Stranger Things

eis o segundo achado desta mid season!

assim à primeira vista, parece altamente ripada do super 8, mas depois começa a transformar-se num autêntico um tributo ao cinema de sci fi dos anos 80.

então strange(r) things acontecem numa pequena aldeia onde nunca se passa nada. de repente, miúdos desaparecem, miúdos aparecem, pessoas morrem, há uns monstros que não se sabe se são ET's, se são produto de experiências humanas, há cientistas marados, pais em desespero pelos filhos, putos cheios de coragem, amizade, alguma nerdisse, e um vibe brutalissimo dos 80as. é uma viagem no tempo que se desenrola diante os nossos olhos. o cenário e os props são uma reprodução perfeita daquela década, o guarda-roupa e a caracterização vai-nos dar arrepios na espinha, e a espectacular banda sonora solidifica todo aquele ambiente oldskool
o género é uma amalgama de contornos indefinidos entre drama, sci fi, terror, mistério, suspense, e porque não, até alguns momentos cómicos. agarra logo aos primeiros minutos do primeiro episódio.

o problema de ser uma série com o carimbo da netflix é que sai tudo de uma vez só, e se por um lado é chato ter que esperar uma semana para ver um episódio novo, por outro, é chato fazer binge watch porque não se consegue parar e quando damos por ela, puf! não há mais para ver :/

22 de Julho de 2016, às 15:08link do post comentar ver comentários (1)

Pokémong'ers

contem-me cá, vocês também sofrem deste mal,

quando topam um pokéstop com engodo activo e vão a correr para lá, sentem-se como penetras numa festa para a qual não foram convidado/as? :D

a malta quando activa aquilo sabe perfeitamente que não vai só atrair pokémons, mas especialmente um monte de pokémongers oportunistas, que também querem um pedaço da acção. por isso mesmo, quando me aproximo não consigo evitar um certo constrangimento lol.

tento não dar muito nas vistas, vou de mansinho, assim como não quer a coisa "ah e tal, não façam caso comigo, estou só de passagem, não faço ideia o que se passa neste ajuntamento de pessoas com o nariz enfiado no ecrã do telemóvel".

claro que é impossível esconder que também estou agarrada ao jogo. normalmente a cumplicidade entre os jogadores quebra a barreira, mas para quem não tem grandes skills sociais, este tipo de interacção não é muito confortável. pelo menos ao princípio.

imagino o suplício que deve ser para os nerds das cavernas, que para poderem jogar têm que deixar o conforto da cadeira do computador e dar corda às solas, ver a luz do dia, o horror!! e provavelmente até socializar com pessoas de carne e osso, o drama!!

quem se lembrou de fazer este jogo é um granda génio muahhahaa

18 de Julho de 2016, às 15:03link do post comentar ver comentários (1)(6)

Há dias muito difíceis

na vida de uma pessoa, temos que ser fortes.. no domingo, mal acordei, fui logo enfiar-me na cozinha, ainda meio grogue do sono. preparei as minha receita secreta de sandes de atum, com toda a técnica e rigor que ela pede. eu levo isto das sandes de atum muito a sério, porque só as preparo numa ocasião especial: em dia de praia. nenhum detalhe pode falhar, nenhum ingrediente pode ficar esquecido, ou em proporções inadequadas. uma má sandes de atum, é prenúncio de um mau dia de praia. enxotei o homem da cozinha, e reclamei-a toda para mim, para atingir o nível de concentração necessário. 

aviadas as sandes, despachei-me muito rapidamente, não queria desperdiçar tempo precioso daquele dia.

tinha pela frente 130km. uma hora e uns poucos de minutos agarrada ao volante, chegamos ao nosso destino. depois ainda tive que arrastar o trolley com as tralhas da praia umas centenas de metros pela areia, até encontrarmos um bom sítio para assentar. como fazia um certo vento, perdemos alguns momentos a estudar a sua direcção, para decidir qual a melhor posição para colocar o resguardo. depois de algumas tentativas menos bem sucedidas, a tarefa foi concluída com sucesso. seguiu-se a colocação do chapéu de sol, e a preparação do restante estaminé: sacar as toalhas, a almofada, os cremes solares, e a literatura.

nesta altura já estava estafada, que mal me aguentava.. e ainda tinha que me despir!

mesmo assim, não consegui parar muito tempo quieta a descansar. levei o dia todo entre a água e a toalha, e a toalha e a água. super-cansativo, é o que tenho a dizer.. tanto que às vezes ficava a meio do caminho, caída redonda na areia. depois tinha que voltar à água para tirar a areia, e ficava presa neste loop. mas na toalha as coisas também não são fáceis. não consigo ficar muito tempo deitada na mesma posição, é uma chatice ter que virar-me constantemente..

ao fim da tarde, o processo foi todo revertido. vestir, arrumar a tralha, voltar ao carro, voltar a casa. não minto, foi um dia tremendamente extenuante. só de me lembrar dele, fico sem folgo..

ou então é lembrar-me deste cenário que fico sem folgo



não há condições..

btw, as sandes estavam deliciosas, como de costume.

O vestido comprido

depois de anos, ANOS!! consegui finalmente encontrar um vestido compridão que não me fizesse parecer uma anã enfiada num saco de batatas apertado no gargalo YAY!! quer dizer.. continuo a parecer uma anã ensacada, mas vá, foi o primeiro que experimentei até aos dias de hoje que não achei que me ficasse terrivelmente mal. não experimentei muitos, é certo, que a minha paciência para compras é limitadíssima.. mas tive um golpe de sorte aqui, mais 2cm de comprimento e andava a varrer o chão com ele!



vestidos compridos têm um benefício inesperado, que nunca me tinha apercebido: ninguém suspeita o vibe primata que vai ali por baixo do tecido muhahah

se já gostava do estilo, agora fiquei rendida. encontrar um que me assente bem é que é mais difícil de encontrar que o pote de ouro no fim do arco-íris :/

13 de Julho de 2016, às 15:03link do post comentar ver comentários (19)(1)

Alive

foram precisas 10 edições para me convencer a ir. não desgostei, mas também não fiquei fã. mete demasiada gente, é demasiada confusão. confusão para chegar lá, sair de lá, ir à casa de banho, comer, beber. atravessar o recinto de uma ponta à outra, entre palcos, pode ser o cabo das tormentas, naquele mar de gente. não sei se é sempre assim, mas é demasiado para mim..

a cena de ir para um festival a uma quinta, ficar lá até as três da manhã, e no outro dia ter que ir trabalhar também não é muito fixe, especialmente quando já não vamos para novos. era mais giro passar o dia na praia, a recuperar energias para a noite seguinte.

estou órfã de festivais de verão desde que o sudoeste mudou a orientação do cartaz. este não consegue substitui-lo, apesar de conseguir trazer cá grandes bandas e ter bom ambiente. acho que o problema é mesmo a localização, não sabe a festival de verão. quero uma máquina do tempo, que me leve primeiro a 2002, depois a 2004, depois a 2006, depois a 2008... e depois pode reiniciar o ciclo. e ficamos em loop.



aqui o senhor bob moses a tocar a minha música favorita (dele), durante a qual travei uma luta feroz com o meu cérebro, que teimava em dizer-me que com headphones aquilo soava bem melhor. não é o som, cérebro, é o show ao vivo. não interessa se o som pareça desengonçado. é a energia que emana das pessoas, a vibração que emana das colunas que interessa.

consegui ver chemical brothers junto ao palco, como manda a tradição. estive dois dias a ouvir mal mas valeu totalmente a pena. fiquei admirada foi que, fora o cansaço generalizado, não ter sentido grandes efeitos de ter passado quase duas horas aos saltos, ir ao ginásio sempre serve para alguma coisa.





foi o quinto concerto concerto que assisti dos químicos. as expectativas são sempre altas, e os manos nunca falham em deixar a malta completamente possuída pelo som deles.

tame impala (finalmente!!) soube a (muito) pouco, precisava de mais uma hora, e precisava de ter acontecido mais tarde, para as projecções psicadélicas terem mais efeito na malta. mas aquilo mesmo assim bateu forte, que algumas fãs ficaram tão inspiradas que até as t-shirts lhes subiram até ao pescoço ( . )( . ) 



e definitivamente, continuo a gostar mais de assistir a concertos ao ar livre que fechada em salas.

CAMPEÕES!!!

a gerência pede desculpa pela interrupção na programação habitual do tasco, mas hoje fez-se história, e quero registar o momento, não se sabe quando voltará a repetir-se (infelizmente, as estatísticas não estão do nosso lado). não que ligue ou perceba muito de futebol, mas quando a selecção joga nem me reconheço.. fico ali 90+ minutos com os olhos colados na bola, com o sangue a ferver, os nervos à flor da pele, e as goelas a disparar rajadas de insultos e palavrões, qual adepto fervoroso lol

apesar dum inicio um bocado atribulado, foi durante o jogo com a hungria, que reparei que tínhamos ali uma equipa diferente do que estava habituada a ver nos últimos anos. decididamente, os jogadores não estavam dispostos a baixar os braços e arrumar as chuteiras tão cedo. deram luta da grossa aos húngaros, a demonstrar uma ânsia tremenda de seguir em frente. estavam focados mas pouco confiantes, notava-se que ainda andavam a apalpar o terreno, a tentar encontrar o lugar deles. foi um jogo muito sofrido, mas foi um grande jogo.

polónia - portugal foi do pior. o que eu sofri... só não comi as unhas até ao sabugo neste jogo, porque são duras como cornos e não tenho dentes para elas. roí-me toda, sofri ali todos os segundos. aqueles penaltis iam dando cabo de mim..

portugal - pais de gales foi aquele em jogo em que eu acreditei pela primeira vez que aqueles moços tinham estofo para deitar as unhas ao caneco, e trazer a glória à nação. focados, determinados, humildes, e a jogar verdadeiramente em equipa. emocionante de se ver.

portugal-frança assisti à primeira parte na praia. já disse que gosto de viver no futuro, não já? telemóvel esperto a streamar o jogo em directo na RTP, com um glorioso pôr no sol na arrábida em pano de fundo. 
tremi logo nos minutos iniciais, quando o ronaldo se encalhou no outro e acabou por ter que abandonar o jogo devido à lesão num precioso joelho. senti um desgosto tremendo por ele, por ter lutado tanto para chegar àquele momento e não poder saboreá-lo. aquelas não eram lágrimas de dor, eram lágrimas de frustração, ardem pra cecete.. por outro, seria a oportunidade perfeita para a selecção ganhar sem ele aos comandos, e dar uma chapada de luva branca em quem andou a destilar veneno. durante um mês fomos completamente trucidados pelos meios de comunicação internacionais e nas redes sociais, encheram do cú de falar mal da prestação dos tugas, apesar de jogo após jogo irem dando provas que não eram os underdogs que eles insistiam em pintar. estavam TÃO a pedi-las! AH AH AH AH

os franceses entraram todos cagões, convencidos que o título tava no papo, por terem como adversária uma equipa de quinta categoria, que nem sequer era digna de estar ali, "arhg uhgr vamos esmagar estes insectos nojentos com uma perna atrás das costas". só que o patrício fodeu-lhes as voltas. cada frango que vinha a voar em direcção à rede, ele segurava. btw, o rui patrício foi o meu jogador favorito neste euro, teve um desempenho fora de série, que culminou na final, com uma prestação brilhante. defendeu o forte como se a vida dependesse disso. se não fosse ele, a história hoje tinha sido outra.

a segunda parte do jogo acompanhei pela rádio, a caminho de casa. os comentadores da antena1 iam-me matando do coração, tal não era o tom de excitação do relato. quando o jogo terminou empatado a zero, nem conseguia acreditar nos meus ouvidos. para uma equipa cuja derrota era dada como garantida, os tugas tavam a debater-se contra aqueles brutamontes com uma audácia tremenda.

quando ao minuto 109 o comentador berrou o golo, demorei uns segundos a processar a informação.. era demasiado bom para ser verdade!

cheguei a casa nos minutos finais do jogo, e enquanto portugal saía a rua para festejar, numa sinfonia histérica de gritos, buzinadas, tiros e foguetes, eu estive a ver a parte que perdi. que granda jogo. arrecadámos o titulo pela primeira vez, nem m'acardito :D

priceless, a tromba de melão dos franceses, apanhados de surpresa pelos tugas, quando o arbitro apitou o final do jogo. a equipa mais improvável sagrava-se campeã do euro.. inchem cabrões, chegou finalmente a nossa vez de saborear a sensação de ganhar uma final

GRANDES CARAAAAAAAALHO, SOMOS GRANDES!!!!!!

ZOMG!

o alive começa hoje e eu não consegui arranjar um autefite a rigor...

será que me deixam entrar?

7 de Julho de 2016, às 15:39link do post comentar

Evolução campista III

fez este fim-de-semana dez anos que nos estreamos como campistas.. dez anos..

<inserir rajada de clichés e insultos sobre o tempo andar a mil à hora sem consideração por nada nem ninguém>

acampar tornou-se rapidamente na nossa forma favorita de passar férias e fins-de-semana de verão. temos aprendido muito sobre como viver com o mínimo essencial, a lidar com imprevistos, e a improvisar. aprendemos sobretudo, o valor inestimável do contacto com a natureza, e a liberdade e descontracção que isso proporciona. e que não precisamos realmente de muito para ser felizes, porque os grandes momentos das nossas vidas podem passar por algo tão simples (por mais lame que possa soar) como um assistir a um pôr de sol deslumbrante ou inspirar o aroma adocicado da resina dos pinheiros num dia quente.

achei que era data para ser comemorada a rigor, no parque de campismo eleito para a nossa estreia, galé. quem passa aqui pelo tasco desde os seus primórdios, conhece bem a minha pancada por este parque, also known as "resort alentejano", "estância de férias", "pedaço de paraíso". nestes dez anos, não houve um único verão que não tivéssemos passado por lá, nem que fosse apenas para um fim-de-semana. 

é o nosso sítio favorito na costa alentejana, mas... pela primeira vez em dez anos não senti formigueiro do estômago ao ver a entrada parque revelar-se ao fim da estrada. desapareceu no ano anterior e tenho suspeitas que não volta tão cedo. no verão passado tive um desgosto enorme, ao chegar lá e encontrar o meu spot de oito anos seguidos, invadido por um arraial fixo de tendas de "glamping".. s’aquela merda custou..

levei o inverno todo com esperança que este ano não regressassem, e a parcela fosse devolvida aos campistas habituais. mas não, voltaram e em maior quantidade, as tendas de "glamping" espalham-se como um vírus. se tivesse planeado assentar a tenda na mesma localização da primeira vez, não podia fazê-lo, porque até essa zona já foi reclamada pelo surf camp ou lá o que vem a ser aquilo. a manter o ritmo, em poucos anos vão minar completamente toda a zona costeira do parque :P

nunca é demais relembrar que temos mesmo que aproveitar todos os momentos (especialmente os bons), porque nesta vida nada dura para sempre.

bom, desgostos à parte, continua a ser o melhor camping onde já acampei, e pode ser considerado "culpado" por esta história ter pegado tão bem. está localizado numa zona fantástica, as instalações são boas, tem montes de espaço, e a praia continua a ser uma das mais bonitas onde já meti as unhas dos pés.

em 2006 o acesso ao parque fazia-se por estrada de terra batida, eu achava que não conseguia viver sem o portátil, ligação à internet, televisão por cabo e bidés. levava uma carga insana para dois dias e achei que ainda faltavam coisas HA HA HA HA HA impressionante como as coisas mudam!

ao longo do tempo fomos arranjando truques, construindo hábitos, e afinando a carga ao mais ínfimo pormenor. a evolução tem sido brutal. quando escrevi este post, estava convencida que era impossível esmifrar ainda mais a carga. o camping de tavira veio provar-me o contrário. a tralha base (tenda, saco cama, colchão, almofadas) cabe agora toda num trolley de 50l que está a passar o verão na mala do carro.



a velhinha 3 segundos, companheira de aventuras praticamente desde o inicio (não esteve na estreia, veio um mês depois), e apesar dos sinais de desgaste, ainda está ali prás curvas, mas este ano achamos que estava na altura de fazer um upgrade, mais arejado e fresco.



pode demorar mais tempo a montar e desmontar, mas o espaço que ocupa quando arrumada não tem comparação. e é muito fixe estar lá dentro na descontra, com as "portas" abertas. também tropeçamos num invento brutal, um colchão insuflável super compacto com bomba de encher integrada, não só não precisamos de ir com a bomba atrás, como enche mais rápido que o anterior, como é bastante mais confortável que qualquer um dos três que já usamos até hoje. o sacos de compressão foram outra descoberta muitíssimo útil.

portantos.. dez anos, três tendas, nove parques de campismo, duas praias selvagens, e incontáveis episódios depois, acho que já nos podemos considerar especialistas na matéria. e apetece-me escrever uns posts sobre o assunto :D

ps. vou deixar aqui o link para o post da estreia, mas.. ficam por vossa conta e risco, naquela altura eu escrevia de uma forma algo.. indelicada LOL

Se ele não fosse assim… XVIII

tava em frente ao espelho, a stressar com a minha completa inabilidade para fazer uma coisa tão básica como um messy bun. o homem, que enquanto escovava os dentes assistia pelo reflexo do espelho à minha batalha contra o cabelo, não tardou a brindar-me com um daqueles comentários inspirados dele:

"baldaste-te às aulas de como ser mulher, não foi?"

uma toalha encharcada pelo lombo tinha sido mais que merecida, se não fosse verdade MUHAHAHAH

dez minutos de luta e muito cabelo sacrificado sem necessidade depois, dei-me por vencida e apanhei o cabelo no carrapito banal do costume.. um dia ei-de conseguir! tenho fé! a esperança é a última a morrer!

1 de Julho de 2016, às 14:57link do post comentar ver comentários (7)

Loop do dia VII

ando há dois dias a ouvir o lovebox dos groove armada em repeat. ainda não me decidi qual dos álbuns (antigos) deles gosto mais, mas neste estão duas das minhas músicas favoritas, esta e esta. derretem-me o miolo.

era banda que ouvia muito há uns anos atrás. vi-os duas vezes no sudoeste, mas depois entraram numa onda mais ruidosa e escangalhada e deixei de andar em cima deles.

30 de Junho de 2016, às 00:44link do post comentar

'Le me

tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mirc.

no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e yada yada, yada... é ler o blog ;)

seguir-me nos blogs do sapo

'Le liwl

era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003.

muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora.
a versão actual levou tempo a cozinhar mas ficou awesome toda cheia de modernices: web fonts, svgs, media queries, e css3. aviso já que os browsers antigos não vão achar piada nenhuma :D

para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores: #10 #9 #8 #6 #5