Rendi-me

sempre fui muito resistente aos aspiradores robot. acho-os demasiado caros e parecem-me demasiado frágeis, e tenho dúvidas se funcionam realmente bem, ou se a limpeza é superficial. não vou gastar centenas de euros se uma mopa seca fizer o mesmo serviço, né?

mas acontece que cheguei ao limite da paciência para andar sempre a apanhar tufos de pêlo de gato e areia espalhados pela casa. aspira-se, e no dia a seguir o chão já tá todo badalhoco.. e lá tenho eu que andar a passear a mopa pelo chão - com tanta coisa melhor onde empregar esse tempo 😤

mais a mais, agora que tenho o cabelo mais curto e não ando sempre com ele apanhado, entre mim e a gatifonga, a questão do pêlo tornou-se num caso sério. cabelos meus enleados em tufos de pêlos de gato, a casa parece o faroeste..

 

tumbleweeds

 

tão manda vir uma dessas coisas prágente, a ver se conseguimos manter o chão limpo sem mexermos uma palha.

não é um roomba, esses custam os olhos do cú, é uma chinesada que custa metade do preço, e mesmo assim..... mas pronto, até tem wife acceptance factor, é branco e todo minimalista!

é realmente muito pratico, e bastante desenrascado. é mandá-lo ir aspirar e ele nem responde "já vou", arranca logo. em 30 minutos trata do assunto lol

como aquilo ainda faz um certo ruído, ocorreu-me que podíamos usá-lo também como despertador (só ideias brilhantes, esta cabecinha 😆), por isso está programado para começar a aspiração às nove da manhã. e até funciona, pelo menos para o homem. assim que o ouve salta logo da cama, para tirar as cadeiras e as coisas do gato do caminho (ele até a taça da comida do gato tenta aspirar). já eu, quando dou por ele, já vem de volta à base 😑

admito.. era MUITO céptica em relação ao desempenho destes aspiradores, e não estava nada à espera que aquilo fizesse um trabalho tão bom. fora o sofá e os cantos estreitos onde ele não consegue enfiar-se, o chão fica impecável, como se tivesse sido aspirado pelo trambolho. até o tapete do wc do gato aspira. saca com cada deposito de cotão e areia que até fico a bater mal... quem diria que a casa num dia junta tanta porcaria 😨 tão explicados aqueles ataques de rinite que volta e meia tenho...

anyway.. visto que *provavelmente* não terá tanta qualidade como um aspirador que custe o dobro ou o triplo do preço (we shall see), espero não se escangalhe todo daqui a meia dúzia de dias, e aguente uns quantos anos ao nosso serviço.

ah, a gatifonga, que detesta o barulho do aspirador e esconde-se sempre que a casa é aspirada, àquele já acha uma certa piada. ou então desconfia do invasor rasteiro e gosta de ficar de olho nele. está sempre por perto, às vezes tão perto que ele tem que parar para não bater nela, porque a madame não se desvia de nada nem de ninguém que ouse atravessar-se à sua frente. ainda não lhe saltou para cima e andou à boleia, mas vamos aguardar pacientemente muhahahaha

catshark

19 de Outubro de 2018, às 20:28link do post comentar ver comentários (2)

Nihon...go!!

eis que começa o nível elementar de japonês yay

as aulas continuam no mesmo dia, no mesmo horário. a turma está reduzida a metade. no ano passado começamos com 18 e acabamos 12. neste, começamos 9 mas tenho a sensação que vamos acabar os mesmo 9. apenas duas caras novas.

a parte gira é que por nos conhecemos todos, a galhofa enche a sala 😂
a parte menos gira, é que por sermos tão poucos, cheira-me que este ano o ritmo vai ser acelerado 😭

anyway, não estudamos um .). durante as "férias" lol tamos tão tramados... burro velho já não aprende línguas com tanta facilidade muhahahah

3 de Outubro de 2018, às 23:15link do post comentar

Episódios da vida nas férias

há coisas que só acontecem em restaurantes com mesas corridas.

dois casais perfeitamente desconhecidos ao início da noite, tagarelam como se fossem velhos conhecidos. uns são alemães, outros franceses. elas conversam em francês, eles em inglês. quando a noite acabar, muito provavelmente nunca mais se voltarão a encontrar.

neste cenário, a comida é desbloqueador de conversa. chegam os pratos dos primeiros, os segundos (possivelmente esfomeados) babam, e metem conversa de circunstância. de seguida, o tema passa para as viagens e a conversa flui. é sempre assim.

nesta história em particular, há um terceiro casal, o último a juntar-se à mesa de seis. este casal de tugas afinfa-se com um pote de arroz de marisco servido ainda a fervilhar, que deixa os outros dois casais sem pio, espantados com o tamanho da refeição que duas pessoas tão pequenas (pelo menos em comparação com eles) vão consumir. especialmente os franceses, que estão mesmo ali ao lado, quase que lhes escorre a baba para dentro do pote.

mas ainda não é desta que os franceses, à semelhança do que fizeram com os alemães, metem conversa com os tugas. continuam a falar com os alemães, enquanto vão jogando um rabo de olho aos tugas e ao pote de arroz.

à terceira menção se sintra, como se fosse o ex-libris de portugal, o tuga começa a ficar agitado. a tuga nota que ele está em pulgas de se meter na conversa, como de costume.

cinco minutos depois, estão três casais, perfeitamente desconhecidos, em amena cavaqueira. as conversas desenrolam-se em inglês, francês (porque a francesa só compreende francês), e até espanhol. muitas sugestões de lugares fantásticos para visitar são trocadas.

entretanto o arroz de marisco vai desaparecendo lentamente. no final, quando o pote vazio é recolhido, quase que batem palmas, impressionados com o estômago dos tugas.

o jantar não terminou sem torta de batata doce e amêndoa repartida por todos e um brinde com ginginha. e um "quando passarem por [inserir o nome do local aqui] venham visitar-nos" que também se pode traduzir num "até sempre". há malta fixe!

    29 de Setembro de 2018, às 02:47link do post comentar

    Seventeen

    seventeen

     

    ...apesar de tudo, não muda nada!

    26 de Setembro de 2018, às 19:50link do post comentar

    #nãosoutáxi

    a propósito de mais uma birra greve dos taxistas, aqui fica uma história da carochinha:

    certa madrugada (os detalhes agora não interessam) decidimos apanhar um uber para o aeroporto de barajas. o percurso surge na app, com a estimativa do custo. não era nada do outro mundo, e àquela hora já só queríamos era descansar, por isso venha daí esse uber.

    minutos depois, surge um sedan preto impecável. o motorista, muito simpático, mete conversa mal arrancamos. topa que somos turistas, e que não estávamos com muita pressa, e que pela descrição do que nos tinha levado àquele ponto onde nos apanhou, se calhar nem por isso andávamos muito apertados de carcanhol. tão fez o que os taxistas espertalhões gostam de fazer: seguiu pelo caminho mais comprido...

    ...e nós, no banco de trás, de app ligada a acompanhar o desvio, de queixo caído por o gajo nos estar a fazer de patos. mas não dissemos nada. continua lá com o teu plano, amigo. 

    se calhar se fosse durante o dia, a tour não solicitada até teria algum interesse, mas a altas horas da madrugada, não se via porra nenhuma..

    eventualmente, chegamos ao aeroporto. demorou o dobro do tempo, percorremos o dobro da distância, e claro está, a uber cobrou o dobro do preço inicialmente previsto. 

    assim que o resumo da viagem surge no ecrã, o homem não vai de modas e faz uma coisa que por esta altura da história da humanidade, já devia ser obrigatório existir em todos os táxis e viaturas de transporte de particulares: pediu a revisão da tarifa.


    poucos minutos depois, dinheiro cobrado a mais pelo grosseiro desvio do motorista foi devolvido. caso encerrado!

    se tivesse acontecido com um táxi, tínhamos ficado a arder em 15€. como foi a uber, pagámos o que era suposto. espertalhões existem em todo o lado, mas felizmente também existem formas de lhes fazer o tiro sair pela culatra. 

    quanto aos taxistas tugas, continuem a fazer greves e não se actualizem que não é preciso...

    PS.: este post não é patrocinado pela uber, aliás, a uber é uma ruína para as minhas finanças. além disso, já temos apanhado uns ubers bem merdosos, que lhes mereceu umas semanas de castigo como forma de protesto. ainda assim, mil vezes uber!

      19 de Setembro de 2018, às 19:20link do post comentar ver comentários (3)(1)

      Gateco

      a madrugada de sábado para domingo foi agitada.

      seriam duas da manhã quando o homem lhe pareceu ouvir uns miados. a mim parecia-me mais sons de pássaros ou morcegos. mas fiquei com o ouvido à escuta.

      por volta das três, depois de uns momentos de silêncio, voltou à carga. desta vez até eu fiquei sem dúvidas que eram miados, e bastante aflitos. como aquela berraria já estava a durar à demasiado tempo, saímos à rua a ver se dávamos o bixo em apuros.

      assim que saímos, deve-se ter assustado com o barulho, e calou-se novamente.

      o homem foi para um lado, eu fui para o outro. andamos por ali às voltas a ver se o víamos, até que às tantas os miados aflitivos voltaram a ecoar. fui em direcção ao som, e topei um gatito perto da estrada. fiz sinal ao homem, e fui andando muito devagarinho na direcção do bixito. ele, assustado, ia fugindo desengonçadamente à minha frente.

      quando o homem se juntou a mim, lá conseguimos deitar as mãos ao caganito. era minúsculo, devia ter poucas semanas de vida, e tinha um olho completamente inflamado. já os pulmões estavam em plenas condições, pela berraria que continuava a fazer.. não parecia muito incomodado com nossa presença, não fugia nem se tentava esconder.

      o bicho estava naquela aflição havia pelo menos duas horas. ficamos com ele por turnos, enquanto procurávamos gatos adultos nas redondezas. entretanto passei por casa para ir buscar comida, mas ele não estava interessado, só miava que dava dó. e nem sinal de gatos adultos.

      por volta das cinco, desistimos de esperar pela progenitora. mas não podíamos deixá-lo ali sozinho.. voltei a casa para ir buscar a transportadora, e fomos com ele ao vet. consulta de urgência, mas que se lixe, não o podíamos levar para casa sem ser visto por um veterinário.

      tava cheio de pulgas e a infecção no olho era feia, mas não tinha febre e a auscultação estava normal. por ser tão novo, desparatização externa só banho, engoliu à força um comprimido para desparatização interna, uma injecção de antibiótico (a repetir durante uma semana), pomada no olho inflamado, limpeza de orelhas, e foi pesado. meio kg de gato. a vet deu-lhe à volta de 4 semanas, e ainda não dava para perceber bem o género. as nossas fichas estavam em fosse fêmea.

      o homem não estava muito convencido, mas eu já estava a esfregar as mãos "querem ver que a gatifonga vai ter um diabrete para se entreter?" oh yeah!

      mas tínhamos ali um problema.. não podíamos levar o gatito já para casa, para não passar nada esquisito à nossa. precisava de ficar de quarentena em algum sítio.

      o homem telefonou aos pais - às cinco e meia da manhã, pregou-lhes cagaço do tamanho do mundo 😅- a explicar a situação, e se não se importavam de acolher o bixo uns dias, até ele terminar o antibiótico, curar a inflamação do olho, e podermos testá-lo para saber se não havia problema em juntá-lo à nossa.

      os sogros receberam o caganito de braços abertos. para nossa grande surpresa, não parecia assustado - antes pelo contrário, estava bastante curioso com aquele novo ambiente, e não tinha medo dos gigantes que não o deixavam em paz. demos-lhe o paté que trouxemos do vet, e ele não comeu, devorou!!

      mais tarde fomos lá outra vez, para lhe dar banho, catar-lhe a pulgas, e meter a pomada no olho. portou-se super bem durante esta provação, teve uma paciência brutal, sem nunca reclamar. da ultima vez que dei banho e catei um gato, temi pela vida.. já este quase que adormeceu a ser catado, tão foooofo!!

      o mais curioso era que ainda nem 24 horas tinham passado, e já o bixo estava totalmente ambientado, a derreter os corações dos humanos todos à sua volta. brincalhão, asseado (aprendeu a ir às pedras à segunda mija), uma lata de 200gr de paté quase toda no bucho. e muitos ronrons!

      os sogros afeiçoaram-se a ele imediatamente, "daqui já não sai" lol, lá se vai a companhia da gatifonga.

      entretanto uma semana passou, a bixa foi oficialmente declarada fêmea, engordou 50% do peso inicial (pudera, come que nem uma desalmada), é super, super brincalhona e mimalha. e está a ser seriamente mimada pelos meus sogros. o olhito provavelmente não tem recuperação, mas a inflamação ficou curada.

      chama-se farrusca, 

      farrusca  
      ...e é um amor de gateco 😍

      9 de Setembro de 2018, às 22:58link do post comentar ver comentários (2)

      Sabes que tás a ficar velha quando... VI

      estás inclinada sob o lavatório a escovar os dentes.

      no momento que te endireitas, "puxas" um músculo qualquer nas costas, e andas à rasca com dores durante três dias 😑

        4 de Setembro de 2018, às 01:29link do post comentar ver comentários (3)

        FML

        agosto já era, e eu fui à praia exactamente.. UMA VEZ!!! e apenas durante DUAS HORAS!!! recorde mais deprimente para a minha pessoa, nem quando passava os verões inteiros a vergar a mola noite e dia se isto aconteceu.. porca miséria, cagalhão, foda-se!

        nunca tive tao pálida nesta altura do ano.. vá lá que ainda tenho setembro para ver se arranjo uma corzinha mais saudável :P

        1 de Setembro de 2018, às 00:30link do post comentar ver comentários (2)

        Dia 1 e 2 // Madrid

        na sexta não acordamos muito tarde, para não falhar o pequeno-almoço. na sala de refeições do hotel era só malta com pulseira do madcool. cabrões, viram tame impala e justice e eu não... buáááá!!!

        estava a dar o telejornal na tv, e eu ali à espera que a qualquer momento entrasse um directo a dar conta dos últimos desenvolvimentos sobre el atraco a la fabrica de moneda y timbre... la casa de papel much? muhahaha

        tão e depois do pequeno-almoço, e já que tinham o dia completamente livre, foi a puta da loucura na capital espanhola, não?

        HELL NO!! nem pensar que vou para a rua com este calor fdp.. fdx!!

        fomos pró quarto e ficamos na ronha até perto das quatro da tarde, depois fomos (tentar) visitar a "fábrica nacional de moneda y timbre", aka sede central do consejo superior de investigaciones científicas. estivemos por lá um bocado, e estava sempre a aparecer malta, e a tentar entrar lá dentro, mas o segurança não ia na conversa. só conseguíamos ver uma nesga do edifício, meh. o homem metia-se na conversa com quase toda a gente que aparecia ali para fazer o mesmo.

        dali regressamos à base, e voltamos à esplanada da noite anterior, para afinfar nas tapas. enchemos o bandulho com saladinhas e cenas frescas que estavam um mimo. depois fui à caça de um palmier coberto de chocolate para sobremesa. encontrei um enorme numa granier, mas não era tão bom (nem lá perto) daquele que comi em miranda do douro. depois demos mais umas voltas pelo bairro, e fomos descansar.

        e acho que não fizemos mais nada nesse dia :D

        a notícia da noite foi que os massive attack tinham cancelado o concerto em cima da hora, por causa de problemas relacionados com som. fixe, assim fico um bocadinho com menos de pena por não ir aos três dias do festival he he he

        no sábado, depois do check out fizemos um pequeno desvio e atravessámos os barrios de castellana e recoletos, no distrito de salamanca. recoletos é a fuencarral para malta com carteira recheada, parecia a avenida da liberdade, lojas finórias porta sim, porta sim. mas muito gira, esta zona de salamanca, chique a valer.

        fomos a uma decathlon, que o homem andava a chatear-me para arranjar uma mini-mochila igual à dele, para dividirmos a carga. também entrei em duas pepe jeans, para ver se safava uns calções muita giros que estavam em saldos no site, mas tive azar..

        ali apanhamos o metro para o terminal 4 de barajas, para largar as malas no depósito de bagagem. fizemos isto muuuuuito nas calmas, que tínhamos uma porrada de horas pa queimar até à hora do festival. depois apanhamos o metro para os nuevos ministerios, e fomos ao el corte inglés, que eu ainda não tinha desistido dos calções da pepe. e lá sempre estava mais fresco que na rua lol

        por volta das seis, já aborrecidos de não estar a fazer nada, metemo-nos a caminho do festival. supostamente devíamos ter apanhado a linha rosa, mas às tantas reparei que estávamos a passar numa estação onde tínhamos estado no dia anterior.. e não pertencia à linha rosa.. oh crap!! 

        entramos na cinzenta por engano, que por acaso era uma linha circular.. e por acaso nós até tínhamos tempo para queimar.. 💡"em vez de voltarmos para trás, continuamos aqui confortavelmente sentados, a carregar os telemóveis". e foi assim que circulamos madrid por baixo de terra. a paisagem não é nada de especial, mas recomendo a viagem em caso de necessidade de carga na bateria do telemóvel 😂

        tren cargador  
        só ideias boas, estes espanhóis!

        chegamos ao festival às sete da tarde e mesmo assim, ainda estava um calor dos infernos. ainda bem que não fomos mais cedo.. also, da próxima LEVAR um cabrão dum chapéu!! ainda foi um *certo* esticão entre a estação de metro e o recinto, e pelo caminho havia mangueiras espalhadas prá malta se refrescar. já disse que os espanhóis só têm boas ideias, não já? :D

        fomos carregados com calças e blusas de manga comprida para usar durante o festival, não fosse ficar frio durante a noite... and guess what, nem saíram da bagagem. fomos como todàgente: de calções e t-shirt, e nem dava para ser de outra forma. vá lá que andei a controlar a temperatura nas duas noites anteriores, se não tinha falecido sufocada em tecido. nem casaco levamos. ok, eu levei uma blusa de manga comprida na mochila, que vesti por volta das três da manhã, mas foi só isso!

        madcool

        o recinto era enorme, a fazer lembrar o sudoeste (quando ainda era fixe), mas em melhor! com dois palcos gigantes, relva artificial, estações "húmidas" (estruturas que pulverizavam água para ajudar a malta a suportar o calor), e tantas de opções para comer, que era complicado escolher.

        wet station

        consegui perceber porque é que os massive cancelaram o concerto, o som que os palcos principais mandavam era monstruoso!! a primeira vez que estive num festival que usava esta técnica, os palcos estavam orientados de forma que o som não se cruzava, mas ali era impossível estarem dois concertos a acontecer em simultâneo (o que supostamente nem é para acontecer).

        madcoolmadcool

        assim que o sol se pôs, a temperatura ficou perfeita. venham saí esses concertões, crl!!

        to be continued...

        Karaoke baby

        na sexta ao cair da noite, seis colegas estudantes de japonês mais a sua sensei fecharam-se numa pequena sala, na cave de um restaurante asiático no cais do sodré, para se dedicarem a uma actividade muito popular no japão: karaoke!

        todos os convivas eram estreantes na arte de cantar [em público], mas estavam cheios de coragem vontade para experimentar. durante duas horas e meia, entre iguarias japonesas, baby tales e pikachus, lá foram esganiçando e berrando uma selecção de música muito marada, entre temas de animes, jogos, bandas punk japonesas, e clássicos ocidentais dos anos 80 e 90, até ficarem roucos.

        karaoke é cenas merdas que eu não achava piada mesmo nenhuma, e nem que me pagassem alinhava.. mas com aquela trupe de nerds introvertidos fazia tanto sentido que não fui capaz de não alinhar... e vai-se a ver, foi uma noite bastante divertida lol

        chochin

        muitas figuras tristes aconteceram, mas.. o que acontece na cave do atari baby, fica na cave do atari baby :D

        12 de Agosto de 2018, às 20:52link do post comentar

        'Le me

        tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mIRC.

        no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

        offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e (sempre que a preguiça não a impede) gosta praticar exercício físico.

        mantém uma pequena bucket list de coisas que gostava de fazer nos entretantos.

        de resto, é ler o blog :D

        'Le liwl

        era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003, numa altura em que os blogs eram apenas registos pessoais, sem pretensões de coisa alguma. e assim se tem mantido.

        muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora. para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores:
        #11 #10 #9 #8 #6 #5 #4

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