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lost in wonderland

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Feliz final de ano peeps

Dezembro 31, 2020

isa: "foda-se, 2018 foi o ano mais cabrão de sempre!"
2020: "hold my beer!"

tenho pena de ter apagado os vídeos que fiz durante os primeiros minutos deste ano, tinha lá um soundbite fantástico para abrir este post. nos momentos finais de 2019, repetíamos o ritual de sair de casa a meio da jantarada de fim d'ano, para ir ver o fogo de artificio e celebrar o inicio do ano no meio do maralhal eufórico. encontramos um sítio porreiro e assentamos arraiais à espera do início das festividades, mas... havia uma neblina à beira rio com ar de quem queria cagar na festa.. 5.. 4.. 3.. 2.. 1.. 🎉 começa o foguetório!

"uau, tamos num sítio mesmo bom este ano", constatei, enquanto os primeiros morteiros a rebentavam numa chuva brilhante no céu. passado 2 ou 3 minutos, o fumo provocado pelas explosões misturado com o nevoeiro começa a ofuscar o espectáculo, e pouco depois já não se via fogo de artifício nenhum, só clarões no céu e os estrondos. celebração arruinada, uma pipalhona de massa literalmente a arder, sem proveito nenhum. perante aquela desilusão, disse, no meio dumas risadas labregas,

"se isto for um presságio de como este ano vai correr, tamos desgraçados!" 

é que nem tardou muito até à minha profecia começar a revelar-se...

janeiro

logo ao terceiro dia do ano, não fui desta para melhor porque não calhou.. e começar o ano traumatizada, cheia de mazelas, e afogada em burocracia para resolver uma cagada que não tive culpa nenhuma, a não ser estar no local errado à hora errada, foi bastante foleiro.

lá fora.. a austrália continuava a arder. o trump andava a ver se começava a 3ª guerra mundial, como manobra de distracção enquanto era julgado pelo senado. um surto viral escapou da china e começou a espalhar o caos pelo mundo inteiro. o uk disse adeus à união europeia. aconteceram terramotos, erupções vulcânicas, e acidentes aéreos. o primeiro mês do ano a prometer fun times ahead.

fevereiro

continuou a saga do carro e das seguradoras. o robot aspirador começou a cheirar a queimado e acabou esventrado. comprei o segundo carro no espaço dum ano. carro chegou super rápido e rendeu uma escapadela para vingar os dois meses que estive sem conduzir.

acabei por terminar as negociatas com as seguradoras mais cedo porque já se começava a suspeitar que vinham tempos complicados, e também porque estava farta de tanta incompetência.. portanto aceitei um valor razoável e prossegui com a minha vidinha.

lá fora.. o vírus foi baptizado de covid-19. os chineses construiram dois hospitais em menos de duas semanas, enquanto o trump continuava a dizer que era só uma gripezinha. o senado americano teve que passar uma resolução para impedir que o presidente começasse uma guerra contra o irão. um avião derrapou para fora da pista e partiu-se todo.

março

all hell breaks loose. felizmente comecei o mês muito bem.. mas estivemos num hotel que estava cheio de espanhóis e por momentos tive receio de ter apanhado coronga. safei-me de pagar por uma espertice dum operador. karen mode: on!

a meio do mês, trouxemos a tralha do escritório para casa, e entramos em teletrabalho por tempo indeterminado, num home office improvisado na mesa da sala. o pixels camp foi cancelado. descobrimos uma infestação de bolor nos roupeiros. 

lá fora.. a itália via-se grega com o corona e meteu o pais de quarentena para tentar conter o bicho. vários países entram em confinamento, fecham-se fronteiras e proibiram-se viagens para os países mais afectados pelo vírus. a OMS declarou o surto de covid-19 uma pandemia, e começava a corrida para encontrar a cura contra o vírus.
por todo o mundo as escolas fecharam, as pessoas foram postas a trabalhar remotamente ou em layoff, eventos foram cancelados ou passaram a acontecer à porta fechada ou por tele-conferência. o planeta paralisou, os mercados foram-se abaixo, o papel higiénico esgotou nos supermercados.

boris johnson não seguiu as suas próprias recomendações e apertou a mão a uma porrada de gente, como prémio, ganhou corona. começava o reality shit-show americano que ira ter várias "seasons" durante o resto do ano, cada uma mais insólita que a anterior. por falar em shit-shows, o netflix libertou o tiger king. 

abril

foi o melhor mês do ano. haters gonna hate, mas eu vi lisboa como nunca tinha visto, e como provavelmente nunca tornarei a ver — deserta, cristalina, a brilhar ainda mais que o habitual. era uma paz incrível, um silêncio divino, o tempo pareceu abrandar. o ar estava limpo, e respirava-se melhor. devíamos fazer isto todos os anos. passamos montes de tempo a desinfectar cenas. no núcleo familiar, as coisas não estavam famosas. com tudo paralisado por causa do vírus, parecia impossível conseguir marcar exames.

lá fora.. o número de casos confirmados de covid-19 não parava de aumentar, e as pessoas pareciam unidas por uma causa comum, durante uns tempos tive fé na humanidade. nos estados unidos, o preço petróleo caiu para valores negativos (ie, os produtores pagavam aos clientes para ficar com o petróleo lol) — com a malta toda enfiada em casa, pudera né?, o pentágono libertou vídeos de OVNIs, e no dia seguinte, cientistas detectam uma fast radio burst vinda dos confins da galáxia (bem, se é para sermos invadidos por ETs, que seja neste ano); um asteróide fez uma razia à terra... ya, o universo tá claramente a mandar-nos uma mensagem 🤨

kim jong un andou desaparecido uns tempos, dando origem a rumores sobre a sua morte.. mas foram foguetes lançados antes do tempo. trump continuava a espalhar desinformação (e coisas bem piores) nas conferências de imprensa. não havia pipocas suficientes no mundo para comer enquanto assistimos àquele descarrilamento diário. 

maio

maio atirou um saco de merda para cima de uma ventoinha. foi marcado por dois eventos, o início de uma desagradável batalha, a qual decidi acompanhar desde o início porque (in)felizmente tinha experiência, e o final de um projecto que durou 4 intensos anos... mas eu agora nem sequer conseguia pensar em trabalho, acabou por ser uma coisa boa. de outra forma não teria tanta disponibilidade para a gestão da crise familiar que se avistava no horizonte. conseguimos voltar a tomar o pequeno-alomoço numa pastelaria — aquelas pequenas coisas que damos por garantidas.. até acontecer uma pandemia 😒

demos com outra!! infestação de bolor em casa, ai ai ai aia ai a ai. o camping de tavira decidiu não abrir este verão. vieram finalmente substituir o vidro da janela da cozinha. trocamos a puta da máquina de lavar roupa por uma nova. e porque chegámos à conclusão que nem tão cedo íamos voltar a trabalhar num escritório, começamos a planear um home office digno desse nome.

lá fora.. os ingleses que ao início achavam que imunidade de grupo era o caminho, ultrapassavam os italianos na taxa de mortalidade por covid-19. cheias no este de áfrica, e um super ciclone na índia. vespas assassinas asiáticas lançaram o pânico nas americas. rebentam protestos contra o racismo em varias cidades americanas, que alastraram a outros países. a spacex torna-se na primeira empresa privada a meter humanos em órbita. um avião caiu numa zona residencial.

junho

foi passado entre lisboa e o algarve, entre remodelações de parte da casa dos meus avós, e a manter os ânimos controlados. conseguimos ver um starlink satellite train. tentei fazer threading em mim mesma e falhei horrivelmente, mas não esperava outra coisa. montamos o home office. o primavera sound no porto foi cancelado, lá se foi a minha grande oportunidade de ver beck ao vivo 😭

lá fora.. o ebola decide juntar-se à festa, mas perdeu-se pelo caminho. o trump foi trollado em grande estilo por tiktokers. um terramoto atinge o méxico.

julho

éramos para estar a em espanha, a curtir a billie eilish no mad cool, e depois iríamos regressar à catalunha para curtir o mediterrâneo, só que.. não! mas verão é verão, decidimos pegar na gente e nas gatas e tivemos uma semaninha prós lados de santa luzia. o tempo tava brutal, e a água do mar parecia as caraíbas.

lá fora.. os russos arranjam forma de manter putin no poder por mais uns anos. o coronavírus apanhou o bolsonaro, milhares de brasileiros torceram pelo vírus. um terço do bangladesh ficou debaixo de água devido a inundações. um mega hack no twitter envolveu uma série de contas de personalidades high-profile. tivemos um cometa a desfilar pelos céus.

agosto

agosto foi um desgosto, porque o tempo continuava do cacete, mas não houve grandes oportunidades para vadiar.. apesar das viagens ao algarve continuarem a ser semanais.

lá fora.. uma explosão colossal arrasou parte da cidade de beirut. aconteceu mais um acidente aéreo. na bielorrusia protestou-se por eleições livres e justas. a época dos furacões do atlântico intensificou-se, e a califórnia começou a arder. a chuva continuava a provocar estragos na ásia.

setembro

safamos outra semanita de férias em santa luzia, para nos despedirmos do verão. voltei a invocar a karen que existe em mim. o homem raspou o carro no pilar do estacionamento. terminamos a remodelação da arrecadação, que deu 30x mais trabalho que estávamos a contar — mas ficou brutal! 
entrei em funções numa empresa onde sempre soube que um dia havia de lá ir parar, e foi provavelmente a melhor coisa que me aconteceu este ano. por outro lado, a 2ª circular começou a ser reparada, algo que já tinha desistido de esperar que viesse a acontecer durante esta vida. 

lá fora.. foi o setembro mais quente alguma vez registado. os furacões não davam descanso à malta da zona das caraíbas. o primeiro debate presidencial foi uma peixeirada monumental, que deixou os USA afogados em vergonha. trump deu uma covid party na casa branca e várias pessoas ficaram infectadas, incluindo o anfitrião. os jornalistas já só conseguem gozar com a situação.

outubro

novas rotinas, muita coisa para empinar, trabalhinho a dar cum pau, horas e horas em chamadas de zoom. não me lembro de mais nada.

lá fora.. um terramoto atingiu a turquia e a grécia. continuou a chover torrencialmente na ásia. nas americas, uma mosca foi a estrela do debate vice presidencial.

novembro

o carro foi assaltado por uns mânfios muito verditos, coitaditos. o carro foi à primeira revisão. íamos tendo outro acidente envolvendo um camião a comer-nos o cú do carro. terminei a minha relação de 15 anos com o flickr. comecei e acabei o mês nos algarves. invoquei a karen duas!! vezes.

lá fora.. várias vacinas contra o covid-19 em desenvolvimento anunciavam resultados promissores. biden foi eleito presidente após vários dias de angustia enquanto se contavam os votos — e o mundo pôde finalmente respirar de alivio. no atlântico, após terem esgotado a lista de nomes e terem ido buscar o alfabeto grego, os furacões finalmente começaram a dar tréguas. foi a época mais activa desde que existe registo. o asteróide que estava prometido para animar o dia das eleições presidenciais americanas não apareceu.

dezembro

com dezembro veio a segunda parte da batalha, muitos km de estrada para estar presente em consultas e a chatear médicos. o último com quem falei teve uma paciência santa. apesar dos stresses, correu tudo dentro do previsto. por causa destas coisas que eu não admito que se fale mal do SNS à minha frente. lavei FINALMENTE os vidros da casa. e a prova suprema que este ano nasceu completamente torto: mandei fazer as cortinas para o quarto 😱

e porque me tornei numa karen, é possível que tenha comprado uma guerra com o condomínio muhahahah 

lá fora.. várias vacinas recebem autorização para utilização de emergência, e a vacinação começa em vários países. uma nova estirpe do vírus é identificada. darwinismo continua a fazer vitimas. um ataque informático de dimensões desconhecidas deixa a américa a tremer pela segurança do país, mas o presidente esteve-se a cagar. o UK e a UE finalmente entendem-se. a bitcoin valoriza big time. acontece um raríssimo alinhamento planetário ente saturno, e um eclipse solar. um terramoto abana a croácia.

...entre tantas outras coisas que ficaram de fora, mas isto já está massudo q.b.

quando chega a esta altura, tenho sempre o feeling que o ano passou super rápido.. só que este nem por isso. foi tão longo, tão intenso, tão destravado, que parece que demorou uma eternidade a passar. parecem 3 ou 4 anos condensados num só.

os memes foram a melhor coisa deste ano. entre o corona, a política americana, e o contentor de lixo em chamas que foi 2020, o espírito criativo da malta esteve fortíssimo. passei tanto tempo agarrada aos ecrãs a devorar notícias, artigos, a fazer doomscrolling no twitter e no reddit, que nem tinha tempo (ou vontade) de ver séries ou filmes. os concertos, que prometiam ser vários este ano, foram todos cancelados... PQP vírus de merda!

a pandemia voltou a vida das pessoas ao avesso, e mudou o mundo. os efeitos secundários vão durar muitos quantos anos, e vão provocar alterações profundas na sociedade — pelo menos, pareceu-me que as pessoas aprenderam finalmente a lavar as mãos, e a ter cuidado para onde tossem. oremos para que estes hábitos tenham criado raízes profundas.

algumas pessoas viram-se com montes de tempo livre e aproveitaram para desenvolver skills novas, outras para devorar o catálogo do netflix, outras perceberam porque é que os professores se queixam tanto do comportamento dos miúdos hoje em dia, e tentaram não enlouquecer. o ano não foi totalmente horrível, só foi *bastante* diferente do habitual. e estranho.. this too shall pass. a não ser que as alterações climáticas tenham outros planos para nós 😬

e já que ninguém pode tirar o cú de casa para ir celebrar a chegada do ano novo, recomendo o mockumentary death to 2020, do mesmo criador de black mirror, porque sejamos sinceros.. 2020 pareceu um longo episódio de black mirror anyway 🤷‍♀️

2020 soma e segue

Novembro 14, 2020

não há mesmo forma deste ano sossegar.. e continua cretino, mas tão cretino que já mete nojo 🤢

no domingo passado, por volta das sete e meia a tarde noite fomos levantar uma encomenda ao el corte inglés, coisa rápida. quando regressamos ao carro, tínhamos um vidro todo estilhaçado, e ya.. o interior estava todo remexido — OH.. CUM.. CARALHO!!!

estacionei no mesmo sítio que estaciono sempre que lá vou, tipo desde há colhões de anos. numa praça, com bastante circulação automóvel e pedonal, com uma saída de metro ao pé, e que durante a noite tem iluminação de sobra. é preciso ter tomates para assaltar um carro nestas condições.. ou ser-se muito burro!

enfim…

ligar para o 1820 (o 112 não vale a pena, aprendemos isto em janeiro, quando levamos com o semi-reboque pelas costas), chamar a PSP. não tocar no carro até eles chegarem.

fui-me sentar num banco no meio da praça, a ver se conseguia falar com o seguro, porque azar os azares, eu precisava de ir ao algarve dali a dois dias, e tinha que resolver o assunto ASAP. mas ao fim-de-semana esquece lá isso.

o homem estava perto do carro, a fazer piscinas para distrair o sistema nervoso enquanto a polícia não chegava. nisto topo dois jovens umas dezenas de metros à frente, e como os achei demasiado interessados em nós, fiquei de olho neles. ora, a noite não estava particularmente agradável para estar na rua a meter a conversa em dia, e o tempo passava, e nós a olhar para eles, e eles para nós. entretanto a PSP chega, e eles sobem um bocadinho a rua, e ficam meio escondidos entre os carros.

hummm… normalmente é ao contrário, quando acontece uma desgraça qualquer, as pessoas aproximam-se para ver mais de perto, né? pois, eu fiquei super desconfiada.. assim que começamos a falar com a policia, desapareceram.

abrimos o carro para inspeccionar a dimensão do estrago. não tínhamos nada de valor, mas tínhamos — yah, é estar a pedi-las eu sei, EU SEI — as carteiras de ambos e a chaves de casa. ou seja a coisa tinha tudo para correr horrivelmente mal. não estava nada à vista, apenas os cabos USB, o que eu suspeito que possa ter dado a impressão que havia telemóveis a carregar. todos os compartimentos foram remexidos, inclusive, um dos assentos traseiros estava rebatido, até na bagageira andaram a xeretar. eu já a despedir-me das horas da minha vida que ia perder a fazer os documentos todos..

mas a minha carteira estava lá, com todos os documentos dentro. a carteira do homem estava lá, com todos os documentos e imagine-se, até o dinheiro que ele lá tinha.. havia uma terceira carteira no porta-luvas, que não estava lá.. precisamente a que estava mais recheada.. com cartões de fidelização de lojas 😶. também desapareceram os vales de desconto do ECI/repsol. e os meus ray-ban espelhados, que tinham as lentes tão riscadas dos maus tratos que lhes dou, que já se estavam a tornar desconfortáveis de usar..

the plot thickens.. seriam aqueles putos que estavam a controlar a situação uns metros acima, que me fizeram aquele serviço no carro? e uma vez que gamaram — honestamente, lixo, estavam a ver se conseguiam voltar para ir buscar o resto das coisas que podiam ter algum valor, tipo as outras duas carteiras? nunca o saberemos.

o mais poético disto tudo é o timing que estas merdas acontecem, que há exactamente um ano (e 1 dia) atrás, também passei o serão de domingo a limpar vidros. puta que pariu!

e também estive com PSPs. ou seja, no espaço de um ano, tivemos que chamar a PSP 3 vezes (e houve sempre vidros partidos lol), nunca na vida tive necessidade de chamar a polícia, realmente, não há fome que não dê em fartura. para entrar em casa. para reportar o acidente. e agora o assalto. será que se fechou o ciclo de azar?? SERÁ?? já merecia um descansozinho porra!

vá, que isto já vai longo e ainda não acabou, que ainda tenho um vidro para reparar em tempo recorde, e era porreiro se o seguro assumisse a despesa.

a minha manhã de segunda foi agitada. telefonar para a oficina, a saber para quando conseguia a substituição do vidro, contactar a seguradora para saber como proceder. ao fim da manhã tinha o vidro encomendado para o dia seguinte e estava na esquadra para levantar a declaração, para o seguro. por volta das três da tarde submeti o pedido à seguradora. uns minutos antes das quatro, telefonam-me da oficina a dizer que o seguro tinha aprovado o serviço.

a minha alma ficou parva.. não estou habituada a tanta eficiência de empresas portuguesas 😲

vou esconder uma câmara no carro, a sério que vou. aproveitei a ida à esquadra levantar a participação, para perguntar aos srs agentes se caso fizesse isso, estaria a incorrer nalguma ilegalidade, e se podia usar as imagens caso flagrasse um invasor na minha propriedade. ele disse-me que tal como nas câmaras de casa, desde que não se veja a rua, podem ser usadas. se se ver a rua, cabe ao juiz decidir, mas que eles até agradecem as imagens, pode ser que ajude a caçar a ladroagem.

mental note, vivem-se tempos complicados e o aumento de assaltos é consequência disso.. por isso, muita atenção onde deixar o carro na rua — e por zeus, levarás sempre os pertences atrás, mesmo em ausências breves. claro que isto não impede que não aconteçam outras cenas.. porque o que tiver que acontecer, acontece.

'Le me

tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mIRC.

no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e (sempre que a preguiça não a impede) gosta praticar exercício físico.

mantém uma pequena bucket list de coisas que gostava de fazer nos entretantos.

'Le liwl

era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003, numa altura em que os blogs eram apenas registos pessoais, sem pretensões de coisa alguma. e assim se tem mantido.

muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora. para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores:
#12   #11   #10   #9   #8   #6   #5   #4

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