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lost in wonderland

lost in wonderland

Pôr do sol, pôr do sol, pôr do sol, pôr do soooool

Agosto 26, 2021

não, não estou doente (acabei de tirar a temperatura e tudo 😆)... tou mesmo agarrada à nova série da RTP. até a mim me custa a acreditar, mas aí está 😅

e por acaso até sei como aconteceu. a minha curiosidade foi aguçada pelos tweets ridículos de malta que estava a ver a série, que às tantas tive que ir ver para crer... e aquilo agradou MUITO à minha (i)maturidade mental muhahahaha quer dizer, o meu o cérebro quase que fez curto circuito LOL

é que tem tudo para ser uma novela. só que os dramas das personagens são assim um bocado... ao lado. 

não sei ondé que a malta que escreve o guião vai buscar inspiração para aquelas alarvidades, o nível de nonsense é over 9000! uma pessoa ainda não recuperou duma, e já se está a rir de outra 😂

mas, verdade seja dita, não sei o que é que admiro mais — se as parvoices do guião, se os actores que conseguem dizer aquilo com um ar tão sério e convincente. deve ser uma tarefa incrivelmente difícil.

termino com uma das cenas que (até ao momento) mais vezes tive que voltar para trás e rever, da minha personagem favorita
 

Uma questão de gás

Agosto 23, 2021

no ano passado contei aqui um episódio muito engrassade que se passou num supermercado, no auge da pandemia, por causa do nosso consumo exagerado de água com gás.

nesse post recebi duas sugestões. uma, que a água com gás do aldi era do vimeiro (a minha favorita) e ficava mais barata que no jumbo auchan (obrigada, malaq 👍), e outra, para arranjar uma máquina de meter gás na água (obrigada, cátia 👍). gostei dessa ideia, mas na altura fiz as contas e pareceu-me que entre comprar a máquina, o gás, e água engarrafada (déuzmahlivre de beber água del cano!!! 🤢 ), a coisa saia substancialmente mais cara que comprar água gaseificada.



apercebi-me que se calhar bebia mais água do que julgava, quando o carregamento mensal com o confinamento, mais do que tinha duplicado...

e a quantidade de plástico que se juntava naquilo era medonha, mesmo comprando apenas garrafas de 1,5L. como o auchan tem daquelas máquinas que dá uns cêntimos em troca de garrafas de plástico vazias, guardávamos as garrafas todas para largar lá.

mas às tantas aquilo começou a ser muito penoso. não só as cargas frequentes de água que fazíamos, como também o espaço que as garrafas vazias ocupavam, e o tempo que se demorava a enfia-las na máquina de reciclagem... e eis que a sugestão da máquina de meter gás na água voltou à baila.

fizemos uma primeira tentativa para mandar vir uma sodastream da amazon, mas tava tão complicado que às tantas já parecia o universo a mandar-nos uma daquelas mensagens subliminares tipo, é melhor parares de insistir porque vais gastar guito para nada 😐

semanas mais tarde, em conversa com uns amigos, ficamos a saber que eles tinham uma dessas máquinas, e que a água até ficava com uma carbonatação decente, e o pedaço de informação mais importante — que as garrafas de gás vazias podem ser devolvidas, e em vez de 35€ passavam a custar 15€ hummmm... 🤔

apesar das máquinas ainda serem caras, isto mudava completamente o cenário.

entretanto descobrimos um modelo mais básico à venda no ECI, mas que tinha um preço mais em conta que o do modelo que estávamos a considerar comprar... e que por acaso estavam com desconto de 20%... e que utilizando um desconto da repsol, a máquina saiu pouco mais cara que uma garrafa de CO2. se a coisa falhasse, ao menos o investimento não tinha sido nada por aí além. porque, yah.. eu estava-me a preparar para um falhanço total, por razões várias.

só que contra todas as expectativas, a coisa funcionou bem logo às primeiras tentativas. o segredo era mesmo acertar na quantidade de de gás — bastante, no nosso caso. mesmo que a garrafa de CO2 durasse menos do que o anunciado (cerca de 60L de água).

comecei por usar um jarro de vidro para manter água (sem gás) fresca no frigorífico, e ia fazendo refill à garrafa de 870ml da máquina. mas isto não era nada prático... tão, para agilizar o processo, acabamos por comprar mais duas garrafas. qualquer coisa com 2,6L de água fresca sempre à disposição. 

o problema parecia estar resolvido, e a história podia ter acabado por aqui.

...só que não!

na realidade o problema dos carregamentos de água não estava resolvido, apenas substituímos as garrafas de 1,5L por garrafões de 6L... e ir ao supermercado a cada 10 dias acartar com 6 garrafões de 6L, era mais do mesmo.

em tempos normais consumíamos um garrafão de 6L por semana. mas em casa a tempo inteiro, a dar-lhe no gás, rebentávamos um garrafão dia sim, dia não.

contas feitas, 18 garrafões de água + os 2 cilindros de CO2 que estávamos a gastar por mês, a coisa ficava mais cara do que comprar água com gás engarrafada.. e continuava a fazer lixo em plástico!

porque a minha cabeça não consegue parar enquanto não resolve as merdas, dei comigo a considerar os jarros da brita, que filtram a água da torneira, e (dizem eles) que melhoram o sabor da água. andei um par de meses indecisa se fazia o investimento ou não, até que o homem começou a queixar-se que "isto de andar a carregar garrafões com tanta frequência não tá com nada"... e eu sugeri o jarro.

no inicio do ano fomos comprá-lo, também no ECI, que os vales de desconto da repsol não se gastam sozinhos. a primeira experiência com água da torneira não correu bem. sabia-me ao mesmo filtrada ou saída directamente da torneira. e também parecia que ficava com mais sede ainda... mas não baixei os braços. como ainda tinha um garrafão de 6L, arranjei um truque para tentar enganar o cérebro:

então, tinha 3 garrafas. enchia uma com água engarrafada, e duas com água filtrada, depois baralhava as garrafas. nunca sabia o que ia calhar na rifa.

fiz isto até se acabar o garrafão, e... GREAT SUCCESS!! nos entretantos deixei praticamente de notar a diferença, e não voltamos a comprar água engarrafada.

e nisto já lá vão três oito meses. para além de já andar a comprar caixas de filtros às 12 unidades, já deu para chegar a umas quantas conclusões:

a principal é que eu bebo mesmo *muita* água! todas as noites antes de me ir deitar, costumo a encher as 3 garrafas de água filtrada + o jarro. ao longo do dia seguinte, as três garrafas vão à vida nas calmas, é quase sempre preciso fazer refill a uma delas — 3 litros, portanto. sendo que eu bebo praí o 3x mais do que o homem bebe, à vontade.

ou seja, cerca de 120L de água por mês, que para os quais gasto:

— 1 filtro do jarro diz que filtra 100L de água (ando ali uns dias com ele a piscar o led vermelho muhahaha)
— 2 cilindros de CO2 fazem cerca de 120L de água com gás (e que é o anunciado pela marca, anyway)

trocando as garrafas e comprando os filtros com desconto (~4.6€ na amazon), esta história da água com gás sai-me a 35€ por mês. continuava a ser mais barato se fosse ao aldi buscar packs de 4x1,5L (~31€). mas, o que gasto em combustível + a energia para carregar e arrumar as garrafas + o tempo todo que se perde no processo + o desperdício de plástico, acho que nem vale a pena considerar sequer essa opção.

again, obrigada cátia 🙏😘

Na calha

Agosto 20, 2021

então, seguindo a “sugestão” do pedro, aqui ficam as coisas que já devia ter postado, mas que, prontos...

graças ao abrandar do tempo provocado pela pandemia, isa começa a lembrar-se de coisas altamente refundidas, tipo… que sempre quis ter um par de patins em linha. só para depois testemunhar em primeira-mão, que tal como é possível uma pessoa esquecer-se de andar de bicicleta (ao contrário da crença popular), também se esquece de como patinar 😑;

o carro novo conseguiu completar um ano de idade sem ter nenhum dissabor, como sucedeu com o mano mais velho… quer dizer, o homem raspou-o no pilar do estacionamento, mas foi só isso. e também que, mais uma vez, o universo dá provas que há males que vem por bem;

resumo de março, ou o mês que tirei para sofrer;

uma semaninha inteira a desbundar pelo alentejo, para matar as saudades dos lugares favoritos e conhecer outros novos;

velocidade furiosa na ria formosa;

3 anos de tamoxifeno e os agradáveis (NOT!!) efeitos secundários da terapia hormonal. bonus rant sobre a falta de um gabinete de gestão de sintomas;

"isa experimenta cenas", uma série de posts que ando para começar aqui no tasco há montes de tempo, e que vai ser inaugurada pelo "pior produto de limpeza que alguma vez comprei", o 𝕞𝕚𝕤𝕥𝕠𝕝𝕚𝕟 𝕕𝕖𝕤𝕚𝕟𝕗𝕖𝕔𝕥𝕒𝕟𝕥𝕖 (tá escrito em unicode que é para os robots espiões não se chibarem e arranjarem-me sarilhos com a marca lol);

trabalhar a partir de casa continua dar pano para escrever, tenho pelo menos dois rascunhos da série “WFH”;

terminar porrada de posts sobre a última visita ao UK, que foi brutal (o mais certo é voltar lá antes de conseguir desunhar os post todos 🤨);

1 ano de pandemia, e os danos colaterais de passar tanto tempo em casa... tipo os gatos ficarem com síndrome de abandono, entre outras coisas potencialmente parvas (provavelmente vai dar série);

a minha inaptidão para manter plantas vivas em casa, que até os cactos consigo deixar falecer 🤭; 

missão (im)possível: fazer a árvore genealógica da família;

acabaram-se os carregamentos de água do supermercado (cujo post segue dentro de momentos);

e o rol de idiotices do costume, que é sempre uma fonte de inspiração.

A visita

Agosto 16, 2021

os nossos vizinhos chineses fizeram-nos uma visita inesperada… e foi uma experiência fascinante!

o…k… o que é que vizinhos irem a casa uns dos outros tem de fascinante mesmo? 🤨

contexto,

um casal chineses já com alguma idade decidiu vir viver para portugal, e compraram um apartamento no nosso prédio. ele já está reformado, ela (ainda) trabalha remotamente para uma empresa japonesa.

o meu homem é o english go-to-guy do porteiro. cada vez que é preciso safar um estrangeiro com alguma coisa relacionada com o prédio, é sempre convocado. (não sei se alguma vez disse isto aqui, mas) o homem é particularmente altruísta e está sempre pronto a ajudar naquilo que pode (e que não pode também).
na primeira interacção que teve com o tal casal, safou-lhes um stress com a companhia da electrecidade, e deu-lhes umas dicas para como navegar na burocracia (e espertice) das empresas tugas. e disponibilizou-se para ajudar naquilo que eles precisassem — long story short, criou-se ali uma relação engraçada. e volta e meia aparece-me em casa com chocolates e vinhaça.

outro facto relevante para este episódio é que não é habitual recebermos visitas cá em casa. se tivermos visitas 2 ou 3x por ano, é muito.

por fim, porque eu tenho andado feita troll das cavernas e não tiro o cú de casa, ainda não os tinha conhecido pessoalmente, apesar do homem andar sempre a dizer que eles andavam doidos para me conhecer. é verdade que já podia ter ido à casa deles montes de vezes, quando o homem lá vai, mas eu não sou essa pessoa lol

hoje foi o dia.

mas por acaso, não foi o melhor dia...

passo a descrever o cenário em que os recebi,

o homem tem estado de volta dum projecto DYI prometido à séculos, carinhosamente apelidado d’“a gaveta do lixo”, que vai servir para melhorar a organização do armário onde estão os baldes do lixo e reciclagem, assim como a minha vasta colecção de produtos de limpeza.

então, para além de caixas do ikea, umas por abrir e outras já abertas, sacalhões com o conteúdo do armário em questão, e ferramentas espalhadas por todo o lado, a casa tava… bom… uma pocilga!

a bancada da cozinha estava num estado caótico, o lava-loiças a transbordar de loiça suja, a mesa cheia de tralha, a sala toda desarrumada, roupa por cima do sofá, restos do pacote de uma encomenda que tinha acabado de chegar espalhados pelo chão, um monte de sapatos no tapete da entrada, e até os sacos do lixo da reciclagem… 😬

vinham em missão. entregar uma oferenda que tinham trazido do passeio matinal, e provavelmente conhecer-me muhahaha. bela primeira impressão 😆

“I’m SO SORRY for the mess” o homem anda a fazer obras e tal, desculpei-me, lívida de vergonha.

mas eles não pareciam minimamente incomodados com aquele caos.

mal entraram, sem perguntar, descalçaram-se e juntaram os sapatos deles à montanha de sapatos que já estava à porta. entraram-me pela casa adentro, descalços, e com uma naturalidade desconcertante, como se aquilo fosse habitual. normalmente as pessoas quando vêm cá a casa, parece que até têm medo de tocar nas paredes (se calhar até têm, porque se tocam o homem manda-lhes logo um mau-olhado) lol

VÁ LÁ que o chão não estava muito labrego!

andavam dum lado pro outro, sem se importar com a bagunça, curiosos com o que o homem estava a fazer, com os terraços dos apartamentos de baixo, com as gatas, com o estore (que está avariado no apartamento deles), com a "instalação" do AC portátil... basicamente, tudo o que lhes despertasse a curiosidade metiam o bedelho e faziam perguntas lol. e sempre numa animada algazarra entre inglês, chinês e japonês. ele fala pouco inglês, ela acaba por ter que traduzir muita coisa, mas aquilo que me deixou mais impressionada foi a fluência do japonês dela, parece nativa. cada vez que começava a falar, lá ia eu apanhar o queixo do chão.

são adoráveis, os nossos vizinhos chineses 😍

...mas espero que o timing da próxima visita seja melhor 😆

O sister, where art thou?

Agosto 15, 2021

ok, admito que esta ausência prolongada é simplesmente imperdoável 😞

a desculpa é aquela do costume, que o tempo que não chega para tudo... embora o mais certo seja sofrer de algum problema crónico que não me deixa parar quieta 😆

mas para começar, sou capaz de andar um bocadinho viciada no trabalho. sucede que o projecto tem tanto de desafiante como de gratificante, e não há um momento monótono. also, o ambiente é impecável, apesar de estarmos todos remote.

depois, para além daquele hábito medonho que tenho de consumir toneladas de informação sobre vários assuntos só porque sim, também ando sempre a arranjar hobbies novos para derreter o pouco tempo livre que resta. tipo, ando desde março a fazer a árvore genealógica da minha família, até à 6ª geração. já não falta tudo, mas a 6ª geração tá a ser um pincel. tenho desenterrado factos tão geniais, que ando com ganas de me ir enfiar nas bibliotecas locais para cavar ainda mais fundo. antes disso andava a praticar caligrafia japonesa, e antes disso, outra merda qualquer. é tanta coisa que às tantas torna-se difícil de acompanhar. 

não temos saído muito. para além das idas à terrinha, passamos uma semana de férias brutal no alentejo, e outra lá prós lados de santa luzia. gostava de escrever posts sobre isso, porque tiveram momentos que gostava de deixar registados para memória futura.

por falar em registar memória futura, arranjei uns gadgets muito porreiros para fazer vídeo... mas depois não arranjo tempo para editar fotos, quanto mais vídeos.

também temos arranjado muitos motivos para não sermos tão sedentários, mas continuamos a falhar espectacularmente nessa missão 😬

tenho uma to-do list com 20 e muitos posts que quero escrever, alguns dos quais já estão completamente passados da validade, mas que ainda assim, gostava de escrever.

o universo tem andado um bocado desarranjado em alguns departamentos, mas vamos lidando com as coisas da melhor forma que conseguimos.

'Le me

tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mIRC.

no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e (sempre que a preguiça não a impede) gosta praticar exercício físico.

mantém uma pequena bucket list de coisas que gostava de fazer nos entretantos.

'Le liwl

era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003, numa altura em que os blogs eram apenas registos pessoais, sem pretensões de coisa alguma. e assim se tem mantido.

muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora. para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores:
#12   #11   #10   #9   #8   #6   #5   #4

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