Opá, não posso com este tempo

como eu detesto estes fins-de-semana cinzentões e chuvosos. fico com o humor parecido a eles :P não me apetece tirar o cú de casa para fazer seja o que for.. e depois em casa, ora tou a dormir, ora tou a ver televisão - ou a lavar loiça.. que quantidade parva de loiça que se suja ao fim-de-semana, parece que tamos sempre a comer ou que raio.. argh... detestooooooo!!

 

quero sol para ir fazer caminhadas, canecooooooo!!

Lost in... the market II

há coisa de um ano contei por aqui que andava perdida de amores pelo mercado e esperava conseguir tornar as compras lá num hábito enraizado. 

 

apesar do verão desgraçar-me completamente as rotinas e ter posto lá os pés lá apenas três ou quatro vezes entre junho e setembro, parece que consegui: tornei-me cliente assídua e gosto mesmo de ir lá e voltar carregada com frescos. sem duvida, uma das melhores decisões que tomei nos últimos anos :D

 

já há muito que tenho bancadas (ou pedras) e vendedores favoritos, aqueles que cumprimentam e esboçam sorrisos genuínos quando vêm os clientes habituais e nunca nos enganam na mercadoria. também continuo a achar piada aos arredondamentos sempre a nosso favor e o facto de nunca querem ficar com o troco, às vezes temos que fugir lol. é uma experiência completamente à parte, humana e bastante agradável.

 

 

mas o mais interessante desta história é constatar o impacto que teve nos nossos hábitos e na nossa carteira, então:

 

- deixei de comprar vegetais no supermercado, frescos e congelados. para além do sabor da comida ter melhorado bastante, as visitas aos supermercados diminuíram. menos idas ao supermercado significa menos compras supérfluas;

 

- a fruta e os legumes têm muito melhor aspecto e são menos remexidos e quando cozinhados sabem muito melhor;

 

- como desculpa para trazer ainda mais vegetais, comecei a fazer sopa regularmente. ao passar a ter comida pronta em casa, deixámos de jantar em centros comerciais e tascas. para além da nossa alimentação ter melhorado bastante, a carteira agradece;

 

- passámos a consumir fruta regularmente;

 

- como só consigo ir lá aos sábados de manhã, ao fim-de-semana deixei de sair da cama às duas da tarde e passei a levantar-me às 9.30 / 10 horas, e assim, o fim-de-semana acaba por render muito mais;

 

- e o cliché: ao comprarmos no mercado estamos a contribuir para o desenvolvimento da economia local em vez de alimentar os "grandes" mais os lobbies deles;

 

os preços em relação aos praticados no supermercado são ela-por-ela. outras coisas mais baratas, outras mais caras, especialmente a fruta, que é o que pesa sempre mais na conta, mas o sabor e a experiência de comprar nesta forma tão tradicional compensam!

27 de Janeiro de 2013, às 19:14link do post comentar ver comentários (7)(1)

Episódios da vida na aldeia VI

há uma auto-estrada nova no quintal, paralela à A2 desde perto de almada (funchalinho) até coina, e em coina liga ao antigo IC 32 (que entretanto passou a ser designado por A33). como deve ter custado uma pipa de massa e os bolsos do estado estão cheios de traças, os seus 18km são portajados. 

 

percorrê-la custa a módica quantia de 1,70€ - QUANDO ali ao lado, pela A2, sai à borla. é uma estrada fixe porque ESTÁ SEMPRE ÀS MOSCAS...

 

a minha pergunta é.. para quê?

 

se a intenção era facilitar a vida às pessoas que moram nas zonas por onde passa a nova estrada, não podiam, sei lá.. construir uma mais pequena e sem portagens.. ou mesmo recuperar os acessos que já lá existiam? digam-me, vizinhos da margem sul, esse troço da A33 é-vos realmente útil, ou fogem dele como o diabo da cruz? 

23 de Janeiro de 2013, às 20:40link do post comentar ver comentários (1)

Fenómenos meteorológicos marados

vento para mim é dá cá aquela palha.. vivi em sagres durante 10 anos, acho que não precisa dizer mais nada. além disso, lá o vento proporciona espectáculos magníficos, quando produz vagalhões massivos que se esborracham junto à falésia, projectando-se várias dezenas de metros para cima (tenho uma theme song para isso e tudo :D).

mas tempestades, tempestades à séria já é outra conversa. viver num 7º andar amplifica ligeiramente a experiência, e temos assistido a algumas bem poderosas por aqui, embora ultimamente tenha sido mais vendaval que outra coisa qualquer.

 

mas nem sempre gosto de tempestades.. nada me mete mais medo quando vou a conduzir como uma borrasca. 

 

a última que apanhei fez-me ganhar uns cabelos brancos.. na madrugada da noite de natal, atravessava eu um terço de portugal para fazer a ponte entre famílias, com uma tempestade no horizonte. cada vez mais próxima dela, rezava para que não se atravessasse no meu caminho, já era tarde e estava um bocado cansada para aquele tipo de encontros.. mas uns kms antes de cruzar a fronteira algarvia, a puta caiu-me em cima!

 

era daquelas bem ferozes, que mal se ouve o rugido do trovão, leva-se logo com o clarão na tromba, e uma chuvada de pedra que não deixava ver um cú à frente. era imobilizar o carro e esperar que amainasse para poder avançar. a passo de caracol mas a coisa lá se ia fazendo.. mas o que estava realmente a assustar-me não era a chuva e o granizo, mas sim os relâmpagos a cair ali ao lado e a iluminar tudo à volta, foi uma gritaria naquele carro que só visto..

 

às tantas afastamo-nos uma da outra e pude finalmente respirar de alivio.. mas não ganhei pró susto :P

23 de Janeiro de 2013, às 01:01link do post comentar ver comentários (4)

Adolescências

hoje durante o almoço, deixei fugir os ouvidos para a conversa de 3 jovenzinhas, que ocupavam a mesa ao lado.

 

o assunto era um completo cliché adolescente, amores não correspondidos, fraca auto-estima e outros dilemas associados.. uma delas estava mesmo desgostosa e as outras duas, apesar de viverem os mesmos dilemas, tentavam animá-la com os conselhos da praxe "tens que aprender a gostar de ti.. se não gostares de ti, quem gostará?" e coisas do género. e não eram feiinhas nem nada que se pareça.. miúdas absolutamente normais.

 

aquilo deixou-me a pensar.. man, que raio de problemazinhos que temos durante adolescência. é mesmo uma fase de merda, fazemos tempestades em copos de água por tudo e por nada, parece que temos o fim do mundo sempre à perna.. a altura mais fácil de sempre, em que já temos uma certa independência e sem ser os estudos, ainda não temos grandes responsabilidades, transformada numa batalha campal por causa das hormonas.

 

se bem que vivi essa fase de uma forma um bocado diferente.. sabia que era uma altura complicada da vida, o tempo custava a passar comó raio, a escola era uma treta, mas já tinha chatices e dilemas que me sobrassem e não me queria meter em sarilhos, por isso, fiquei sentada (literalmente).. à espera que essa fase passasse.

 

não tou a brincar lol não ajudava nada ser bicho do mato, não me conseguia integrar em grupinhos. nem dos tótós, ninguém queria nada com eles, nem dos marrões que só falavam da matéria e estavam sempre enfiados na biblioteca, nem das miúdas fixes, que passavam o santo dia a discutir rapazes, marcas e a dar para trás nas outras, nem daqueles que aproveitavam os intervalos para irem para o café ou fumar para trás do ginásio, muito menos dos que estavam sempre enfiados no campo de jogos... vai daí, arrastava o cú pelos bancos, de preferência ao sol. umas vezes tinha companhia outras não, a conversa era o que calhava, até porque aquilo que eu gostava realmente de conversar, poucos ligavam (música, cinema, etc).

 

teve as suas vantagens, não há vergonhas para carpir. nunca me meti em sarilhos, nunca fui rebelde sem causa, nunca andei na má vida, não fiz cenas aos meus pais, não fui bicicleta. a desvantagem é que foram alguns seis ou sete anos anos sem nada que valha a pena recordar, sem grandes emoções, sem grandes amizades, sem... bem... nada!

 

quando "voltei" à mesa, perguntei ao marido se também tinha tido aqueles dramas da tanga quando era adolescente.

 

"se pudesse viajar no tempo, voltava atrás e dava um enxerto de porrada em mim mesmo, por ser tão aborrecido" partiu-me a rir com a resposta!

"a sério" continuou "pouco saía e não era muito de alinhar com o pessoal, era só computador ou basket..." 

 

eu, mesmo que pudesse voltar atrás, acho que não mudava nada, pelo menos a esse respeito. a minha verdadeira "adolescência" começou aos 20, e foi muito boa :D

22 de Janeiro de 2013, às 22:01link do post comentar ver comentários (5)

Cloud Atlas

há filmes que não gosto, há filmes que fico indiferente, há filmes que gosto.. e depois há o cloud atlas, que no espaço de algumas horas passou por todas as fases e conquistou um lugar firme no meu coração.. nem que seja pelo trabalho que me deu a percebê-lo lol kidding :)

 

a dificuldade que tive em escrever um post sobre ele é um reflexo da sua complexidade :P não sabia como, nem por onde havia de lhe pegar.. saiu bastante resumido, mas é da forma que não meto os pés pelas mãos e o resultado é uma algaraviada de todo o tamanho..

 

não tem grandes spoilers, mas se estão a pensar em vê-lo, não encorajo a continuarem.

 

what the fuck is this shit?

 

então os wachowskis (mais um amigo) ergueram este poderoso mindfuck de um livro com o mesmo nome, algo que o próprio autor julgava ser impossível de realizar, dado à profundidade da coisa. é um mosaico de seis histórias a decorrer em paralelo, situadas algures entre 1849 e 2346, e são completamente diferentes umas das outras.. até em género. aventura, drama, comédia, thriller, sci-fi.. há para todos os gostos!

 

ganha uma dimensão ainda maior quando começamos a reparar que temos os mesmos actores a saltitarem por todas as histórias, interpretando personagens completamente diferentes (seja idade, raça ou sexo - com cada caracterização mais dramática que nem ao diabo faz crer), com mais ou menos protagonismo - e o que isso implica.

 

caí na asneira de pensar que ia ver um filme sobre universos alternativos ou viagens no tempo.. é que nem lá perto!

a meio daquilo ainda não fazia ideia do que é que se estava a passar diante os meus olhos. mas estava tão intrigada (e frustada, vá) que não me permiti desistir. o mais chato de tudo era ter que estar constantemente a rever o filme na cabeça e não poder desviar a atenção por um segundo que fosse, senão tava tramada..

 

percebia-se que apesar de serem situações e linhas temporais distintas, havia muita coisa em comum entre aquela malta toda. estavam constantemente a passar por situações e dificuldades semelhantes e a depararem-se com os mesmos dilemas sociais e morais, mas todos eles acabavam por concretizar algo especial.. e somehow interferiam uns com os outros, como se estivessem interligados..

 

f* me sideways, this is some awesome shit!

 

com o final do filme a aproximar-se, as pontas começaram finalmente a unir-se e a coisa começou a fazer algum sentido. estávamos perante uma salganhada universal no verdadeiro sentido da palavra. acompanhámos ao longo do filme e daquelas seis histórias, várias almas a percorrerem o seu caminho e a desencadearem todo o tipo de reacções uns nos outros, através do espaço e do tempo. não restam grandes dúvidas no fim, tudo teve a sua razão de ser.

 

imo, aquilo parece ter ali uma certa inspiração budista. o autor explora o conceito do renascimento, dos laços eternos que nos unem uns aos outros e especialmente, o karma - a lei de causa e efeito das nossas acções. estamos presos num ciclo continuo de nascimento, vida e morte, que dura enquanto termos karma para corrigir.

mas é também mais do que isso - e o motivo que me levou a admirá-lo ainda mais: mostra-nos uma perspectiva diferente da nossa existência, das nossas relações e dos nossos actos. dá-nos bastante em que pensar. 

 

é exageradamente complexo, massudo e exige uma atenção desmesurada.. mas surpreendentemente belo ao mesmo tempo. tem uma história tão profunda, intrincada e tão cheia de detalhes que é impossível ficar indiferente ao génio do autor. os actores desempenham os papéis na perfeição e tem diálogos incrivelmente belos e repletos de significado.

 

resumindo: coze-nos a massa cinzenta em banho-maria, mas acho que vale bem a pena :)

20 de Janeiro de 2013, às 00:24link do post comentar ver comentários (2)

Receitas preguiçosas

tão a ver aquelas noites, em que chegamos a casa e a última coisa que nos apetece fazer é cozinhar? tenho uma receita infalível para essas ocasiões, super rápido de preparar e vai muita bem com uma sopinha :D

 

(se consegues a ler esta frase estás a perder o slideshow das fotos no blog)

 

deliciosas!

 

p.s. costumo a aproveitar o pré-aquecimento do forno para tostar ligeiramente o pão :)

E o belíssimo momento que tive ontem à noite?

tudo começou porque me lembrei de ir ouvir uma música que tínhamos apanhado na oxigénio. os locutores da rádio pareciam excitadíssimos com o projecto e de facto, apesar de parecer música de igreja, o som até é bem porreiro. 

 

eis que no meio daquela algazarra toda de sinos, um acorde qualquer desencadeou-me um poderoso fashback!

 

trouxe-me à memória a música do genérico de um programa sobre cinema, que passava na rtp 2, nos finais dos anos 80. ADORAVA aqueles breves segundos, a melodia parecia-me *tão* bonita. depois o programa terminou e nunca mais voltei ouvi-la..

com o tempo, foi ficado cada vez mais calcada na memória, até que ontem o pantha du prince mais a sinfonia do carrilhão encarregaram-se de ir lá ao fundo do poço resgatá-la :D

 

bom, deixa-me lá aproveitar estes anos todos de evolução tecnológica e tentar a sorte, pode ser que entretanto alguém tenha uploadado aquela relíquia para o tubo. command + t and let the search begin!

 

às 22:47 faço a primeira pesquisa, à procura do nome do tal programa.. tinha a vaga ideia que seria qualquer coisa do género "cinema magazine" mas as pesquisas não estavam a produzir resultados. às 23:07 lanço o repto no twitter, podia ser que algum dos meus followers se recordasse do programa. pouco depois as sugestões começam a chegar, e às 23:26 um dos contactos dispara cinemagazine

 

não tardou muito até encontrar um video que parecia reunir todas as características, uma emissão com alguns 20 anos... quando aquilo começa a rodar ia tendo um fanico!!

 

ainda não tinha recuperado totalmente do assombro quando o marido, de iphone em punho, consegue tagar aquele som ultra gasto no shazaam.. nem queria acreditar que estava prestes a ouvir a música do genérico completa, pela primeira vez na vida..aaaaaaaah!!!

 

grooveshark to the rescue e segundos depois tava a bombar nas colunas do mac. OPÁ.. pulei, gemi e guinchei durante quase uma hora às contas daquilo muahahahha apesar de não ser o meu género habitual de música, adorei!! os últimos segundos então, fazem-me revirar os olhos nas orbitas \m/

 

(sim, eu sei que tenho um problema qualquer loll mas acho que não há nada a fazer quando a isso, a música tem o dom de me fazer perder a razão. é das coisas mais susceptíveis de me provocar ataques histéricos.. o historial já vai longo :D) 

 

e pensar que precisei de apenas 40 minutos para encontrar um som que não ouvia há 20 anos.. I FUCKING LOVE THE INTERNET!!

 

(ah, e já não é a primeira vez que isto acontece he he he)

Romântica que nem uma pedra!

hoje, durante os habituais 20mn de road rage que animam as manhãs a caminho do trabalho, comigo a soltar cobras e lagartos aos condutores que atrofiam as estradas e peões afoitos, passou-se um daqueles episódios..

 

iamos nós ali a (tentar) descer a bento gonçalves quando começa a soar uma balada rômantico-pirosa pelas colunas do carro. nisto, o homem pega-me na mão, e começa a acompanhar o sir rod stewart, cantando emocionado a letra perto dos meus ouvidos:

 

- have I told you lately that I love you..

- VAH MEU GANDA CAMELO.. ANDA LÁ COM ESSA MERDA!!

- have I told you there's no one else above you?

- olha-me este cabrão… ISSO, VÊ LÁ SE NÃO QUERES FICAR DEBAIXO DO CARRO!!

- fill my heart with gladness, take away all my sadness,

- FFUUUUU... NÃO CONSEGUES ANDAR MAIS DEVAGAR??

- ease my troubles that's what you do..

- ...


às vezes tenho pena dele lol

16 de Janeiro de 2013, às 23:48link do post comentar

E de repente passaram-se

 

quem diria que aqui o tasco havia de durar tanto tempo, e sempre a bombar :D

 

nasceu no blogger, depois mudou-se para uma plataforma caseira, cozinhada numa disciplina do curso, e mais tarde saltou para os blogs do sapo, onde permanece há mais de 5 anos. perdeu uns meses de arquivo ao início, quando o servidor onde estava alojado desapareceu repentinamente, sem deixar rasto. infelizmente não consegui recuperar tudo, paciência.


a parte gira disto? tem testemunhado os melhores e mais importantes momentos da minha vida, e está cá para recordá-los ♥ ♥ 

 

viu-me terminar o curso em grande estilo, viu-me encerrar um capitulo e dar os primeiros passos para ter vida própria - desertar, arranjar uma casinha, casar, e ter um emprego. viu-me arranjar um furão e um gato marado. viu-me passear, desbravar montanhas, vales, planícies e praias. viu-me tirar fotografias. viu-me comprar um carro, andar de avião pela primeira vez, e atirar-me de um. viu-me viajar e conhecer outros países. viu-me cometer loucuras e mudar de hábitos.

 

andou a reboque dos festivais de verão, das doidices das férias e do campismo e dos fins-de-semana relâmpago, das idas ao cinema, dos cozinhados e das patuscadas, das descobertas, dos namoros, das cenas geek, das idiotices do dia-a-dia...  

 

...not bad!

16 de Janeiro de 2013, às 19:32link do post comentar ver comentários (9)

'Le me

tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mirc.

no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e yada yada, yada... é ler o blog ;)

bucket list

'Le liwl

era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003, numa altura em que os blogs eram apenas registos pessoais, sem pretensões de coisa alguma. e assim se tem mantido.

muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora. para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores: #11 #10 #9 #8 #6 #5 #4

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