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20
Setembro
2008

SPOILER ALERT!

sigo house desde o final de 2005, quando a série começou a ser emitida no fox. bastaram dois ou três episódios para me tornar fã incondicional, e desde então, que não tenho perdido um único episódio, e já os vi praticamente todos mais do que uma vez (graças à programação repetitiva do fox :P)..

adorei as duas primeiras seasons, mas a terceira deixou-me com um sabor amargo na boca, a história do policia foi longe demais, assim como as rescisões em massa no final.

a quarta foi diferente. já sabíamos que íamos ter caras novas e até foi divertido, pois tivemos grandes momentos de humor. acontece que devido a isso, tiraram de cena as outras personagens que eu tanto gostava. em vez de terem papeis à sua altura, não, foram postos completamente de parte, pelo menos duas delas, cujas aparições eram tão raras que me partia o coração. parecia que apenas estavam ali por piedade...levei os episódios todos na esperança que isso levasse uma volta, mas não, não me fizeram a vontade. fiquei desiludia com essa season, apesar do excelente final a que a que teve direito.

a quinta já se sabia que ia começar com a amizade entre o house e o wilson tremida, mas bolas, podiam ter conciliado as coisas de uma forma melhozinha... quando se leva 4 meses à espera que uma série recomece, cria-se um certo nível de expectativa, ainda por cima, quando essa série já nos habituou a grandes finais e grandes recomeços. este foi de longe, um episódio genial..

o house andou o episódio todo com a cabeça no ar, teve-se completamente nas tintas para a paciente, deixando-a entregue à equipa, que apesar de ser outra, tem exactamente o mesmo M.O. que a antiga, cada um tem uma ideia e não se sabem coordenar, parece que não sabem o que andam a fazer (tipo, se foi para isto, mais valia termos ficado com a outra, não?) e chega ao fim do episódio, olha pro decote da cuddy e *puf*, tem uma epifania: a paciente sofre de lepra. just like that. sem contra-argumentos, sem decisões arriscadas, sem terapias esquisitas...

ainda por cima quando estamos fartos de saber que nem tudo o que ele diz ou faz está certo, e que, geralmente, o primeiro diagnostico que lhe vem à cabeça está errado...

...e não me venham falar de character development que o house amuado pelo wilson decidir que tem que se afastar só porque perdeu a namorada não lhe dá grande crédito... bem, ao menos o wilson meteu cá para fora aquilo que já devia ter metido desde a primeira season...

a sério, esperava muito mais que isto... espero que os próximos episódios compensem...


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Isa, às 02:53 // interessa-te?

8 interessaram-se:
De Emanuel a 20 de Setembro de 2008 às 11:30
Penso que para começar não foi assim tão má , House revelou-se 'negligente' ao máximo com um paciente e por motivo de afectos, Wilson foi a verdadeira revelação, não contava com atitutes tão radicalistas chegando ao ponto de dizer a House que jamais foram amigos. Não gostei de ver a Cameron retratada em parte na Thirteen penso que deveriam ter optado por um tipo de atitude diferente na mesma, aquela hesitação e apego emocional à situação do doente já nao estão com nada (digo eu). Depois o que realmente foi um pouco impropério foi o diagnóstico ter saído à pressão qual pipoca saltitante e House acerta à primeira (surpresa). Mas por acaso gostei. =P
Sinceramento acho que esta season poder-se-á revelar melhor que a anterior.


De pedrocs a 20 de Setembro de 2008 às 12:58
Que início de season sensacional!

House não é uma telenovela! Uma série que não tem medo de chegar a meio e correr com metade do elenco principal, é de facto uma grande série.

O House está cada vez mais frio, mau e egocêntrico, não é um herói nem sequer um anti-herói... é praticamente um vilão!

Cada vez melhor.


De Isa a 20 de Setembro de 2008 às 15:06
realmente, agora que falas nisso, aquilo está mesmo a parecer-se com uma telenovel..se não, vejamos:

a namorada de um morre por causa do outro que foi pros copos, e que se recusa a aceitar que teve culpas no cartório e é incapaz de pedir desculpas sinceras. nem sequer é capaz de enfrentar o problema e prefere ir a correr prás saias da "mãezinha", a única forma de tentarem comunicar é numa sessão de "couple counseling" forçado, até que finalmente um acorda e vê que afinal nunca foram amigos, e decide-se ir embora.

a outra que tem um prazo de validade a caminho de expirar, e está a tentar fazer alguma coisa pelo mundo para dar significado à sua existência...torna-se amiga e conselheira dos pacientes.

o outro, que não consegue ser aceite em mais hospital nenhum por causa de ter trabalhado com com trabalhou, vive resignado a um cargo que parece nem apreciar, mas tem que aceitar porque parece ser a sua única alternativa..

...definitivamente, uma telenovela, sim!


De Isa a 20 de Setembro de 2008 às 15:09
faltou apenas dizer, que se é para ver dramas pessoais, via a grey's anatomy em vez de house :P


De pedrocs a 20 de Setembro de 2008 às 23:06
Estás enganada, Isa. Nas telenovelas os personagens não mudam e as grande intrigas são casos amorosos, desníveis sociais e casamentos.

Mas se estás desiludida com a série, não sou eu que te vou convencer do contrário :)


De robsan a 21 de Setembro de 2008 às 09:02
É curioso, mas para mim o maior atractivo do House MD não são apenas os casos médicos que vão surgindo, mas sobretudo as relações (e dramas) que envolvem aquelas excelentes personagens.


De Isa a 21 de Setembro de 2008 às 13:39
Eu não me importo com os dramas pessoais deles, daí que quando disse "podiam ter conciliado as coisas de uma forma melhozinha" estava-me a referir a dramas pessoais e diagnosticos incriveis. Acho que não é pedir muito..


De Joe-Fagundes a 20 de Setembro de 2008 às 19:12
Por outro lado Supernatural e Smallville regressarem em grande, Prison Break continua a sua descida na mediocridade, Sarah Connor continua em grande, Entourage voltou com a qualidade em alta, Mad Men continua excelente, das novas séries a que tenho gostado mais são True Blood, Sons of Anarchy, 90210 (esta como guilty pleasure).


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tem idade suficiente para ter juízo, mas nem sempre parece. diz que ganha a vida a fazer sites e passa 80% do dia agarrada a computadores e à internet. é geek até à raiz do ultimo cabelo e orgulha-se disso!

algarvia desertora, plantou-se algures na margem sul e vive há uma eternidade com um gajo que encontrou na net.

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o pink overload até podia sugerir que este é o tipico blog de gaja, mas passam-se coisas muito estranhas por aqui, por isso deixo isso ao criterio de cada um.

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