Dezembro, mês das listas… II

cenas mais caricatas de 2013!

 

o harlem shake no work, que só visto :D

 

na primeira caminhada que conseguimos fazer, o encontro de 1º grau com uma raposita, que se deixou fotografar de perto em troca de umas bolachas. 

 

termos largado a gata na neve e ela não ter ficado muito chateada com a cena, antes pelo contrário :) 

 

aquela caminhada épica na serra do risco. nós os dois a correr à frente daquilo que imaginámos ser um javali raivoso no nosso encalço (não teve lá muita piada na altura, mas agora sempre que me lembro da cena desmancho-me a rir) ou umas horas antes, termos andado afogados no matagal sem saber bem para que lado nos havíamos de virar. 

 

o tão aguardado regresso dos daft punk, que se revelou num desgosto atroz.. o único álbum deles que não consta (e jamais constará) na nossa colecção de CDs.

 

o dia 7 de junho, que ficará prá (nossa) história como um dos dias mais intensos do ano.. e provavelmente da década.. assim como as duas semanas que se seguiram.

 

o cascas ter-nos deixado apeados no meio do nada. e toda a confusão que isso provocou, incluindo a multa do taxista.

 

o reboliço das férias de agosto e a estadia no camping de s. miguel, que teve os seus momentos, especialmente a noite da orquestra de roncos!

 

(um que era para ter sido postado e não foi) num dos fins-de-semana em que fomos à terrinha, meti com o hóme, a mãe e as sobrinhas na praia do amado, onde aproveitámos para ir morfar umas amburgas à do “van damme”. 

depois da patuscada, ficámos sentados na descontra, a curtir o momento, enquanto as miúdas se piraram da mesa para ir brincar. 

entretanto, chega ao centro de surf que existe junto à tasca, um grupo de surfistas acabadinhos de sair do mar. a sobrinha mais velha, que não é *nada* curiosa, meteu-se com eles, e a minha mãe foi até lá dizer-lhe que os deixasse em paz. 

ao observar a cena, não consegui deixar de reparar na qualidade do material que se pavoneava por ali, e com a desculpa de manter o controle nas miúdas, não descolei mais os olhos daquela direcção muhahahah

às tantas os moços começam a pelar os fatos e a banharem-se num chuveiro estrategicamente posicionado à entrada do centro... quando começa a soar nas colunas do bar, a balada mais erotico-chunga dos anos 80 - you can leave your hat on. o cabrão do meu cérebro não faz mais nada se não começar a registar o momento em câmera lenta, por causa da música.. juro!

quando me apercebi da coisa, parti o côco a rir. aquilo não podia ter sido por acaso, alguém no bar deve ter achado que a música era apropriada ao momento (e era!) lolao 

 

a noite na galé, a fotografar a lua :D

 

o dia em que fui conhecer uma das (ex-) pr0n stars mais famosas do meio, que resolveu tornar-se escritora. apesar de na altura já ter o kindle e ter prometido a mim mesma que não voltava a gastar dinheiro em papel, comprei o livro para que ela o autografasse.

 

a pior experiência de sempre num japunoca chamado nagoya.. já comi em muita tasca manhosa de sushi mas nunca me tinha calhado uma como aquela, que até de dava vómitos só de olhar para a comida.

 

o momento em que decidi voltar as costas à apple e abraçar a experiência windows phone/lumia.

 

(este foi recente) o italiano sortudo. cruzámo-nos com um tipo que ia à pressa, e ao de longe pareceu-me ver um movimento aos pés dele, mas não consegui perceber se tinha sido algo que ele deixou cair ou se pontapeou qualquer coisa que estava no chão. quando passamos pelo local topei um telemóvel todo desmembrado no canteiro - miolo para um lado, bateria para outro, e capa para outro. pegámos naquilo e desatamos a correr na direção dele, mas o tipo enfiou-se no metro e desapareceu do mapa. lembrei-me logo da minha carteira perdida e da aflição que é perder algo, e achei que o gajo ia gostar de reaver o telemóvel, assim como eu gostei de reaver a carteira.

vai daí, ligámos o telemóvel mas por azar o cartão tinha o pin activado, não dava para procurar contactos. havia a hipótese de passar numa loja do operador a ver se podiam fazer alguma coisa, mas entretanto o homem experimentou trocar o cartão pelo dele e conseguiu aceder.

não tinha contactos mas tinha sms.. é um bocado mau andar a vasculhar aquele tipo de coisas, mas era por uma boa causa lol além disso eram quase todas em italiano, não dava para perceber grande coisa.

o homem lá anotou um número que lhe pareceu promissor e mandou um sms. obteve resposta pouco depois e meia-hora mais tarde, o dono apareceu para reclamá-lo. teve sorte, foi o que foi :D

 

(entre muitas outras, que não ficaram registadas e já se esfumaram - ou então não são praqui chamadas :D)

    30 de Dezembro de 2013, às 21:00link do post comentar