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11
Novembro
2006

Post patrocinado:

Quem procura rentabilizar aquele espaço pessoal para as suas dissertações, tem visto como única solução a publicidade. O facto é que os leitores mais experientes simplesmente ignoram a publicidade.

Até à data, quem quisesse ganhar uns trocos, escrevia artigos de interesse público, usando umas técnicas para tornar as coisas amigas dos motores de busca, na tentativa de apanhar o visitante não habitual e mostrando-lhe publicidade contextualizada na esperança que ele lá fosse clickar.

O ReviewMe é um serviço de pay per post que tem por objectivo valorizar o conteúdo para gerar consumidores de conteúdo e não potenciais consumidores de publicidade.

O conceito é simples e pode ser explicado em duas frentes: o blogger e o anunciante.

Eu, blogger, quero material para escrever no meu blog, dizer o que me vai na alma e o que acho das coisas, mantendo a minha legião de fieis leitores e subscritores de RSS contentes, e já agora se possível ganhar dinheiro no processo.

Eu, anunciante, preciso que o público tenha contacto com o meu novo produto ou serviço e que diga de sua justiça o que acha dele. Também sei que podia simplesmente publicita-lo talvez numa revista da especialidade, mas o feedback não será tão imediato, e muitas vezes pouco honesto. Estou consciente das novas tendências de leitura e do poder do voxpop em redor dos blogs e é por aí que vou atacar, não me importando de pagar a uma mão cheia de bloggers para analisarem o que tenho para oferecer.

O blogger inscreve-se, e submete um máximo de 6 blogs para aprovação que serão seleccionados ou não, em função do ranking em serviços como o Technorati, Google e Alexa entre outros, e também pelo numero de subscritores dos RSS Feeds.

O ReviewMe mantém um directório de blogs, categorizado por temáticas, onde atribui um preço por post, para anunciantes, com base no ranking do site. Consoante este valor, o blogger pode receber entre 20 a 200 dólares por análise completa.

Ok, é certo que já existem outros serviços do género, mas o que torna este diferente?

Para começar os artigos ou análises não são atirados para a praça como criminosos com cabeça a prémio. Os anunciantes é que fazem uma selecção dos bloggers que estão mais direccionados para os seus objectivos, e os bloggers por sua vez são livres de aceitar a proposta ou não, atendendo às suas necessidades e coerência dos conteúdos do seu blog. Não se pretende que o blogger venda a alma ao diabo e se torne num spammer.

Não há qualquer obrigação de escrever em Inglês. Os artigos devem ser escritos na língua habitual do blog, e os blogs que constam no directório do serviço indicam a nacionalidade. Isto torna este modelo de negócio de certa forma preparado à nascença para uma distribuição global.

O ReviewMe também não tem uma estratégia agressiva de positividade nas análises que poderiam torna-las praticamente em publicidade. Antes, apela à honestidade e sinceridade do blogger no seu artigo. Uma opinião má, desde que devidamente fundamentada, pode ser de extrema utilidade para o anunciante, e vir naturalmente a ser aceite pelo ReviewMe. Este esforço, tornará certamente esta plataforma em algo extremamente coeso e credível.

Penso que isto se tornará de extrema utilidade pública, na medida em que irá valorizar a qualidade do conteúdo e também das criações em análise. Um anunciante conhecendo todo o poder da comunidade, saberá certamente que não vai poder pôr qualquer coisa nas mãos do "povo" pois o resultado pode vir a ser desastroso.


Isa, às 00:45 // interessa-te?

 

Entretanto

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Esta que vos escreve
tem idade suficiente para ter juízo, mas nem sempre parece. diz que ganha a vida a fazer sites e passa 80% do dia agarrada a computadores e à internet. é geek até à raiz do ultimo cabelo e orgulha-se disso!

algarvia desertora, plantou-se algures na margem sul e vive há uma eternidade com um gajo que encontrou na net.

também gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, e yada yada, yada...
101 coisas em 1001 dias II
faltam

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Lost in Wonderland
o pink overload até podia sugerir que este é o tipico blog de gaja, mas passam-se coisas muito estranhas por aqui, por isso deixo isso ao criterio de cada um.

anyway, nasceu a 16 de Janeiro de 2003, e esta é a sua 9ª versão. a anterior permaneceu online durante 4 anos. fartou-se de rodar por essa internet fora e não só!

não é suposto funcionar em internet explorer 6 pois recuso-me a continuar a pactuar com browsers pré-históricos, por isso, se ainda o usam, ganhem juizo e actualizem-se!


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