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13
Novembro
2007

(ok, isto é uma tentativa de vencer a inércia e não deixar que a crise se instale de vez, so, go easy on me :P)

a happy woman é a revista mais genial que anda por aí. não sou leitora assídua, contam-se pelos dedos de uma mão as edições que comprei, mas lá de vez em quando, vem uma para matar as saudades*

bom, mas ia eu a dizer que acho a revista genial (e não estou a ser irónica nem nada que se pareça), deve ser a menos politicamente correcta das revistas do género, se não vejamos, só na edição deste mês, encontrei um artigo sobre o submundo dos acompanhantes masculinos, um artigo sobre agências de alibis, para nos safarem o coiro caso nos apeteça seguir a dica dos acompanhantes, a moda dos amigos com benefícios, dominação em 10 passos, e a cereja no topo do bolo, uma lista de mitos sobre relações perfeitas. ora, tá-me cá a querer parecer que com tanta devassidão, relações perfeitas são mesmo uma utopia lol (mas são precisamente estas combinações de artigos que eu curto à brava)

anyway, não concordei com o que li em mais de metade do artigo dos mitos porque:

1. sim, nós estamos sempre de acordo, e quando não estamos, chegar a um consenso é sempre pacifico;
2. sim, continuamos tão ou mais românticos como no primeiro dia;
3. sim, nunca discutimos, nem uma vézinha que fosse, nestes 6 anos que estamos juntos, os problemas resolvem-se muito melhor falando calmamente;
4. sim, partilhamos muitos interesses e comum e ninguém teve que se moldar ou adaptar aos gostos do outro, e isso jamais em tempo algum deu azo a chatices;
5. tu não concordas, happy, mas não há pessoa no mundo que eu não goste mais de desabafar do que ele, porque ele sabe exactamente do que falo, e compreende, e sabe sempre o que dizer;
6. e não, essa parte não é a mais importante, ao contrário do que sugeres;
7. neste ponto estamos de acordo, eu também concordo que não há uma fórmula para as coisas funcionarem, são diversos factores, que todos juntos contribuem para que tal aconteça;
8. também concordo, nenhuma das partes tem que mudar só para agradar a outra, isso representa uma perda de identidade, não estamos a ser verdadeiros connosco, mas há que saber identificar o que pode pôr em perigo a relação e conversar sobre o assunto, de modo a que não seja só uma das partes a dar o braço a torcer, se tem que haver sacrifícios, que sejam feitos por ambas as partes.

mas o artigo que mais gostei e mais me identifiquei foi um que fala sobre os dinkis (double income no kids), de resto, e tirando o facto que metade das paginas são publicidade, pouco mais liguei. moda, dietas, cosméticos e afins não são dos assuntos que mais interesse me despertam (mas que até leio), é mais mesmo por aquele conjunto de artigos manhosos, mais uns outros quantos, mais as dicas (e o voucher, claro), que fazem desta revista uma companhia agradável :)

agora, fixe fixe, era se me tivessem oferecido uma subscrição anual só por eu me ter dado ao trabalho de ter escrito este post a fazer-lhes publicidade tão descaradamente... bah!

* há uns anos atrás, tive uma fase em que me viciei em revistas, comprava montes delas por mês, depois obriguei-me a mim mesma a acabar com esse vicio. consegui, mas de vez em quando, lá tem que ser, né? he he



Isa, às 00:25 // interessa-te?

17 interessaram-se:
De Crisálida a 13 de Novembro de 2007 às 13:19
Eu te entendo quando dizes que não concordas com os artigos que falam sobre relacionamentos. Também eu vivi um casamento assim, e ele foi feliz em cada segundo que durou... Infelizmente ele já se foi desta vida (pois é, sou uma jovem viúva), mas foi tão intenso, tão perfeito e mágico cada segundo que passamos juntos, que não consigo me sentir viúva... Sinto-me casada e muito bem casada, porque meu amor continua intacto, como se ele ainda vivesse todos os dias comigo.
Mas... Uma coisa deve-se apontar: relacionamentos assim são muito raros, e a maioria esmagadora, são de casamentos problemáticos, onde tudo que há nesses artigos é a realidade dos casais. Eu já tive outro casamento antes do último, que foi meu segundo, e no primeiro era precisamente o oposto. Acho que casamo-nos por impulso, por paixão, mas quando tudo esfriou, viu-se a realidade, que era bem diferente de um casamento como tive com meu segundo esposo.
Enfim, eu também adoro ler revistas, mas tem tempos que não faço isso, especialmente depois que a internet passou a fazer parte do meu cotidiano, porque ela é um meio barato, prático, rápido, e então acabei deixando as revistas de lado. :-)
Beijos


De Isa a 13 de Novembro de 2007 às 13:30
Ai, nem me fales nisso que é um dos meus maiores medos.. jamais irei encontrar alguem igual :(


De Crisálida a 13 de Novembro de 2007 às 13:42
Calminha, não tenha medo! :-) Vcs vão envelhecer juntinhos! :-)
Sofrer por uma hipótese que pode jamais se concretizar, é desperdiçar sofrimento. :-)))
Daqui à 30 anos vou entrar aqui no seu blog e vou ver, no dia 26 de outubro, vc comemorando 57 anos de vida e 33 casada (viu? Tô lendo seus posts... rs), e contando como foi linda a festa que seus filhos fizeram para vcs, mas que as Bodas de Prata, feitas 8 anos antes, ainda tinha sido a melhor. :-))
Beijos!


De Be a 13 de Novembro de 2007 às 13:59
Antes demais, fiquei curiosa com os dinkys... nao faco ideia o que sao, quer dizer, percebi + ou - pelas palavras...

Os relacionamentos tem que se lhe diga, e verdade... mas nao ha nada melhor do que acordar ao lado da pessoa que se ama, n'e? Mas sabes que nao tomo nada por seguro, nem eu, nem ele. Estamos juntos ha 11 anos. E discutimos feio algumas vezes, mas tentamos smepre levar as coisas a bom porto, as vezes e facil, outras vezes nem por isso... e temos hobbies muito distintos, mas temos outras coisas em comum. Por exemplo, acho qeu ele e a unica pessoa que ainda nao estreveu um postzinho que fosse no meu bloguinho, acho que nem sequer e aasiduo... Nao ha formula certa! A verdade e que avida a dois nao e facil todos os dias, mas desde que haja bom senso e meio termo, nao ha nada que nao se consiga. Ai, o amorrrr e lindo!
Bj e muito amoorrrrr,
B:)


De Isa a 13 de Novembro de 2007 às 16:48
dinkis são aqueles casais que optam por não constituir família, ou quando o fazem, têm apenas um filho e já tardiamente. preferem gozar os prazeres da vida, levar uma vida sem grandes responsabilidades, e torrar o guito todo em viagens, gadgets, e coisas do genero. choros, noites mal dormidas, fraldas, pediatra, biberons, etc etc não é cá com eles he he

nos somos os dois muito parecidos, viemos de famílias parecidas, tivemos experiências muito similares, partilhamos os mesmos objectivos e ideais, assim como o gosto musical, hobbies, etc etc...sao muito poucas as coisas que não temos em comum ^^

bem, ainda não consegui que ele escrevesse um blog...mas já teve mais longe hi hi hi


De Niahm a 13 de Novembro de 2007 às 15:09
Também gosto de ler a Happy Woman. Acho que é mesmo a melhor do género, não é nada cara e o voucher dá sempre jeito! Relativamente a esse artigo, também o li e concordo com algumas situações, outras nem tanto. *


De handsoftime a 14 de Novembro de 2007 às 12:30
REalmente não há formula mas amor, respeito e amizade ajuda muito!!


De Euquandoforgrande a 21 de Novembro de 2007 às 11:06
Que engraçado! Hás-de ler o meu post sobre os DINKIS essa raça maravilhosa que eu tb descobri nessa revista...


De Anónimo a 27 de Setembro de 2008 às 10:58
Por acaso acho essa revista um verdadeiro disparate, e cheia de artigos que não lembram a ninguém...


De Maria Silva a 12 de Novembro de 2008 às 11:36
Descobri recentemente a Happy.
É optima e tem um preço muito agradavel.
Parabens á revista!!!


De Sancheiza a 6 de Janeiro de 2009 às 13:17
Uma boa tarde Isa,
Eu comecei a comprar a Happy porque aparentava ser uma revista dinâmica, extrovertida e principalmente muito desinibida nas matérias abordadas no que toca a sexo, prazer, companheiro\os..À terceira compra reparei que as matérias repetiam-se..comecei a utilizar os vouchers (pensei ao menos isto)..Já fui a imensos refúgios recomendados na revista e valeu a pena. O conteúdo em si já não me surpreende..talvez por gostar de estar sempre a par e a inovar..Eu confesso que adoraria trabalhar numa revista e intervir na escrita, no grafismo, na publicidade..
Continuo a comprar a happy porque desde o início que me encantou...


De Isa a 6 de Janeiro de 2009 às 14:19
Yep, é um bocado virò disco e toca a mesma: um artigo sobre o oculto, outro sobre mulheres emancipadas que não precisam de homens, outro sobre profissões, outro sobre preversões sexuais, outro sobre novas tecnicas de acabar com a celuite loll

Vale pelas sugestões que dá, de restaurantes, hoteis, moda, etc :)


De hiphip a 2 de Fevereiro de 2009 às 18:46
Eu também gosto de ler esta revista, mas apenas a (extensa) secção sobre sexo. Só acho que devia ser para maiores de 18, porque é bastante explícita nestes artigos. Acho que uma míuda de 13 anos ler que é óptimo fazer sexo em grupo e em locais públicos e com pessoas do mesmo sexo é desadequado.


De Anónimo a 12 de Junho de 2009 às 23:38
Gosto da revista, é uma revista ousada e moderna.
Tudo nela é diferente e sexy, apesar de falar imenso de moda, não é uma revista cusca.


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tem idade suficiente para ter juízo, mas nem sempre parece. diz que ganha a vida a fazer sites e passa 80% do dia agarrada a computadores e à internet. é geek até à raiz do ultimo cabelo e orgulha-se disso!

algarvia desertora, plantou-se algures na margem sul e vive há uma eternidade com um gajo que encontrou na net.

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o pink overload até podia sugerir que este é o tipico blog de gaja, mas passam-se coisas muito estranhas por aqui, por isso deixo isso ao criterio de cada um.

anyway, nasceu a 16 de Janeiro de 2003, e esta é a sua 9ª versão. a anterior permaneceu online durante 4 anos. fartou-se de rodar por essa internet fora e não só!

não é suposto funcionar em internet explorer 6 pois recuso-me a continuar a pactuar com browsers pré-históricos, por isso, se ainda o usam, ganhem juizo e actualizem-se!


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