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lost in wonderland

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Summertime madness // Culatra

Julho 30, 2015

...ainda não aprendi que tampões para ouvidos é um acessório imprescindível para o campismo. acho que não dormi duas horas seguidas XP

vá lá que levantar às sete da manhã até tem as suas vantagens: o dia rende pa cacete. às oito e meia estávamos de saída de cabanas, prontos prá desbunda. começamos em tavira, onde fomos tomar o pequeno-almoço e aproveitar para conhecer o mercado.

Untitled UntitledIMG_20150704_103529 IMG_20150704_103121

há pessoas que visitam museus, nós visitamos.. mercados (há pancadas piores, quero acreditar!)

dali seguimos rumo a olhão. de caminho fizemos um breve desvio para a fuzeta, nunca lá tinha estado e apeteceu-me conhecer. parece ser um sitio tranquilo, e bom para praia.

quando chegamos à zona ribeirinha de olhão, apanhamos um mar de gente. ah.. é verdade, estamos no algarve, já me esquecia :D

demos uma volta (visitar o mercado e tal) por lá, para fazer tempo da nossa "boleia" para uma das ilhas, a da culatra/farol. a da amona fica prá próxima, não se pode ver tudo de uma só vez para termos desculpa para voltar, rite?

Untitled

desembarcamos na ilha do farol (alguém me explica o porquê da ilha ter os dois nomes?) e fomos andando em direcção à culatra pela praia, que é fantástica! enoooooooooorme, de areia fina, sem ondas, e pouco frequentada entre concessões. muito semelhante a tróia, por acaso (mas com menos árvores).

ilha do farol

tava-se muito bem por lá, apesar de termos apanhado um certo vento, que entrou de mansinho e foi aumentado de intensidade pela tarde. o grande problema do vento é que não se sente o sol a morder e protector em spray não é lá grande coisa. se já vinha um bocado assada da galé, fiquei seriamente a precisar de biafine..

ilha da culatra UntitledUntitled

acabamos por sair de lá tarde e a viagem de barco ainda demorou - e mais um dia que não íamos chegar a horas de apanhar o barco para a ilha de tavira. fónix, tá complicado!

bom, já que estávamos sem pressas, bora passar ali pelo fialho a ver se é desta que conseguimos lá jantar.

..e foi!

alambazamo-nos com um arroz de marisco de comer e babar por mais (ainda que o estômago esteja a um lingueirão de explodir), que chegou à mesa ainda a gorgolhar!
por momentos até julguei que o homem fosse interromper o jantar a meio para invadir a cozinha, e pregar dois beijos a quem preparou o arroz. não se levantou mas pediu por duas vezes à empregada de mesa que fosse entregar os seus rasgados elogios a quem de direito.

ao dia de hoje ainda me espanta a quantidade de comida que enfardámos naquela refeição..

Untitled

não. sobrou. nada!

a noite estava quente e a lua cheia, mesmo a pedir um passeio para ajudar o arroz a descer à tripa, logo ali, pelas redondezas do restaurante, que fica situado paredes meias com a ria formosa.

tão e agora? nem penses que volto pró parque de cabanas...

ele: "albacora?"
eu: "albacora!!"

(inserir aqui imagem mental da isa a fazer a dança da felicidade)

não pudemos desfrutar do nosso adorável quarto assim que fizemos o check in porque EU. PRECISAVA. DE. BIAFINE!

demos com o nariz na porta do gran-plaza, que as dez da noite já tinha encerrado. toca de seguir para o centro da cidade, comigo a rezar a todas as entidades de existência duvidosa que me lembrei, por uma farmácia aberta aquela hora e.. TÃO NÃO É QUE ENCONTREI UMA, no caminho para a gelataria? (sim, que o homem aproveitou logo a oportunidade para ir à muxagata) muahahahah devo ter sido uma pessoa muito boazinha na minha vida passada!

há que deixar registado um breve episódio: a farmacêutica que me atendeu, que não foi buscar o meu ansiado unguento arrastando as trombas pelo chão, porque era tarde e ela preferia estar em casa a descansar do que atender turistas manhosos que se lembram de ir buscar medicamentos não urgentes a horas impróprias. não só me recebeu com uma simpatia quase desconcertante, como desbobinou uma série de informações, recomendações para o meu escaldão e até histórias pessoais.
não estou habituada a tanta amabilidade lol

Summertime madness // Galé

Julho 24, 2015

sábado. andei dias a fio a dizer que queria ter tudo pronto na sexta à noite para não desperdiçarmos um segundo que fosse das duas semanas de férias. mas entre deixar a casa arrumada, finalizar os pormenores da bagagem, carregar o carro, e ir deixar a gata à dos "avós" a coisa arrastou-se até às tantas.

passava pouco da meia-noite quando finalmente aterramos no parque. íamos todos lampeiros ao nosso spot favorito, quando..

WHAT.. DA.. FUQ??

um... surf.. camp.. aqui??? e a ocupar a melhor fatia de real estate do parque todo? EEEEEEEEEEEEEEEEEK

entrei logo em modo sheldon, ur in my spot!!

mas uma coisa é chegar lá a um sábado à tarde e ele estar ocupado, e no dia seguinte vagar e eu arrastar para lá a barraca.. outra coisa é encontrá-lo vedado e cheio daquelas tendas maricas de - argh.. vou ter mesmo que escrever aquela palavra horrorosa - glamping, que não vão a lado nenhum tão cedo.. PQP!

mas o que não falta no parque é espaço, acabámos por assentar num sitio que não era mal de todo e deixei de pensar (muito) no assunto.

domingo, primeiro dia oficial de férias. YAY!

durante uns tempos vai ser só dormir, comer, praia, comer, tomar banho, dormir - não subestimem esta rotina! é muito mais extenuante do que parece à primeira vista :D


Untitled

tivemos um dia de praia interessante, que envolveu o homem acudir um baywatcher que se voltou numa moto 4. vinha a jardar pelo areal fora, até que passou por alguma duna mais inclinada e ficou de pernas rodas pro ar. não sei se ia em missão ou se estava apenas a queimar combustivel e a perturbar a pacatez do cenário só porque sim. se foi por esta segunda, então certamente houve karma envolvido naquele pinote..

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maravilha de praia, cum caneco.. e todinha para nós!

mais tarde seguimos um conselho e demos uma corridinha descalços, e.. em pelota lol a sério que não me ocorre experiência mais libertadora. se não tivesse a depilação feita e fosse no encalço de uma potencial refeição, seria tipo regresso às origens muahahah

segunda-feira é um dia fixe no parque, que a maralha do fim-de-semana já se meteu na alheta e o clima fica bem mais sossegado (mas deixaram uns quantos episódios dignos de registo, lá chegaremos). descemos à praia por volta das três da tarde, depois de termos passado a manhã toda na ronha entre o bar da piscina e a tenda.

tough life

não dá para ver, mas tinhamos vista prá serra da arrábida

entretanto a tarde começou a arrefecer, por culpa dum nevoeiro manhoso que decidiu instalar-se muito sorrateiramente, assim como não quer a coisa. por volta das sete da tarde, já tinha tomado o céu por completo… hum, já vi isto acontecer antes e não é lá muito fixe. à noite, quando fomos jantar a melides, os meus receios confirmaram-se.. era apenas junto à costa, 5km para dentro começava a dissipar.. déjà vu!

"migo, se amanhã continuar assim, arrumamos a tralha e vamos morder o ambiente a sul" fiz saber ao homem.. nenhum outro dia destas férias de verão será desperdiçado no meu turno!

E qual é o lema desta casa sobre férias?

Julho 24, 2015

que as improvisadas são as melhores!

 

isso. acartar apenas com o essencial, com alguns destinos e experiências em mente, mas sem grandes amarras ou planos fechados - simplesmente deixar-nos ir e aproveitar bem o que vir, sem stresses. É. TÃO. BOM!!

o rascunho inicial das férias era ficar uns dias pela galé a recarregar baterias; de seguida descer por ali abaixo até à zona da zambujeira/odeceixe, bater as capelinhas do costume; depois passar pela terrinha; e acabar pela zona de tavira, e aproveitar para conhecer melhor a ria formosa. 15 dias espremidos até à última gota.

claro que a conspiração cósmica tratou logo de baralhar as coisas.. à grande :D

and so, it begins!

Navegadores de fim-de-semana

Agosto 28, 2014

tão no domingo passado quis saber se ainda me aguentava de pé em cima duma prancha e como já tinha topado que em tróia havia disso, foi novamente o nosso destino de praia.

assentámos arraiais ao pé do tasco e ala que se faz tarde. o dia tava bom, não havia muito vento e ondulação nem vê-la. fixe!
a novidade foi pranchas rígidas ao invés de insufláveis como as do centro de lagos (e nem sequer nos apercebemos desse pormenor, só descobrimos mais tarde ao googlá-las). não gostei tanto, apesar de parecem ser mais fáceis de manobrar, não achei que tivessem tanta estabilidade..
o homem também ficou com a mesma opinião. boas noticias para nós, pois sa'gente se meter naquilo terão que ser insufláveis, por questões de logística.. não tou para andar a passear dois barrotes gigantescos amarrados ao tejadilho do cascas por esse país fora.

tão lá fomos os dois mar a dentro, ora em pé ora sentados, rumo a uma "ilha" que se avista da praia, bastante populada por sinal.
ainda demorámos um bocado a lá chegar.. a modos que está mais afastada do que parece. havia um ou outro caramelo a fazer razias para provocar ondas e mandar a malta ao mar, mas tiveram azar muhahaha ainda não foi desta :D


a tal ilha é um banco de areia enorme* onde até plantas crescem, com uma vista brutal para a serra da arrábida. é a bem dizer, uma praia exclusiva para quem tem transporte marítimo, num dos lados forma uma espécie de marina natural onde o pessoal aporta os barcos e as motas de água e abanca lá o dia todo. 

não deu para ficar lá muito tempo, que só tínhamos as pranchas por uma hora.. uma pena, por mim passava lá o resto da tarde.
also, desta vez não me apeteceu ir com o telemóvel atrás e depois arrependi-me, bah..


o regresso foi todo em pé. apesar da corrente estar um bocado mais forte, nem por isso fiquei muito cansada (o truque da alavanca do havaiano funciona w00t). 

já o homem saiu da água a lamentar-se. o gajo que nos alugou o equipamento comentou que não era de admirar, que aquilo é tipo "ginásio em cima de água". e é capaz de ter razão, à primeira vista pode não parecer mas não há musculo no corpo que não se apresente ao serviço naquela combinação de remar enquanto se tenta manter o equilíbrio. tou rendida!

* a foto tem dois anos mas não me parece que esteja muito diferente do que vimos

Get Up Stand Up

Agosto 22, 2014

FINALMENTE experimentei aquilo do stand up paddle (SUP)!

 

havia um par de anos que andava atrás dum centro de surf que tivesse material para alugar, mas por ser uma modalidade pouco conhecida, tava difícil. a única coisa que conseguia encontrar eram aulas, mas com preços assustadores, que me tiravam logo a vontade.. 

 

mas pelos vistos este ano pegou moda e o SUP está por todo o lado, pelo menos em lagos - não há tasca de surf que não tenha pranchas para alugar. perdi-lhes o conto!

 

tão ao segundo dia, estávamos nós a chegar ao pólo do sapo, quando há qualquer coisa que me desperta a atenção na loja ao lado. atento na montra e… é um CENTRO DE SUP, caneco!!! 

 

até se-me eriçaram os pelinhos lá bem do fundo das costas. É QUE É JÁ. ai universo, és tão fofinho, cá beijinho!

 

o problema é que os dias andavam ventosos e as correntes não estavam para brincadeiras, logo não havia paddling para ninguém.. mas disseram-nos que vento deveria amainar lá pra quinta à tarde, e que na sexta ou sábado seria possível ir sup’ar. no worries mate, tou cá até ao fim da semana.

 

e assim foi. no sábado às duas da tarde estávamos à porta do centro, três de nós, eu o home e a sis, prontinhos para a nossa aula de iniciação, que incluía tour às grutas - duas horas e meia que se adivinhavam muito divertidas.. e molhadas lolão

 

no total éramos sete, seis maçaricos mais a nossa simpática instrutora alemã, gitte. o percurso iniciava-se na praia do porto de mós e terminava na praia da dona ana, sempre junto às falésias.

 

após o briefing em terra, onde nos foi explicado como é que funciona aquela traquitana toda, posições, quedas ao mar, the dos and don'ts e outros procedimentos relevantes (entre eles pedidos de socorro e etiqueta nas grutas), siga pró mar com três metros de prancha debaixo do braço..

 

..e S'AQUELA MERDA PESA!

 

dentro de água, toca de meter em prática os ensinamentos que tínhamos acabado de receber. parecia super fácil, até para mim, que sou um bocado desengonçada naquele tipo de assuntos. 

tusken sup'er

passado uns minutos a remar de joelhos, e numa altura em que o mar estava mais calmo (sem ondulação provocada pelos barcos que se passeiam junto à costa) ganhei confiança e seja o que dés’quizer! levantei-me na prancha e…

 

GREAT SUCESS!! consegui dar umas remadas durante uns minutos sem cair logo pró lado w00t

 

por essa altura já haviam mais colegas a tentar fazer o mesmo, e alguns até aproveitaram logo para dar um mergulho muhahaha

 

a instrutora, sempre atenta às peripécias dos seus pupilos, ia corrigindo as asneiradas que iam surgindo e dando dicas à medida que íamos ficando mais afoitos.

 

a parte das grutas foi tramada. a cada 30 segundos aparecia um sacana dum barco carregado de turistas para as visitar e aquilo era um trânsito infernal de embarcações. barcos, canoas, paddleboards, tudo à mistura.. é assim o agosto nas águas costeiras algarvias. 

hora de ponta

 

nas primeiras onde entrei, ainda sem saber bem como dar conta da prancha, via-me grega para não me espetar contra as rochas, ou contra os meus companheiros de paddle, ou atravessar-me à frente dos barcos e canoas.. os tipos dos barcos então, não achavam lá muita piada terem que desviar-se de nós. temos pena!

 

cheguei a resolver o problema sentando-me ao contrário na prancha e seguir de marcha-atrás. é a improvisar que a gente se entende :D 

 

assim que dobramos o cabo da boa esperança a ponta da piedade, o mar transformou-se um lago. agora sim!
meti-me de pé e só voltei a ajoelhar-me quando era mesmo necessário, tipo entrar em buracos ou passar por rochas baixas. 

 

a parte mais complicada foi mesmo empinar as manobras de direção. mas às tantas lá começaram a surgir com naturalidade, sem precisar de pensar muito na mecânica da coisa. queres virar? então enfia a pagaia na água com a face invertida e empurra-a em sentido contrario. done, carry on.

 

duas horas depois de ter saltado para cima daquilo já dominava a remada e não tinha grandes problemas de equilíbrio... não ter caído ao mar uma única vez foi um feito verdadeiramente épico para a minha pessoa :D

largò hipstergram!

 

fiquei fã. aquilo é MESMO FIXE, muito melhor que canoagem!  
tou maluca para voltar a pegar numa prancha daquelas outra vez. entretanto meti-me a ver videos no iútube e quero experimentar algumas técnicas que apanhei. also, estou a considerar assaltar um banco para comprar o meu próprio equipamento muahaha who’s in?

Caraíbas alentejanas II

Agosto 04, 2014

o domingo acordou tristonho, ofuscado por umas nuvens assim com ar pesadão, mas ao abrir a janela senti-lhe a temperatura e gritei "WOW TÁ CALOR.. BORA PRÁ PRAIA!!" coisa rara este verão..

 

eis que o homem vem de lá e sugere um programa de festas diferente do habitual: deixar o carro em setúbal, apanhar o barco para tróia, e experimentar aquelas praias dali ao inicio da península, que nem eu nem ele conhecíamos…

...nós, que batemos a costa alentejana de cima a baixo e de baixo a cima, nunca tínhamos assentado o cú nas praias de tróia… e as vezes que passámos por lá, não há desculpa.. shame on us!!

nada mal pensado migo, nada mal!

carro estacionado, bilhetes comprados, catamaran chega, catamaran parte, cerca de quinze minutos de viagem, golfinhos a passear no sado perto do cais. tróia!

tá giro aquilo. bonito, bem tratado e cheio de vida nesta altura do ano.

a praia eleita, a do bico das lulas, não estava muito populada. o céu continuava salpicado de núvens mas a tarde estava impecável, quente e sem vento nenhum. o mar parecia uma piscina.

em vez de ficarmos apenas escarrapachados na toalha a fazer fotossíntese, como de costume, decidimos ir dar uma voltinha junto ao mar, tirar as medidas ali ao pedaço, que aquilo é realmente muito bonito.

praias (quase) desertas de areia branca fininha que é um mimo. já não é a primeira vez que reparo que aquelas praias fazem lembrar caraíbas e realmente, só falta aquela língua de areia umas fileiras de coqueiros e a coisa ia lá.. menos a água morna, vá :D

 

...se bem que ontem estava surpreendentemente "quentinha"!

andámos, andámos, andámos.. quando demos por nós estávamos a ficar assim pró cansados e com sede.. a modos que a desesperar por um oásis em forma de bar de praia. ainda tivemos que andar mais umas boas centenas de metros até à multidão que avistávamos ao de longe. ali havia um bar de certeza... ou então assaltávamos a geleira de alguém :D

quando finalmente alcançamos a entrada da praia, demos conta que fomos parar à praia atlântica.. a alguns 5kms das nossas toalhas.. jazus!

e vá lá que tínhamos as carteiras connosco. havia de ser giro termos que voltar atrás sem um lanchinho e uma bebida fresca no bucho. já vinha a olhar prá água do mar com ar guloso e a pensar que em último caso, lá teria que ser LOL

recarregámos baterias e toca de fazer o caminho de volta. a tarde teria sido perfeita se nos entretantos não se tivesse levantado uma ventania chatinha, daquela que levanta a areia no ar e atira-a contra a malta. 

 

de regresso ao bico das lulas, o nosso estaminé era o único que restava no areal. estivemos por ali até ao pôr-do-sol e depois fomos nas calmas, pela praia fora, até ao cais. mais 2km. bela caminhada que o dia rendeu, fiquei com as pernas feitas num oito.

 

a viagem no catamaran é rápida e bastante confortável. um bocado cara é verdade, mas contas feitas, até compensa. poupa-se tempo, combustível e pneus :)


a repetir, sem dúvida alguma!

First world problems... IV

Julho 28, 2014

às vezes dá-me assim umas paragens cerebrais e vou-me meter em sítios que tou farta de saber que devia fugir deles como o diabo da cruz.. como ontem por exemplo, que achei que era um bom dia para ir lagartar ali prós lados da comporta. tava calor e a praia é bonita, sei lá..

 

a quantidade de carros estacionados na berma da estrada era um prelúdio da confusão que lá estava instalada, mas que ainda assim não me demoveu do meu objectivo. não me apetecia conduzir mais 10 minutos até à praia mais próxima, anyway.

 

fiquei com o feeling que a comporta tá a dois verões de mudar de nome para caparica - tava de tal modo atafulhada, que para além de não haver espaço livre nenhum entre as "quintas", tornava-se quase impossível atravessar a selva de chapéus de sol à procura de poiso, já para não falar na dificuldade em assentar o pé sem tropeçar na malta que se banhava ao sol. até chegarmos a uma zona que tivesse pelo menos 10 metros de distância entre toalhas alheias ainda palmilhámos umas quantas centenas de metros. nem quero imaginar como será em agosto!

 

acho que tenho que levar um bloco de post-its para o carro e começar a assinalar os sítios proibidos durante o verão e espetá-los no pára-brisas :P



mas é tão linda :')

'Le me

tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mIRC.

no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e (sempre que a preguiça não a impede) gosta praticar exercício físico.

mantém uma pequena bucket list de coisas que gostava de fazer nos entretantos.

'Le liwl

era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003, numa altura em que os blogs eram apenas registos pessoais, sem pretensões de coisa alguma. e assim se tem mantido.

muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora. para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores:
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