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lost in wonderland

lost in wonderland

Kingsman, the secret service

Maio 25, 2015

passou-nos despercebido, este filme. não me recordo de ter ouvido falar dele, nem tão pouco de vê-lo em cartaz. mas ontem estivemos entretidos a vê-lo e acabou por ser uma daquelas surpresas bastante agradáveis.


é uma espécie de homenagem aos james bond old skool, com inúmeras referências ao estilo do espião clássico inglês ultra-cavalheiro, mas actualizado aos dias de hoje. e vindo dos mesmos gajos do kick-ass, dá para ter uma ideia do tipo de violência gratuita misturada com comédia absurda que nos é servido durante duas horas.

desfile de estrelas, umas cenas de porradaria à maneira (ainda que tenham sido bastante contidos na sangria), e muito humor e classe. é previsível mas não deixa de surpreender.. e mais spoilers não quero fazer!

se tal como eu não sabiam da sua existência, ide fazer o favor à vossa pessoa de ver esta pérola :)

E a primeira banhada do ano é…

Fevereiro 12, 2015

… jupiter ascending!!!

 

não esperava uma coisa destas dos manos wachowski..

 

a história até tem algum sumo, mas está tão mal explorada, e tão cheia de exageros que se torna confusa e desconjuntada.. menos, moços, menos. a malta precisa de tempo para respirar e assimilar.. depois dá a sensação que estão a sacar do truque mais vil de hollywood - tentar camuflar as falhas do argumento com toneladas e toneladas de cenas de acção que nem por isso eram bem vindas.

os actores não foram grande ajuda, a mila levou o filme todo com cara de aperto intestinal e o tatum com cara de.. bom.. nada.. o homem não tem expressão. o restante elenco não esteve melhor, but then again, duvido que fosse fácil fazer melhor com o material que tinham para trabalhar… é com cada diálogo que mete dó : /

 

mas o que mais me custou foi passar duas horas a ser *constantemente* relembrada de um filme que desprezo com todas as minhas forças, o phantom menace. da completa manta de retalhos que o jupiter ascending é (srly, dá para identificar pelo menos dez filmes ali amarfanhados), o que mais sobressai é mesmo aquela porcaria de filme, que eu gostava tanto de conseguir de apagá-lo da memória mas não há maneira.

 

consigo compreender (e concordo) com a pontuação que leva no imdb. acho que não houve um única cena que gostei.. todo o filme é um gigantesco face-palm..

The Hundred-Foot Journey

Novembro 29, 2014

outro daqueles que merece ficar registado. uma deliciosa e envolvente mistura de romance e foodporn, aconselhável a quem gosta de comida indiana e tem o coração mole.. tipo o meu homem, que levou o filme todo a enxugar os olhos à manga do robe :D

 

por coincidência, é o segundo filme do mesmo realizador que vimos no espaço de semanas. o primeiro não é tão bonito mas é igualmente enternecedor.. e tem a emily blunt :)

A new hope

Novembro 28, 2014

habemus naves oldskool com aspecto de sucata em vez de supositórios polidinhos, mas não sei se aprovo o revamp ao uniforme dos stormtroopers.. logo se vê quando o teaser se transformar num trailer. 
as expectativas estão devidamente controladas para evitar desgostos.. vai ser um looongo ano

 

 

(ou talvez não)

First world problems... V

Novembro 09, 2014

vou ver o interstellar por descargo de consciência. não quero deixar escapar a oportunidade de ver no grande ecrã um filme do meu género favorito.. antes chateada que arrependida, é o que eu costumo a dizer nestes casos.

 

resta a dúvida se vou conseguir sobreviver sem grandes mazelas a outro mais-do-que-certo peido mental do nolan (espero estar redondamente enganada, acreditem), que ainda por cima traz o mcconaughey a reboque.. e eu não. posso. com. o. homem! três horas a levar com ele na tromba vai ser o maior frete do ano..

 

volta dicaprio, tás perdoado :P

 

[edit] vá, o filme até se come. vê-se bem, compreende-se bem (apesar do paleio científico todo, BS on the side), é bonito.. e o mcconaughey conteve-se nos assobios lol 

Frank

Outubro 25, 2014

outro pedaço de puro entretenimento hipster, bastante agradável de se ver que o homem desencantou (e que por acaso está também no cinema). conta-nos a história de um zé-ninguém com aspirações de músico, que um dia conhece uma banda composta por malta alucinada.

após uma breve actuação com a tal banda, acaba por ser convidado a colaborar no próximo álbum e vai-se isolar juntamente com o excêntrico grupo, no meio de nenhures. 

 

é uma mistura caótica de comédia e drama, ao som de música psicadélica bem marada, que nos faz rir e que nos deixa comovidos. está belissimamente escrito e filmado.. e porque não, cantado - já que foram os próprios actores que produziram grande parte da banda sonora :)

 

não sabia nada sobre o filme e consegui resistir ao impulso de pegar no aparelho mais próximo de mim que estivesse ligado à internet, para saber quem era a pessoa que passou 98% do filme com uma sinistra cabeça de papel em cima dos ombros, e cujo timbre de voz roça no do jim morrisson, e por vezes também no do beck. quando a revelação se sucedeu, só não caí de cú porque estava sentada no sofá lolão

 

…e é por isso mesmo que não linko nada. se estiverem interessados em ver o filme, aconselho a deixem-se surpreender como eu. o nome dos actores não aparece nos créditos iniciais, btw.

Não sei que raio de bicho é que mordeu no homem..

Outubro 17, 2014

..que nestes últimos meses deu-lhe pro cinema hipster.. perdão.. indie.. whatever!

 

dos filmes que tem arranjado, uns dão-me vontade de ir a correr buscar os papéis do divórcio por me ter sujeitado a autênticas cagadas em três actos, outros deixam-me overwhelmed com sentimentos esquisitos que tenho dificuldades em digerir.. mas no bom sentido!

 

o que aprecio neste tipo de filmes é que são geralmente muito simples, decorrem a um ritmo muito calmo, sem grandes pressas de chegar a lado algum.. tipo, saboreiam o momento. não há cgi, apenas grandes actores, argumentos brilhantes e poesia em forma de imagens.

also, aprendi que não são para se ver em qualquer altura, é preciso estar no mood certo.. pelo menos comigo. bom, aqui ficam alguns que vi e adorei:

 

the kings of summer

 

simples, bonito e divertido, embora com um twist amargo. três amigos adolescentes decidem fugir de casa e passar o verão juntos, isolados do mundo.

é uma espécie de hino à liberdade e ao regresso às origens. muito bem filmado, cheio de cenas em slow motion, momentos kodak, e flares, como manda a lei :)

 

the way way back

 

estupidamente real, simplório e.. feio! pessoas feias (imo lol), cenários feios e antiquados. para além disso está repleto de situações desconfortáveis, daquelas que não conseguimos ficar imunes.

um adolescente com problemas de auto-estima e dramas familiares q.b… umas férias que têm tudo para correr mal, mas que se safam às contas de um tipo que parecia ter um parafuso a menos.

 

only lovers left alive

 

da primeira vez que me passou pelos olhos, não lhe liguei nenhuma, vampiragem não é a minha cena..

daí que quase, quaaase me escapou, não fosse algo curioso ter sucedido: uns meses depois ouvi uma música na rádio que me despoletou uma estranha reacção na mioleira: só conseguia pensar no filme!

devo ter associado a letra ao tema ou qualquer coisa do género.. o problema é que a música ficou-me no ouvido e não descansei enquanto não voltei a vê-lo.

 

a melhor forma que encontro para descrever este filme é uma pintura em movimento. abusa nas cenas paradas e em câmera lenta, que o torna muito calmo e sonolento.. quase que nos hipnotiza. o guarda-roupa e os cenários sombrios e decadentes transbordam detalhe e as cores muito saturadas, que mudam conforme o ambiente e as personagens conferem-lhe uma beleza surreal. o toque final é dado pela desconcertada banda sonora, que combina na perfeição com a estética do filme.

 

retrata basicamente a nostalgia exacerbada de dois seres imortais, extraordinariamente inteligentes e sensíveis, que se não se alimentassem de sangue e dormissem durante o dia, nunca os diríamos vampiros.

duas personagens que nos seduzem facilmente pelas suas personalidades vincadas e tão opostas uma da outra. enquanto um tem sérios problemas em lidar naquilo em que o mundo e se tornou, a outra, mesmo após tantos anos de existência continua verdadeiramente maravilhada, excitada e apaixonada pelas coisas belas da vida. complementam-se na perfeição e nutrem um pelo outro uma paixão incondicional e intemporal.

 

o argumento contém doses generosas de sarcasmo, que por vezes providenciam cenas de humor inesperadas, e diálogos que nos aguçam a curiosidade sobre o percurso daquelas duas almas pelos séculos passados.

 

tracks

 

outro daqueles que nos deixam lavados em lágrimas no final. é adaptado de um livro sobre a aventura verídica de uma mulher que decidiu largar tudo e lançar-se numa caminhada solitária de 2700km pelo deserto australiano até ao oceano indico.

 

praticamente dois terços do filme é uma pessoa a andar sozinha na vastidão das paisagens avermelhadas e ressequidas do outback, acompanhada apenas pela sua cadela e quatro camelos selvagens domesticados por ela própria. pelo meio, os encontros imediatos com as gentes locais, as breves companhias, os perigos e a exaustação física e mental que teve que enfrentar. 

 

a actriz principal, a mia wasikowska (que por acaso também entra nesse aí de cima) carregou com o filme todo às costas. tinha a missão de transmitir-nos a determinação, a coragem, a dureza e a solidão daquela jornada insana, e não se saiu nada mal. e os bichos que a seguem nesta aventura são adoráveis. nunca me passou pela cabeça achar isto de um camelo.. os camelos deste filme são adoráveis e melhores que muitos actores que andam por aí. nunca mais vou conseguir chamar "camelo" a alguém..

 

o filme é extremamente simples, básico e aporcalhado… e ao mesmo tempo tão puro e tão belo, que até arrepia. e faz-se acompanhar por uma banda sonora que se entranha e lhe dá uma profundidade ainda maior.

a única critica que lhe faço é na fotografia. o deserto australiano teria beneficiado de uma saturaçãozinha extra para fazer sobressair os tons avermelhados ainda mais e fazê-los contrastar com o azul do céu. mas é suposto ser um filme antigo, e seco.. o filme tem uma cor que dá sede :)

Edge of Tomorrow

Junho 10, 2014

(atenção que tem spoilers)

era um dos que constava na minha lista para 2014, depois vi o trailer fiquei naquela "xiii.. cabrão do filme deve ser uma seca de todò tamanho".. não me convenceu nem um bocadinho aquela espécie de groundhog day on steroids, e por mim, tinha ficado para ver no sofá..

mas depois lembrei-me que no ano passado quase que deixei escapar o oblivion, que acabou por ser o meu filme favorito do ano e achei melhor dar uma oportunidade a este também, não fosse o diabo tece-las.. antes chateada do que arrependida.

lá me arrastei até ao cinema e quando filme acabou, tive que ir buscar o queixo ao chão...

...QUE BRUTEZA DE FILME!

então a terra foi invadida por uns extraterrestres manhosos, parecidos às sentinelas do matrix (ou como alguém nos fóruns do imdb tão genialmente os descreveu, "dreadlocks on cocaine"), que apesar dos esforços das forças unidas, conseguiram conquistar uma boa parte da europa. entretanto os militares começam a utilizar uns fatos de combate especiais que se revelam eficazes no controle da praga e a esperança no futuro da humanidade renasce.

confiantes com o sucesso dos tais fatos, as forças unidas preparam uma grande ofensiva militar no norte de frança, qual dia D, para tentarem cercar os aliens ali. o general inglês à frente dessa operação manda vir o assessor de imprensa do exercito americano que dá a cara pelos fatos, para ir fazer a cobertura mediática daquele que ele acredita ser um grande triunfo sobre os invasores. 

acontece que esse moço americano, apesar de ser militar, é um cagadinho de todo o tamanho e…

IDE VER O O FILME, MAZÉ!!

srly :D

o argumento está impecável para um filme do género. cativante, engraçado, inteligente mas despretensioso, e acima de tudo, coeso.

não lhe encontro nenhuma falha, nenhuma inconsistência, nada nada - isto é tão RARO em filmes de ficção cientifica (pelo menos naqueles que têm saído cá para fora nos últimos anos). é quase como se o realizador tivesse nomeado uma comissão de caça ao pintelho para eliminar tudo o que a malta pudesse pegar.. sempre que me lembro de algum detalhe suspeito, revejo mentalmente o filme e pimbas, lá tá a explicação… é frustrante LOL

o enredo foi adaptado do romance japonês all you need is kill (que eu não conhecia mas já o tenho ali no kindle, estou curiosa sobre a adaptação) e mistura em grande estilo dois grandes clichés da ficção cientifica: invasões extraterrestres e loops temporais. 

tinha tudo para correr horrivelmente mal - podia tornar-se penoso estarmos sempre a levar com as mesmas situações, as mesmas caras, as mesmas conversas, os mesmos cenários.. mas é exactamente o oposto! está pejado de plot twists que tornam difícil adivinhar o rumo daquilo e a história dos resets dá uma dinâmica incrível ao filme, que até nos tira o folgo. kudos para a equipa que montou e colou aquilo \m/

a acção decorre a um ritmo alucinante, as sequências de batalha são arrebatadoras - maquinaria pesada, tiros, explosões, destruição qb, e aliens possuídos por diabos mafarricos por todos os lados. não há grandes abusos de CGI e os efeitos sonoros tão do cara.. ças (especialmente em dolbi atmos). 

não se meteram com grandes invenções no que respeita à tecnologia. supostamente a acção desenrola-se daqui a cinco anos por isso o filme queria-se realista. o mais improvável são os hologramas, porque de resto, os quadcopters gigantes de transporte de topas e fatos de combate até são bastante credíveis. é como o realizador do filme diz, nada como uma guerra massiva para por as mentes dos cientistas e engenheiros a funcionar a todo o vapor e construir aquele tipo de coisas - especialmente os fatos de combate, que foram baseados em desenhos e investigação que já existe actualmente.

e deram-se mesmo ao trabalho de construi-los para o filme, para a infelicidade dos actores, que não parecem particularmente confortáveis quando andam enfiados naquilo, a correr de um lado pró outro. coitados :D

por falar em actores…

tenho seriamente que rever a minha embirração com o tom cruise porque começa a não fazer sentido. mais uma vez conseguiu deixar-me impressionada com outro papelão épico (provavelmente o seu melhor de sempre, IMO). até pode ter umas convicções um bocado duvidosas e uns tiques estranhos, mas sabe fazer filmes e no fim do dia, é isso que importa. não conto vir a privar com o tipo anyway.

o desenvolvimento que a personagem dele tem ao longo do filme é fenomenal - vai de coninhas a badass motherfucker com uma pinta do caraças e consegue-nos deixar desconfortáveis perante as provações a que é submetido.. algumas cenas são um bocado agressivas..   


outra actuação que me deixou surpreendida foi a da emily blunt. não dava muito por ela, mas revelou-se uma mulher de armas (literalmente) neste filme. parece que nasceu para andar a esquartejar aliens com uma pá de helicóptero afiada :D já havia tempinho que não tínhamos uma personagem feminina com tanto carisma a distribuir porrada no ecrã.

e a química que aqueles dois têm juntos?? over 9000!!

 

o resto do pessoal que por lá calçou também esteve muito bem, especialmente o bill paxton e o brendan gleeson. todágente à altura do desafio, ninguém ficou feio na fotografia. 'cá beijinho!

apanhou-me completamente de surpresa. já vi o filme duas três vezes e estou-me praqui a controlar para não ir uma terceira.. acho que fiquei assim a modos que pró obcecada com aquilo :D

...e eu convencida que o captain america ia ser o meu filme do ano.. temos pena muahahaha

'Le me

tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mIRC.

no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e (sempre que a preguiça não a impede) gosta praticar exercício físico.

mantém uma pequena bucket list de coisas que gostava de fazer nos entretantos.

'Le liwl

era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003, numa altura em que os blogs eram apenas registos pessoais, sem pretensões de coisa alguma. e assim se tem mantido.

muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora. para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores:
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