Loop do dia VII

ando há dois dias a ouvir o lovebox dos groove armada em repeat. ainda não me decidi qual dos álbuns (antigos) deles gosto mais, mas neste estão duas das minhas músicas favoritas, esta e esta. derretem-me o miolo.

era banda que ouvia muito há uns anos atrás. vi-os duas vezes no sudoeste, mas depois entraram numa onda mais ruidosa e escangalhada e deixei de andar em cima deles.

30 de Junho de 2016, às 00:44link do post comentar

Preacher

tem faltado o tempo para andar em cima das estreias desta mid season, mas esta trazia passe VIP e teve prioridade. entrou a matar (literalmente). o primeiro episódio foi-me um bocado ao estômago, é verdade.. mas não conseguia tirar-lhe os olhos de cima! não foi pela violência gratuita, disso tenho a certeza. dispensava ver pessoas vaporizadas instantaneamente, fracturas expostas, sangue e entranhas e outras bizarrices. mas as personagens são... carismáticas, e o enredo serve-nos doses bem medidas de drama, suspense e acção, acompanhadas de humor muito seco e obscuro. e está polvilhada de pequenos detalhes e diálogos hilariantes.

conseguimos rapidamente perceber que aquilo tem tudo para correr mal e queremos ficar para assistir ao acidente. é basicamente isso. não vou spoilar para não perder a piada da surpresa, mas como o nome é um giveaway descarado, vou só dizer que no epicentro da trama existe religião.. abordada numa perspectiva muito desconcertante.

tanto que o lado mais gore-ish acaba por passar despercebido. e ao que parece, a adaptação da série está muito contidinha, exigências do canal. é nestas alturas que me dá uma vontade maluca de ler comics. ah sim, é baseada numa novela gráfica da vertigo, a editora alternativa da DC, voltada para o público mais maduro.

a cinematografia também merece honras de destaque. inspiraram-se bastante muitos planos e transições dos quadradinhos, e aquilo resulta numa dinâmica fora do habitual.

apesar do ritmo ter abrandado ligeiramente nos episódios que se seguiram ao piloto, é uma daquelas séries que apetece ver de enfiada. já vai a meio, e acho que vou ter saudades.

 


gostava que o lucifer se inspirasse um bocadinho neste tom sombrio e somewhat violento para a segunda season, acho que só tinha a ganhar :)

[UPDATE] acabou de ser renovada para a segunda season, e com mais 3 episódios FUCK YEAH!

29 de Junho de 2016, às 09:29link do post comentar ver comentários (1)

Ter um blog há mais de 10 anos é

ler os posts mais antigos e não reconhecer a pessoa que os escreveu

lol

29 de Junho de 2016, às 02:15link do post comentar ver comentários (6)

Eu sou aquela pessoa que...

(inspirada/desafiada pela maria, que não é grande amiga de praia e sabe o que esta casa gasta :D)

começa a suspirar pela praia em outubro, e passa o resto do ano a contar com os dias que faltam até à primavera, porque há dias bons de praia na primavera;

quando chega junho deixa de conseguir pensar noutra coisa, e durante o verão organiza a sua agenda em torno da praia. e porque nenhum bom dia de praia pode ser desperdiçado, fica furiosa quando tal acontece;

não se importa nadinha conduzir três horas (ida e volta) só para ir àquela praia secreta, que está deserta em pleno agosto;

fica sempre desgostosa quando tem que regressar da praia, e estica-se por lá o máximo que lhe é possível;

gosta muito de hotéis e de piscinas, mas prefere mil vezes dar um mergulho na água salgada do mar, que na água impregnada em cloro da piscina;

sonha ter uma casa plantada num areal, a meia dúzia de metros do mar, mesmo arriscando a levar com um zunami* em cima;

se pudesse, viajava pelo mundo sempre atrás do verão e das praias paradisíacas, de areias finas e brancas, e águas mornas e cristalinas.

adoro a praia desde que me lembro de ser gente. adoro caminhar na praia. adoro dormir na praia. adoro ler na praia. adoro comer na praia. adoro enrolar-me na areia. adoro tomar banho no mar, especialmente sem pedaços de tecido a impedir o contacto entre a minha pele e a água.

é uma paixão como todas as outras, difícil de colocar em palavras. a praia é o meu lugar favorito para estar. é onde me sinto em plena harmonia com o universo e comigo própria. mete-me as ideias no lugar, revitaliza-me, e deixa-me os sentidos completamente em êxtase. fico arrepiada quando respiro e o aroma da maresia invade-me o olfacto, não tenho registadas muitas sensações que superem a de enterrar os pés descalços na areia quente (atenção, quente! não a escaldar, há limites lol) ou de ser embalada pelo som reconfortante do mar, e a imensidão azul do oceano é o tranquilizante mais poderoso que a minha alma conhece.

um dos meus grandes desgostos é saber que por mais anos que viva, nunca vou achar que passei tempo suficiente na praia...

maria, tás a ver porque é que eu disse que dava um post? he he he

*tsunami, "zunami" é uma private joke antiga, que ficou desde há muitos anos atrás, quando num dia em finais de agosto, o algarve foi ameaçado por uma onda gigante... de histeria colectiva! a malta acagaçou-se e fugiu tudo prás montanhas. literalmente! muito turista que se pirou e deixou contas por saldar.

25 de Junho de 2016, às 14:15link do post comentar ver comentários (6)

First world problems... X

trabalhar na zona do chiado tá-se a revelar um drama...

e não é por causa do caos provocado pelo intenso trânsito automóvel e humano que enfrento diáriamente, mas sim... pelas modas!

eu, que nem por isso ligo muito a essas merdas, e muito menos tenho pachorra para acompanhá-as, dou por mim toda invejosa dos trapos que a malta passeia pelas ruas.. a estrangeirada então, ainda me complica mais o esquema, com os estilos malucos que trazem para cá.

até dos gajos tenho inveja. a sério!

um destes dias, passa por mim um tipo enfiado numa saia comprida justa, que lhe assentava estupidamente bem! tão estupidamente bem, que senti uma dor aguda na alma, ao concluir que jamais iria vestir uma saia que me assentasse de forma espectacular como àquele gajo.

não há dia que não me cruze com alguém que me faz virar a cabeça, e nesses breves segundos, olhar fixamente em busca de vestígios da marca. raramente tenho sorte.. acho que já estive mais longe de abordar as pessoas, e perguntar-lhes onde compraram a roupa. para mim considerar fazer tal coisa, o assunto é grave!

22 de Junho de 2016, às 23:04link do post comentar ver comentários (2)

Santas (mini) férias

agora que já larguei a couraça quase toda e passei de um tom vermelho mortadela a um castanho alcagoita, acho que já consigo falar do meu primeiro dia de praia do ano de dois mil e dezasseis :D

tou-me a rir, mas devia estar a chorar. só ao fim de 5 dias é consegui voltar a calçar ténis..

como este ano não vou ter as minhas habituais "férias grandes" de verão, tenho que aproveitar escrupulosamente cada oportunidade de praia que tenho. vai daí, não tinha dúvidas algumas sobre onde queria torrar os feriados de junho, quatro diazinhos caídos dos céus.

não me lembro de ter começado a época de praia tão tarde. normalmente acontece no inicio de maio, não quase a meio de junho.. e quem diz praia, diz campismo também. andei ali umas semanas a rezar que a meteorologia colaborasse, e quando a data começou a aproximar-se, e de facto a coisa prometia, planeei tudo milimetricamente para não haver falhas. tudo aquilo que aprendemos no ano passado foi posto em prática, o que significou renovar parte do material de campismo.

quinta à noite seguimos para baixo a todo o vapor. chegamos a tavira com medo de ficar sem jantar, mas fomos recebidos de braços abertos pelo restaurante imperial às dez e meia da noite. o homem alambazou-se com um arroz de polvo que me deixou a salivar, tal como ele ficou a salivar para a minha espetada de polvo, e passamos o jantar a bicar um no prato do outro. a noite estava impecável, ainda demos uma voltinha pelo centro para matar as saudades, antes de recolhermos à pousada de juventude (que se tivéssemos ido para o albacora, o meu cú recusava-se a sair de lá antes das seis e não podia ser).

no dia seguinte à uma da tarde estávamos nas quatro águas a entrar no "ferry", a abarrotar de banhistas. funny thing, nem parece que tinha passado quase um ano desde que cumprimos aquele ritual. a percepção do tempo é uma coisa estranha.

encontramos o parque tal e qual como o deixámos em agosto passado. apenas fomos informados que os mosquitos andavam malinos. nada que não estivessemos já mais do que habituados, "não há-de ser nada" disse eu ao rapaz. ah ah!

arraial montado nas calmas, fomos à vida. o dia estava nublado e ventoso, acabei por nem me despir para a praia. fiquei-me pelo abrigo do resguardo, ora a dormir, ora a ler, e o resto da tarde passou muito rápido.

à noite percebemos que o tema dos mosquitos era capaz de ser mais tramado que esperavamos. formavam-se autênticas nuvens à nossa volta, tínhamos que ser ultra-rápidos a entrar ou sair da tenda, para não entrarem lá para dentro. então e ir à casa de banho? uma aventura! ora tentem lá ir mandar um fax, numa sanita alheia, a medo que um enxame de melgas esfomeadas vos ferrem as nalgas e depois contem-me como foi a experiência. lavar os dentes também era complicado, e tomar banho só era mais fácil porque elas não se metem debaixo de água. jantar nas esplanadas também tinha truque, envolvia estarmos vestidos de alto a baixo, com o capuz do casaco enfiado na cabeça e toalha pelas pernas, que os sacanas picavam pela malha das meias.

mental note: adicionar repelente de mosquitos ao kit básico de campismo. já vi que há umas pulseirinhas porreiras

(e não, as apps e vídeos anti-mosquitos não funcionam)

mas claro, este areal fabuloso e este mar maravilhoso valem por todas as provações



e afinal, como fui eu sabotar-me logo no primeiro dia de praia do ano?

fácil, foi parecido ao ano passado. pelos vistos a minha pele já não está habituada ao sol dos algarves e se me descuido, desgraças acontecem. fomos cedo para a praia, para não estarmos fechados na tenda a salvo da gula feroz dos mosquitos. o dia estava fresco e ventoso. ora, sem calor e sem sentir o sol a morder, esqueço-me do protector. não senti a pele a queimar o dia todo, até porque estive bastante tempo debaixo do chapéu de sol. só à tardinha, quando o vento começou a mudar de direcção e começou a aquecer é que dei ali por aquela sensação desconfortável de pele escaldada. mas foi ao tomar banho no fim do dia, que o estrago se revelou em todo o seu esplendor. teve que ser com água quase fria, e vestir-me da cabeça aos pés para ir jantar foi um martírio. no dia seguinte só saí debaixo do chapéu já o sol ia baixo, e apesar das camadas do creme milagroso, era o mesmo que nada. sei que já fiquei mais vermelha que aquilo, o que não me lembra é de ter sido tão doloroso...

inacreditável foi não ter queimado o nariz, normalmente é a primeira zona do corpo a ficar escarlate, parece que andei a dar-lhe na pinga. chapéus de aba larga FTW!

tal como a mosquitagem, também o vento estava a mais. dava pouca folga, apesar de à noite, quando vinha quente, saber tremendamente bem. numa das madrugadas, depois de umas horas de acalmia, levantou-se uma ventania maluca. acordei por volta das sete da manhã devido ao barulho, vindo das fitas de plástico e da tenda-pavilhão do acampamento ao lado, parecia que andava tudo no ar. saquei do telemóvel, fui ver a meteorologia. diz que soprava a 30km/h, nada por aí além. a nossa tenda mal abanava e nem sequer estava presa por cordas, aqueles gajos da quechua são bons a fazer tendas!

no último dia das mini-férias, arrumamos rapidamente a tralha, muito rapidamente tendo em conta que era a primeira vez que dobrávamos a tenda, e a ser fustigados por mosquitos. saímos do parque a cem à hora, com um misto de alivio pela provação terminar e pena por deixarmos aquele paraíso.

nesse dia fomos para a praia de cacela velha, que estava brutal apesar do vento. aliás.. ainda bem que estava vento, se não era impossível aguentar o calor, debaixo do chapéu de sol e abrigados do vento pelo resguardo era como se estivéssemos a ser cozinhados em lume brando.

nota.. eu não podia sair debaixo do chapéu de sol. eu sair debaixo do chapéu de sol significava vestir uma t-shirt de manga comprida e enrolar-me da cintura para baixo na toalha, com aquele calor do caralho. dá para imaginar a frustração? a ver as poucas pessoas que por lá andavam, naquela praia enorme e deserta, a desfrutar aquele dia fantástico como mandam as regras e eu naqueles preparos tristes? e a água, que estava uma maravilha, quentinha e o mar nem se mexia, mais parecia uma piscina, e eu sem puder estar lá dentro muito tempo para não piorar o meu serviço? opá!!




por volta das seis despedimo-nos da praia, a fome apertava e eu já estava desesperada por me besuntar com biafine. como o três palmeiras estava fechado, fomos à segunda opção, casa do polvo em santa luzia, terminar as férias como começaram: a jantar polvo :D'



apesar do vento, das melgas e do escaldão, foram uns dias fixes. deu para descansar bastante e enfardar comidinha deliciosa \m/

Constatações XIII

levo 364 (ou 365) dias à espera deste dia, e quando o cabrão finalmente chega, passa a voar..

20 de Junho de 2016, às 18:49link do post comentar

Ainda os azares do homem II

se dúvidas restassem quando ao homem ter nascido durante algum alinhamento cósmico manhoso, dissiparam-se completamente nos últimos tempos.

é azarado ponto final e ao que parece, o azar dele tem especial apetência por telemóveis, como aquela vez que o iphone foi à máquina de lavar, ou aquela que o lumia levou com uma faca em cima.

...e se há coisa que a sabedoria popular garante, é que não há duas sem três!

homem entra no carro. no preciso momento em que se senta no banco e puxa a porta para fechá-la, o telemóvel escorrega-lhe do bolso e leva um valente entalão na porta. ficou todo trucidado.

...que timing do crl!

se os calções que vestia podiam ter o bolso do outro lado? não!
se o telemóvel podia ter caído entre o banco e a porta? não! 
se podia ter caído no chão? não!

o telemóvel tinha 2 meses.

(e não perguntem pela porta, que ainda não arranjei coragem de ir inspeccionar se houve estragos)

15 de Junho de 2016, às 23:28link do post comentar ver comentários (4)

X-Men: Apocalypse

disclaimer da praxe: não conheço os contornos do comic, nem da animação, nem conheço o universo deste bando para além das adaptações cinematográficas, as quais nem por isso gosto particularmente e tenho saído sempre do cinema a achar que levei banhada. spoilers ahead, be advised.

só que o homem queria ir ver a olivia munn embalada em latex e lá me arrastou até ao cinema. afundei-me na cadeira, a enumerar as coisas que podia estar a fazer em vez de ficar ali sentada a apanhar uma seca de duas horas e meia. 

o filme lá começou e contra todas as minhas (baixas) expectativas, prendeu-me a atenção logo aos primeiros minutos. apesar de não ser um conceito inédito, adorei o detalhe dos opening credits, que fazem a ligação entre os momentos iniciais até ao palco da acção principal, através uma espécie de túnel do tempo onde se ia assistindo à evolução da civilização in between.

num vibe anos 80 e num cenário pós- days of future past, vamos conhecendo o dia-a-dia mundano dos nossos amigos mutantes, e a sua demanda por tentarem levar uma existência pacifica e serem aceites como cidadãos normais.

entretanto o vilão da fita começa a revelar-se e a coisa ganha ainda mais entusiasmo. este não parecia ser o típico vilão coninhas que os filmes de super-heróis dos últimos anos nos têm andado a alimentar. não, este vilão tem um motivo sólido, e o seu humor rivaliza com o dos crocodilos do nilo. é só o mutante-mor e tem pretensões de dominar o mundo. acabou de despertar de um sono profundo forçado, que durou uns quantos milénios, e não lhe bastasse já ter mau acordar, como ficou absolutamente horrorizado com o panorama que encontrou.

não tardou muito a reunir uma trupe de mutantes igualmente desiludidos com o mundo e ampliar-lhes os poderes, para que o ajudassem a restabelecer o seu domínio e criar uma nova ordem. vai daí, esta gente começa a destruir o mundo como o conhecemos, de uma forma algo violenta para um filme do género.

sem outro remédio, a malta porreira une poderes para lhes dar cabo do canastro, e nos momentos finais acontece uma luta mental fantástica, com um desfecho poderoso.

a narrativa tem pés e cabeça, conseguiu manter-me agarrada do primeiro ao último segundo de filme e de todas as vezes que abri a boca, nenhuma foi para bocejar. muitas cenas, mesmo muitas cenas épicas ao longo do filme, muita respiração sustida, gargalhadas, e até alguma emoção desconfortável (daquela que não percebemos de onde vem, nem como lidar com ela). não me recordo de momentos parados ou aborrecidos, achei-o bem compassado e equilibrado nas doses de drama e acção. e referências, mooontes de referências!


sem contar com o guardians of the galaxy, (não o consigo meter no mesmo saco que os restantes filmes da marvel, aquilo é space opera da pura), acho que este é o filme de super-heróis que mais gostei dos últimos tempos (vá, o deadpool está muito fixe, mas sofre do terrível síndrome do vilão merdoso). não estava nada à espera. tanto que me apeteceu escrever sobre ele, é o primeiro dos x-men que me despertou vontade de o fazer.

não é perfeito. tem alguns soluços no departamento de CG e efeitos especiais, estamos em 2016, não se admite tanto amadorismo num filme destes, algumas cenas parecem ter sido feitas à pressão por estagiários pagos em food stamps; e alguns casts menos felizes, notei alguma falta de profundidade em certas personagens, que não conseguiram criar empatia com quem está deste lado do ecrã. mas apesar disso é um pedaço de entretenimento bastante agradável. e ao fim do dia, é isso que interessa!

15 de Junho de 2016, às 01:24link do post comentar ver comentários (3)(1)

My my, Maio

onde é que andaste metido, que nem dei por ti...

    31 de Maio de 2016, às 22:41link do post comentar

    'Le me

    tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mirc.

    no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

    offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e yada yada, yada... é ler o blog ;)

    seguir-me nos blogs do sapo

    'Le liwl

    era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003.

    muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora.
    a versão actual levou tempo a cozinhar mas ficou awesome toda cheia de modernices: web fonts, svgs, media queries, e css3. aviso já que os browsers antigos não vão achar piada nenhuma :D

    para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores: #10 #9 #8 #6 #5