutadas para setembro/outubro buáááááá;

      o regresso à rotina dos transportes públicos, e do tempo derretido em esperas, e do serviço asqueroso que a carris presta, e das pessoas mal-cheirosas e rudes (tenho medo de andar nos autocarros sozinha, a sério que tenho).. só não me tenho chateado mais porque ganhei um *certo* trauma levar o carro para o bairro alto, até fico com tremeliques só de pensar nisso lol (remédio santo);

      e de tentar equilibrar os horários, mas as noites mal dormidas graças ao cansaço / calor / gato (ou a um combo fatal dos três) sabotam-me os esforços;

      com tanta agitação, nem dei pelo mês passar.. mas até isso já nem estranho, também não dei por janeiro, nem fevereiro, nem março, e daqui a nada estamos no fim do ano outra vez XP

      2 de Maio de 2017, às 21:30link do post comentar ver comentários (9)(1)

      Mistérios do Universo... IV

      porqué que raio quanto tenho mais coisas tenho para deixar registadas, para não me esquecer delas, é precisamente quando tenho menos vontade de escrever?

      24 de Abril de 2017, às 22:32link do post comentar ver comentários (1)

      Lá malucos...

      ...somos nós, acabadinhos de chegar da nite!

      er.. wtf?! mas quem é que chega da nite às duas da manhã, a nite começa às duas da manhã!!

      ah poizé, já não temos idade para estas merdas.. isto na terceira idade já pesa nos ossos que não é brincadeira :/

      mas pronto, tivemos enfiados num antro ali debaixo da rua do alecrim, no meio de um mar de putos com demasiada energia, a assistir ao lançamento do primeiro álbum completo dos ganso, uma banda portuguesa muita marada, que se apresentaram em palco, de boxers e kimonos :D

      eis uma coisa rara de ser ler por aqui, nós a curtir música tuga.. mas é verdade. descobrimos estes moços há uns tempos, ficaram no ouvido porque têm um som com um feel muito antigo, muito psicadélico, que invoca os primórdios dos pink floyd, e dos doors, assim como um cheirinho ao rock português dos anos 80. também podia dizer que têm notas a AIR e a tame impala, mas isso já são as minhas papilas gustativas a mandar palpites.

      o álbum novo tá fixe, mas é no EP que estão as músicas mais épicas. tive receio que não tocassem nenhuma, mas tocaram todas YAY. não fiquei desiludida não senhora. nem eu nem o resto da malta, quando vinha uma dessas, era com cada moche e gente a rebolar por cima das cabeças que temi pela vida. acabei por me afastar para as margens, mas o homem aguentou-se estoicamente em frente ao palco, nem sei como, que aquilo era agressivo lol

      14 de Abril de 2017, às 02:00link do post comentar ver comentários (1)

      Lost in... Monsaraz II

      andava mortinha de saudades de monsaraz e do alqueva. estivemos lá pela primeira vez em 2012 e fiquei apaixonada por aquela zona. desde então que ando sempre a dizer que temos que voltar. mas é daqueles passeios que está sempre a ser adiado por razões que nem percebo.. fica apenas a duas horas de lisboa de carro, é que nem há desculpas.

      depois de três fins-de-semana de bom tempo desperdiçados, decidi que este domingo era um bom dia para irmos até lá, matar saudades e aproveitar a primavera no alentejo, que é absolutamente deslumbrante.

      sem grandes planos, saímos por volta das 10, e ao meio dia estávamos a chegar às margens do grande lago. o dia estava fantástico, monsaraz reluzia no alto do monte e o alqueva era um espelho. 

      assim que saímos do carro, e inspiramos aquele ar puro, e absorvemos aquela calmaria das planícies alentejanas, desligamos o turbo. passamos o dia na maior das descontracções, entre a pacata vila medieval e o grande lago.




      monsaraz tem das vistas mais bonitas sobre a paisagem do interior alentejano que os meus olhos já tiveram o privilégio de registar. desta vez apanhamos tudo pintado em tons de verde. gosto muito, muito do alentejo dourado, mas em verde não se fica nada atrás.



      em vez de nos fecharmos no carro e conduzir a tarde toda junto ao lago, escolhemos um spot fixe para estacionar juntinho à margem, e lá ficamos o resto da tarde, até quase ao por do sol.



      foi um dia simples e absolutamente perfeito. acho que pela primeira vez em muito tempo, consegui ter a sensação que um dia rendeu. passeamos nas calmas, almoçamos nas calmas, estivemos horas na ronha junto à agua. sem pressas, sem stresses, apenas a aproveitar o cenário. tão bom!!

      a próxima visita é capaz de não demorar tantos anos a acontecer porque fiquei curiosa com o observatório do lago alqueva. não fazia ideia que tinham instalado um observatório astronómico na reserva dark sky.. e agora tenho que ir lá meter o bedelho :D

      o resto das fotos do passeio está no sítio do costume

      Cenas de gatos

      sempre quis ter um gatinho com pêlo comprido. acho-os super hiper ultra mega fofos. um gatinho de pêlo comprido olha para mim, e eu morri instantaneamente. não existem muitas sensações que superem a de enterrar os dedos no coiro dum gatinho farfalhudo. um gatinho de pêlo comprido faz de mim sapato.

      mas gostava de ter tido umas luzes sobre aquilo que me esperava.

      por exemplo, que havia a possibilidade de ser alérgica ao pêlo do gatinho, porque nunca tive nenhum com pêlo comprido (tem muito mais superficie para largar saliva), que ainda por cima passasse tanto tempo fechado em casa.

      e que por mais vezes ao dia aspire, ou que por mais quilómetros de papel peganhento use, está sempre tudo. coberto. de. pêlo!!

      também gostava de ter sido preparada para a eventualidade de ter que puxar tarolos que ficam presos a meio da saída, e que deixam o gatinho aos berros pela casa, aflito porque não consegue ver-se livre daquilo pelos próprios meios. e os humanos arriscam a vida para lhe puxar aquilo para fora, porque apesar de estar aflito, o gatinho não facilita NADA a tarefa de desentupimento.

      fora os picassos desenhados a "giz castanho" que encontro no chão branco da casa, porque o gatinho não tinha ninguém para ajudá-lo e andou a raspar o cú pelo chão, para se libertar do tarolo.

      (suspeito que estes são os horrores que ninguém gosta de contar, para não quebrar a magia dos gatinhos de pêlo comprido)

      e que há alturas do ano em que o gatinho de pêlo comprido larga quantidades realmente absurdas de pêlo, as meias estações. 

      isto do pêlo podia ser um não-problema.. se eu tivesse um gatinho atinado. mas não tenho,

      o meu gatinho ODEIA ser escovado. já experimentei três tipos diferentes de escovas e o resultado é sempre o mesmo, dois humanos adultos enervados, com os braços todos esquartejados, e um diabo da tasmânia - perdão, um gato furioso, a bufar por todos os lados.

      o meu gatinho ODEIA malte. malte só forçando, com ajuda de uma seringa, e é uma tourada à mesma. isto não é fixe quando o dito gatinho está sob uma dieta de malte três vezes por semana, por ordem do vet, porque vomita charutos de pêlo com muita frequência, e às vezes fica meio grogue e prega-nos sustos.

      o meu gatinho ACHA que as ervas que eu lhe compro são para ele praticar os seus dotes de jardinagem - muito maus, por sinal.. pois dá cabo da plantação em menos de nada, e nem prova o raio das ervas.

      e o pêlo do meu gatinho nem sequer é comprido, é semi-comprido.. isto faz-me pensar seriamente se gatinhos com pêlo realmente longo, como estes dois, são para mim..

      não são, pois não?

      11 de Abril de 2017, às 13:18link do post comentar ver comentários (8)

      Ai cascas, cascas...

      que me levas à falência...

      eu não disse que tava com um mau pressentimento, quando fomos deixar o cascas na revisão na semana passada?

      uns dias antes de lá ir, começou a fazer um barulho esquisitóide, e os meus ouvidos não gostaram. se há som que eu conheço bem é o ronco saudável do meu cascas, e aquele som não me pareceu bom.

      a juntar à válvula da marcha atrás (yay finalmente tenho os meus sensores de volta e vou deixar de estacionar como uma selvagem), aos discos e pastilhas dos travões, aos óleos e outros líquidos, aos muitos filtros, tubos, peças e pecinhas, afinações, e verificações, levou um compressor do a/c novo.. a factura da revisão são 5 páginas.. e a estalada foi ainda maior do que aquela em que mudou a correia de distribuição..

      até fico mal-disposta só de pensar naquele número de euros que voou da minha conta em segundos :P

      (ninguém te manda fazer as revisões na marca, onde os mecânicos são extra zelosos e não deixam escapar nada, e tu nem estrabuchas porque tens muito amor e carinho pelo carrinho)

      e tenho cá para mim que isto é apenas o início.. tá a ficar velhote, é natural que comece a dar mais despesa daqui prá frente.. e este ano ainda falta o iuc, a inspecção, e o seguro.. PQP!!

      como voltou todo lavadinho, dá para ver em todo o seu esplendor, as marcas de guerra dos últimos seis meses de estacionamento nas ruas apertadas do bairro alto.. está pejadinho de pequena mossas, riscos, raspões, mordelas.. o que a preguiça comodidade de uma pessoa faz ao seu pobre carrinho chuinf :'(

      a boa noticia é que aproveitamos a semana forçada sem carro para voltar aos transportes públicos, como as obras do cais do sodré já terminaram, a coisa tá mais pacifica. aliás, acho que levo menos tempo de autocarro, que de carro + encontrar lugar para estacioná-lo.

      anyway, já fui esticá-lo uns kms na AE e parece-me que tá fixe, veio mesmo todo afinadinho. e não queria deitar foguetes antes do tempo, mas ainda não dei pela presença de dois barulhos marados que ganhou pela altura da substituição da correia de distribuição, será que desapareceram automagicamente? mas chiu, let's not jinx it!

      8 de Abril de 2017, às 01:10link do post comentar

      'Le me

      tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mirc.

      no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

      offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e yada yada, yada... é ler o blog ;)

      bucket list

      'Le liwl

      era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003, numa altura em que os blogs eram apenas registos pessoais, sem pretensões de coisa alguma. e assim se tem mantido.

      muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora. para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores: #11 #10 #9 #8 #6 #5 #4

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