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lost in wonderland

lost in wonderland

Por mim, até podia ser todos os dias, mori!

Outubro 17, 2007

"não me importo de fazer o jantar e lavar a loiça se tu não te importares que eu não ponha a roupa a lavar"

o marido confessou-me que detesta por roupa a lavar. ainda há uns dias, tava eu a transferir a roupa da máquina de lavar para a de secar, e por acaso ocorreu-me que era raro o gajo fazer aquela tarefa, não que isso  me chateasse, mas achei curioso já que ele partilha todas as tarefas domesticas comigo. tá explicado he he

Vá pra fora cá dentro, versão Nazaré

Outubro 12, 2007

(post incompleto, falta meter fotos e links)

tínhamos planeado ir passar o fim-de-semana comprido para o norte, mas como bons tugas que somos, deixamos a parte de marcar alojamento para a última da hora e não encontramos uma caminha vaga em todo o minho... então decidimos seguir outro ponto cardeal, o (já nosso conhecido) oeste.

conseguimos uma reserva num hotel em s. pedro de moel, mas depois ficamos indecisos com a possibilidade de irmos para a nazaré que já estava nos planos havia algum tempo, e como já conhecíamos moel, a coisa estava tremida...
entretanto o marido conseguiu um deal jeitoso numa pensão/residencial e marcou. o problema começou quando ele estava a acabar de fazer a reserva, lembrei-me de lhe pedir para perguntar se o wc tinha banheira. resposta negativa, e eu comecei a não achar lá muita piada à coisa...

(gosto de ficar em quartos com banheira, o que é que querem? : / )

no site da escapadinha (esse precioso recurso para turistas de fim-de-semana), dizia que era uma pensão de 3ª, e por 30€/noite com pequeno-almoço incluído não se pode pedir muito, né? e foi aí que deixei mesmo de achar piada à coisa e passei a ter medo.
no site da residencial a coisa até tinha bom aspecto, mas fiz uma pesquisa na net e pouco havia, mas o que encontrei até foi útil: um artigo no site da empresa que tinha feito a reabilitação da dita há três anos atrás, e uma mensagem num forum que descrevia a residencial como "muito recente e com boas condições". decidi dar-lhe uma oportunidade e o marido desmarcou a reserva de moel.

então, siga pá nazaré!

já lá tinha estado uma vez, há uma catrefada de anos (nove, para ser mais exacta) atrás, mas foi só de passagem, e o marido idem idem. daí acharmos que era um bom sitio para assentar arraiais e explorar.

chegamos lá por volta das cinco e aquilo estava completamente entupido. a vila já de si é apertada para andar lá de carro, e aquele transito caótico ainda piorava mais as coisas. carros, autocarros, gente, eu sei lá! mas tava-se mesmo a ver, feriado, dia solarengo, a malta desceu toda à praia.. tava jeitoso!

depois, como de costume, não levamos o mapa da localização da residencial e tivemos que andar lá às voltas à procura daquilo. vá lá que como ficava numa zona de passagem, até foi fácil encontrar...arranjar estacionamento é que foi o cabo das tormentas. acabei por deixar  o marido à porta e subi à procura dum lugarito . depois o marido telefona-me a dizer que já tinha o cartão (nesta altura pensei " hum... cartão em vez de chave, nada mal!"), e que já tinha ido ver o quarto, que mais parecia uma roulotte, e eu até vi a minha vida a andar pra trás lol

claro que ele estava  a gozar comigo, pois aquilo, podia ser pequeno, mas estava muita bem amanhado!

a residencial foi totalmente remodelada há cerca de 3 anos e mantiveram a fachada original (daí o ar antigo que contribuiu para os meus receios he he ), pois o edifício fica situado na zona histórica da vila. tem três pisos com quatro quartos cada (o último era capaz de ter menos, não sei..), e o rés-do-chão é ocupado por uma pastelaria muita fixe. tinha elevador, e ainda cheirava tudo a novo :)

o quarto não era muito grande mas era um espectáculo, nem se parecia com um quarto de hotel/pensão, tinha um ar jovem, e estava parcialmente decorado com coisas do ikea para nosso júbilo. tv, ar condicionado, mini-bar, cofre, e um pequeno wc com sanita, lavatório, chuveiro (que apesar de pequeno, cabíamos lá os dois), secador de cabelo, e nem sequer faltavam aquelas coisinhas que a malta gosta de trazer como recuerdo he he ... mas espera... falta qualquer coisa..O BIDÉ P

(não sei viver sem bidés, o que é que querem? : / )

depois de ter inspeccionado as instalações, liguei o portátil a ver se tinha vizinhos "generosos" ali por aquelas bandas, mas só apanhava apanhava dois AP's, um aberto, de um projecto da UA, onde ainda nos tentamos registar, mas o sinal era demasiado fraco, e outro fechado, o da residencial. pensamos "eh pá, fixe! bora lá ver se dá para usar!"
chegamos à recepção e perguntamos pelo acesso à internet e o rapaz indicou-nos um pc que lá estava para esse efeito, mas nós estavamos era interessados no acesso wireless. ele, "ah, têm portátil ? então eu dou-lhe a pass " e nós, "tão e como é isso, preços e tal?" ele, "ah, não custa nada!". nós olhamos um pró outro "fixe!"

e já disse que havia cabovisão? que tínhamos o fox? não disse pois não? ah poizé nessa noite o marido não se cansava de dizer que parecia que estava em casa, ou na casa de amigos, pois tava a ver o fox, comigo ao lado com o portátil ao colo agarrada a net, com ikea por todo o lado he he tava mesmo todo contente com a escolha :)

então bora lá recapitular: boa localização, quarto fixe, bonito, confortável, bem equipado, cabovisão, internet wireless à borla, com direito a limpeza de quarto e toalhas lavadas, e  pequeno-almoço, por 30€/noite (promoção da escapadinha). melhor é impossível!

quartowcmonogramalamp


depois de acomodados, demos início à nossa exploração pela nazaré. fomos até ao sítio, depois jantamos uma mariscada na tasca da maria matos, e ainda corremos a marginal toda e terminamos a noite a comer waffles na praça em frente à residencial..que maravilha de waffles, dos melhores que já tenho comido..e o gelado também!

nazaréelevadornazaré by nitenazaré by nite


no sábado, depois de termos ido visitar a secagem de peixe, coisa que nunca tinha visto nem imaginava que se fazia, partimos para as grutas da serra de aire e candeeiros. há que anos que eu queria visitar aquelas grutas, que conhecia apenas de fotografias. apesar das secas que apanhamos à espera do inicio das visitas, gostei bastante.

secagem de peixesecagem de peixesecagem de peixesecagem de peixe


a de alvados era fixe e a de santo antonio ainda melhor. houve quem tivesse uma opinião contraria à minha. são gostos. se por um lado eu prefiro estar num espaço praticamente natural, onde a única coisa que foi feita foi a porta de entrada e os passadiços, na outra, houve muita mão humana a partir pedra para abrir caminho entre as galerias. mas eu compreendo, a dos alvados acaba por ter mais para percorrer e ver, o percurso é maior, é mais sombrio e húmido, e tem fontes e coisas assim, já a outra, o percurso é feito em circulo e para ver, só a obra paciente da natureza numa gigantesca cavidade dentro da terra.

alvados

grutas de alvadosgrutas de alvadosgrutas de alvadosgrutas de alvados


santo antónio

grutas de santo antóniogrutas de santo antóniogrutas de santo antóniogrutas de santo antónio


para visitar ficaram as de mira d'aire e da moeda, não houve tempo para tudo...fica prá próxima :)

depois das serras, seguiu-se fátima, mais concretamente, o santuário, que o marido nunca lá tinha ido e estava curioso. não me apetecia ir praquelas bandas, mas acabei por lhe fazer a vontade.
da primeira vez que lá estive estava vazio, desta vez, havia missa e montes de gente por lá. não achei piada porque não lido bem com aquelas coisas... não as compreendo e não me consigo abstrair com facilidade, fazem-me demasiada confusão. mensagens religiosas, malta a descer aquilo de joelhos, malta carregada de velas, algumas com mais de um metro, um pivete a cera que intoxicava, pessoal a chorar por todo o lado, missa, orações, cânticos... pode até ser muito bonito, mas não é para mim...

santuárioregrasyé ritemodernices


de regresso ainda passamos pelo mosteiro da batalha. ficava no caminho e decidi parar. 17 anos depois (da primeira vez que lá estive) pareceu-me abandonado...ou então eu tinha ficado com uma ideia diferente dele...acho que devia haver mais dedicação à preservação destas coisas...

batalhagárgulagárgulagárgula


nessa noite enfardamos na taberna d' adélia, um peixinho e uma espetadinha de comer e chorar por mais, com uns percebes e uns camarões a abrir a refeição. muito bom!

o domingo foi dedicado a conhecer melhor a nazaré e o sitio, e antes de sairmos de lá, ainda fomos encher o bandulho ao Aki-D'el-Mar. só marisco, portantos ! he he

nazaré

falesia

falesia

rochedo

artesanatobonecaspercebessaias


pelo caminho ainda paramos em s. martinho do porto, e nas caldas, para ir comprar cavacas..ainda quis trazer "um das caldas" para decorar a estante da sala, mas o marido não me parecia lá muito interessado lol

notas finais:

- vale a pena perder tempo e conhecer a nazaré e os arredores, há mesmo muito para ver naquela zona;
- a residencial é definitivamente fixe e recomenda-se;
- ficamos com a sensação que, peixe fresco é em peniche, e marisco é na nazaré (os percebes e as amêijoas são divinais);
- o alojamento foi barato, mas em contrapartida, as refeições caras, gastamos cerca de 16-18€/pessoa em cada refeição principal. não é propriamente dos sítios mais baratos para se comer;
- saí de lá com a sensação de que os locals mais velhos são simpáticos, mas os mais novos achei-os um bocado... desconfiados(sem ofensa);
- a praia do norte é espectacular e o camping de vale paraiso é para experimentar;
- o marido não me deixou trazer uma boneca típica porque os olhos delas faziam-lhe impressão;
- também havia galos de barcelos, mas nós achamos por bem, que se queriamos um tinha mesmo que vir de barcelos;
- vi brinquedos há venda que juro que tinham mais de 20 anos;
- a história das saias é verdade, mas parece-me que só as mulheres mais velhas é que alinham na tradição;
- os cães têm uma fisionomia peculiar, são largos e atarracados e custam-se a mexer;
- tal e qual como em sagres, porta-sim-porta-sim existe uma placa a dizer quartos/rooms/zimmer/habitaciones;
- constatamos que existem por lá contruções maravilhosas (apartamentos e vivendas), com preços do outro mundo..pena ser tão longe de lisboa :P;
- o chasso rula (apesar de nos ter obrigado a entrar sempre pela mala, pois a fechadura avariou-se outra vez :P , fizemos a brincadeira toda apenas com 20€ de gasosa!
- contráriamente ao habitual, voltamos mais gordos, com um quilo a mais em cada um, apesar de nos termos fartado de andar;
- tiramos 1109 fotografias e dessas selecionamos 120 para botar no flickr;
- levei 4 dias a escrever este post :P;

Algo que não estava nos planos!

Outubro 02, 2007

há uns dias atrás deu-me um daqueles vaipes malinos... apeteceu-me fazer um percing na orelha, só porque sim!

coisa que de resto, nunca antes me tinha ocorrido fazer..

vai dai, chega o fim-de-semana (o anterior a este e dois dias depois de ter tomado essa decisão) e toca de procurar um estúdio de tatuagens e body pierce para fazer a coisa. claro que não foi pacifico, acagacei-me toda ao ver a grossura dos brincos e quando me falaram em fazer o furo com uma agulha até me passei. eu não gosto de agulhas, pronto, e pensava que também os faziam com a "pistola". para além disso, a atitude pouco prestável e desinteressada da pessoa que nos atendeu não foi grande ajuda, portantos, saímos de lá sem o "serviço" feito.

como ainda está para chegar o dia em que eu vou desistir facilmente de algo que já tenha enfiado na cabeça, cheguei a casa e fui investigar sobre o assunto. fiquei a saber que o furo com agulha reúne o consenso da malta.
resignada, chego à conclusão que se o quiser fazer, vou ter que perder o medo à agulha..

por volta das seis da tarde já estava novamente decidida a fazer a coisa, então fomos à procura doutro estúdio, porque aquele que já tínhamos ido, ou tinha sido logo, ou só na segunda.

o primeiro da lista parecia-me bem, o problema é que a pessoa que colocava os piercings não estava lá, só na segunda.
é claro que não quis esperar por segunda, ou era naquela dia, ou não era. siga!

demos com a tromba na porta no segundo da lista, apesar de ainda estar dentro do horário de expediente... siga!

na paragem seguinte, o estúdio estava aberto, mas não estava ninguém para atender... e tinha um aspecto um bocado pobre. siga!

disse para mim mesma que, se na próxima não conseguisse, desistia, pois aquilo mais parecia o sinal de que não devia levar o meu planos avante...

próxima e ultima paragem: costa da caparica!
apesar de termos chegado em cima da hora da loja fechar, fomos atendidos. o estudio pertencia ao mesmo pessoal do primeiro onde tinhamos ido, mas ali fui muito melhor atendida. a rapariga era bastante simpática, explicou-me o processo todo e conseguiu que eu lá me decidisse a fazer a coisa de vez.

então lá chegou a minha vez. não escondi que estava com medo e estava nervosa. já me conheço, não lido bem com a dor, e já estava a prever uma quebra de tensão ou desmaio, como de habitual.
entrei, sentei-me, e na bancada do lado estavam todos os instrumentos que iam ser utilizados selados em embalagens, tudo pipi. tesoura, agulha, gaze, brinco, etc etc

e eu cheia de medo...aterrorizada, quase!

entretanto, para quebrar o nervosismo, começo a disparar aquele tipo de comentários parvos tipo: "já alguém fugiu daqui com a agulha espetada na orelha?" ou "já alguém  não aguentou e caiu pró lado?" e afins, enquanto ela, muito pacientemente, lá me ia respondendo com o humor que a coisa merecia. entretanto calçou as luvas, colocou uma mascara na cara, deu-me uma gazada de spray anestesiante na orelha, desinfectou aquilo tudo, marcou o spot, e quando eu estava para lá toda tremelica, ela, num ápice, aponta a agulha e pumba, sinto uma picada e já tá! foi tão rapido que nem tive tempo para pensar ou sentir sequer lol

doeu-me mais a colocação do brinco.. :P

depois ainda tive lá sentada uns bons minutos enquanto ela me explicava os procedimentos de higiene e hábitos alimentares a seguir escrupulosamente nos dias seguintes ao furo, de modo a que não viesse a ter problemas, etc e tal..

depois do furo, senti um ardor durante algumas horas, a zona inchou um bocadito, mas depois começou a passar.

supostamente, durante os 10 dias de "recobro" estava a modos que proibida de comer carne de porco, marisco, gorduras, e comida muito condimentada...

ora, tá-se mesmo a ver que eu sou uma pessoa dada a esse tipo de proibições, por isso, saí de lá e fui-me enfiar na portugalia, ah pozé!

...e no dia seguinte comi os restos de frango assado desfiado com cogumelos com batata frita, altas bombas gordurosas!
...e três dias depois, fui ali à tasca do costume e papei uma dose de camarão de espinho e conquilhas (yep, trato-me bem all rite), sem falar no cachorro que comi ao almoço, que devia ser em parte de porco (suponho), e a gordura e marisco continuaram nos dias seguintes, assim como comida condimentada (lentamente, o picante está a deixar de me incomodar hi hi) :P

...não morri, nem me aconteceu nada!

fora a parte de ter ignorado as recomendações em relação à alimentação, segui sempre os conselhos de higiene: lavar a área duas vezes ao dia, desinfectar com betadine, não andar lá a mexer (muito menos com as patas sujas), não deixar ninguém tocar, não dormir com aquele lado assente na almofada (nem conseguia, que doía como o caraças cada vez que tocava naquilo).
entretanto os dez dias passaram, e constata-se que não aconteceu nada, a orelha não inflamou, nem infectou, nem sequer mudou de cor, nem sequer saiu de lá muita porcaria. o meu metabolismo é bom e o resto é conversa!

portantos, este foi o meu 5º furo, e não usava penduricalhos nas orelhas vai para mais de seis anos he he mas é naice, gosto de ve-lo ali, acho que me fica bem :)

ah, e apesar da experiência ter corrido bem, não estou a pensar fazer mais nenhum ^^

to love and cherish ou o post mais lamechas de sempre...

Outubro 01, 2007

(se não tens estômago para estas coisas, considera-te avisado/a. take it or leave it)

já tinha entrado na idade adulta quando me comecei a conformar com a ideia de que arranjar um gajo que correspondesse às minhas (elevadas) expectativas ia ser uma tarefa impossível...

portanto, das duas uma, ou baixava os requisitos mínimos ou morria solteira.

mas graças às renas do pai natal, não foi preciso chegar a tais extremos. creio que devo ter sido uma pessoa excepcionalmente boazinha nalguma vida anterior, ou então em várias seguidas, para ter a sorte de um dia o meu caminho ter-se cruzado com o daquele gajo.

é que ele tem uma personalidade fora do comum, que conseguiu-se adaptar na perfeição à minha (coisa-rara-nunca-antes-vista), sem que nenhuma das partes tivesse que fazer sacrifícios em prol da outra (não considero sacrifício ter que habituar-me à ideia de ele xonar durante as viagens), e estes últimos seis anos ao lado dele têm sido os anos mais felizes da minha vida. não existem baixos, só altos e mais altos. houve apenas um ou outro dissabor que foi resolvido com as maior das calmas, sem stresses e sem zangas, e cuja resolução serviu ainda mais para firmar a relação.

se uns anos antes de  o conhecer me tivessem dito que tal espécimen existia, eu respondia que só podiam estar a gozar comigo...

mas ele é real e vive para me fazer feliz (as palavras são dele), e muito do que sou hoje devo-o a ele, e à sua dedicação em me ajudar a concretizar objectivos a que me proponho, e alcançar as metas que que defino. a cumplicidade e a afinidade que existe entre nós é algo de extraordinário, e podia ficar aqui o resto a noite a falar sobre o resto....

enfim, isto só para explicar um dos dilemas que me debato ano após ano: o que lhe oferecer pelo aniversário, quando nada que exista neste mundo e no próximo consegue expressar a gratidão que sinto por te-lo ao meu lado e pela pessoa que ele é e representa para mim?

como tal coisa não existe, dou-lhe algo de mim, nem que seja um pequeno gesto, que expresse como o que sinto por ele é imenso. por exemplo, este ano, decidi, apesar do transtorno que isso representava, ir rapta-lo ao emprego e leva-lo a almoçar comigo num sitio bonito. ele adorou e eu também!

mor, parabéns pelo ano que acabaste de ganhar. daqui a 26 dias junto-me a ti. amo-te muito *

Pág. 2/2

'Le me

tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mIRC.

no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e (sempre que a preguiça não a impede) gosta praticar exercício físico.

mantém uma pequena bucket list de coisas que gostava de fazer nos entretantos.

'Le liwl

era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003, numa altura em que os blogs eram apenas registos pessoais, sem pretensões de coisa alguma. e assim se tem mantido.

muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora. para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores:
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