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lost in wonderland

lost in wonderland

Montebelo Vista Alegre Ílhavo Hotel

Novembro 19, 2019

é um dos nossos hotéis favoritos do momento, que se andava a arrastar na to do list praticamente desde que abriu. quase que fomos lá parar nas férias da primavera do ano passado (perdeu para o longroiva, que também adoramos), mas só este ano em abril é que deu-se finalmente a oportunidade de irmos experimentá-lo.

como reservamos um bocado em cima da hora, já não conseguimos apanhar a suite que andávamos a namorar, mas conseguimos um quarto impecável, numa ala nova, lindíssima, e que ainda cheirava a madeira e tinta fresca (a hóspede do quarto ao lado estava horrorizada com este facto, though 🤔).

o hotel é irrepreensível. é um casamento feliz entre o clássico vitoriano e o moderno minimalista, decorado literalmente com história, e soberba elegância. tem montes de espaços e salas onde podemos descontrair, para além do quarto e do spa. é super confortável. o staff muito atencioso e cordial. restaurante é impecável, e o pequeno-almoço, que não sendo o melhor que já tivemos em alojamento (o maria nova em tavira leva a bicicleta.. or so i hope), é variado e está muito bem composto.. e o café com leite é delicioso, não conseguia parar de beber lol

stairway to heaven
casa dos mestres pintores room
ruins
palacio vista alegre
dinner

ainda visitamos o museu, e larguei uma nota preta na loja da bordallo pinheiro, porque tínhamos um voucher de desconto, e porque.. bordallo pinheiro.. não consigo resistir.

anyway!

a coisa correu tão bem, que ficou assente que havíamos de voltar lá, para a tal suite. temos muitos planos para esta suite. e para podermos mete-los em prática, fomos chatear as pessoas da recepção, que nos enviaram com um funcionário, em modo de tour pelas suites que estavam vagas, para vermos qual era. por azar, aquela que seria a mais provável estava ocupada, mesmo assim, ficamos a conhecer as outras.

fast forward até dia 26 de outubro, dia de dupla celebração, do meu 40º aniversário e do 15º aniversário de casamento.

chegamos ao hotel por volta das 5 da tarde (e estava um casal a dar o nó, tão fixe 😍). o plano era fazer o check in, fecharmo-nos na suite, pedir o jantar para lá, e só mostrar a cara no dia seguinte, pela hora do pequeno-almoço. a suite , maior que o nosso apartamento, era tudo aquilo que eu sabia que ia ter, e mais qualquer coisinha. e demos inicio às festividades.

suite

não parece, mas a cama era tão grande que quase precisava de um mapa para encontrar o homem

mirror mirror

esta banheira já viu coisas 😏

como a modos que *cof cof* perdemos a noção das horas, deixamos passar o horário do serviço de jantar. ainda telefonamos para dois sítios em aveio a ver se safávamos a coisa, mas sem sorte. o menu de room service àquela hora era muito limitado, mas era o que havia. vai daí, que o jantar dos 40/15 foram tostas mistas com queijo da serra e presunto ibérico. estavam deliciosas, btw!

é perfeito para um fim-de-semana de tempo foleiro, de outono ou inverno, daqueles que não apetece andar na rua. porque não vai apatecer sair daquele hotel para lado nenhum. este ano já não digo que vou lá voltar, mas pró ano quem sabe, que há mais quartos para explorar!

great wall of china

mais fotos no sítio do costume

* estadias patrocinadas pela minha estimada conta bancária

That's all folks!

Novembro 28, 2011

..e pronto, para terminar o relato da nossa estadia em terras neerlandesas, aqui ficam os highlights, positivos e negativos da coisa:

 

YAY!!

 

- a transavia. para lowcost, oferece um bom serviço. correu tudo muito bem, e achei o boeing mais confortável (e ligeiramente mais silencioso) que os airbus que andei até agora. a comida e bebida a bordo paga-se, mas a viagem é curta e basta comer qualquer coisa antes de embarcar e/ou levar uns snacks na mochila;

 

- transportes públicos holandeses. um bocado caros, mas uma frequência fora do comum. andamos de autocarro, comboio e eléctrico nunca esperávamos muito tempo por um fosse a que horas fosse, e ao fim-de-semana também. bilhete diário, ou de ida e volta era um descanso.

 

- pouca poluição. por não haver muitos carros especialmente no centro das cidades, tanto haarlem como amesterdão têm um ar bastante respirável. também ouvimos dizer que ter carro lá é um luxo por causa dos impostos, vai na volta muita gente opta pelas bicicletas e transportes públicos para se deslocar.

 

- o pão, o peixe, os vegetais e queijos nas lojas e nos mercados de rua. nunca vimos tantos tipos diferentes de pão à venda no mesmo sitio, e aqueles que tivemos oportunidade de provar eram bem bons. claro que não podemos compara-lo com o belo do pãozinho alentejano.. still, BEM melhor que muita da treta que se compra nos supermercados cá..
muito peixe vendido em filetes, coisa rara cá, e com um aspecto tão fresquinho que ficávamos a salivar junto às bancas (e logo nós que nem nos importamos de comê-lo cru LOL) 

 

- lattes. omg.. não sei se é o leite que é diferente, ó que raio, mas os lattes (galão é uma palavra *tão* feia) lá SÃO. TÃO. bons!!

 

- tòdágente fala inglês, até os putos :D dá um jeitaço do caraças!

 

- a descontracção do povo

 

MEH..

 

- demasiada gente nas ruas, demasiada confusão em amsterdão...

 

- pivete a kebab e batata-frita..

 

- comida.. fast food ou assalto à carteira (ainda que fosse um assalto delicioso lol).. 

- a água engarrafada.. é tão mazinha (e ainda experimentei algumas marcas) que até a da torneira era melhor.. levei aqueles dias todos a choramingar por uma glaciar ou luso.. 

 

- ruas labirínticas e muito parecidas, que me deixavam um bocado confusa (ao fim do primeiro dia, o mapa que compramos ficou praticamente desfeito)..

 

tive pena de não termos tido oportunidade de alugar umas bicicletas e pedalar pela cidade como os locals... mas em dois dias não se pode esperar ver e fazer muita coisa, ainda por cima nesta altura do ano em que os dias são tão curtos (e friiiios)..
mas ficou a promessa de lá voltarmos e conhecer o resto, especialmente o campo e a costa, que aquilo tem metade do tamanho de portugal, faz-se bem (de carro, claro)!

 

ah, não encontrei kispo tão flashy como o meu muhahahha

Lost in... Amsterdam

Novembro 27, 2011

antes de mais, um pecanito facto sobre mim: não sou particularmente fã de cidades, prefiro mil vezes o campo, a minha conta no flickr não me deixa mentir. por isso não fiquem admirados por eu não ter parecido deslumbrada pela cidade.

 

amsterdam (centrum) é uma cidade completamente diferente daquelas a que estamos habituados: a arquitectura nada tem a ver com a nossa e mais parece uma vila gigante: edifícios estreitos e nunca muito altos, de tijolo escuro e grandes janelas sem cortinados nem receio de voyeurs.

onde é suposto haver estradas e carros, existem canais e barcos (e barcos-casa também), e os habitantes deslocam-se agilmente em bicicletas gigantes (tal como eles próprios) algo bastante facilitado pela inexistência de elevações no terreno.

 

porque as ruas não o permitem, e as pessoas ou deslocam-se a pé, de bicicleta ou de transportes públicos, grande parte do centrum não tem carros e o ar é pouco poluído. surpreendente a água dos canais, que apesar de parecer suja, não cheira mal. é agradavel passear por lá, apesar daquilo parecer um labirinto sem fim nem principio :D

 

mas, ao que interessa!

 

entrámos pela "porta" principal, a amsterdam centraal, um edifício massivo onde chegam e partem comboios para todo o lado, urbanos, nacionais ou internacionais. dali podemos apanhar uma imensidão de outros transportes públicos, como o metro (numa cidade com tanta água, é incrível como aqueles moços têm 3 linhas de metro e outra em construção!!), eléctrico (os mais novos iguais aos de almada), autocarros, taxis e ferries.

 

dali fomos onde todos os turistas vão: ao posto de turismo, localizado à esquerda da estação. lá compramos um mapa da cidade e bilhetes para uma tour pelos canais.

 

a tour durou cerca de uma hora e levou-nos pelos canais principais e pelo rio amstel. com audio comentário em três línguas que ia apontando os factos históricos e as curiosidades pelo percurso. volta e meia chamavam a atenção para uma parte da cidade que supostamente seria diferente da anterior, mas no fundo, quem vê um quarteirão, fica com a sensação que vê todos, porque os edifícios são muito parecidos.

 

saltamos da tour perto da centraal station e palmilhamos até ao mercado das flores. se soubesse o que sei hoje tinha ido de eléctrico, que aquilo ainda é um esticão do caraças. 

o mercado das flores é fixe. de um lado bolbos, de outro lojas de souvenirs, smart shops, restaurantes. parecia a caparica em hora de ponta (sem as flores e os cogumelos).

 

dali subimos novamente, pela kalverstraat, a rua augusta lá do sitio, mas ON STEROIDS.. tanta, tanta, tanta gente que nem de bicicleta se dava circulado. lojas e mais lojas, e mais lojas. e outra vez mais lojas!

lojas que se repetiam a cada quarteirão (seis h&m entre essa e a rua seguinte, a nieuwendijk, contei eu), e nunca vi tanta cadeia de fast food num sitio só.. mc donalds, burger king, subway, you name it, a cada esquina.. isso e tascas de kebabs e de batatas-fritas, pizzas e sandes. o pivete constante a fritos e kebab era agonizante..
ainda entrei numa camper e numa crocs, mas os preços lá não são mais baixos do que cá.. 

 

passamos pela famosa dam e seguimos pela nieuwendijk, onde paramos para comer qualquer coisa. optamos por lanchar english breakfast, era isso ou hamburgers e kebab.. na holanda, ou paga-se forte e feio, ou come-se mesmo mal :P

 

curiosidade: há gatos em praticamente todas as lojas e restaurantes. dizem que é por causa dos ratos. a avaliar pela massa gorda daqueles fartos felinos, deve existir *muita* vida também debaixo daquela cidade :D

 

ir para norte nestas alturas é um grande fail porque os dias são minúsculos e ou acordamos muito cedo, ou perdemos logo metade do dia. quando terminamos o repasto, às cinco e meia, a noite tinha caído.


a massa humana deslocava-se agora para oeste, e nós seguimos a manada. o destino? red light district!

 

red light, red light, o que é que posso eu dizer de ti? aquilo não tem putas a cada esquina, tem putas a cada janela.. ainda não consegui encaixar muito bem aquele conceito.. não estou de todo familiarizada com a cena da prostituição seja onde for, faz-me muita confusão. mas tava ali, ia conhecer.

 

bom, havia-as para todos os gostos: gordas, feias, novas, velhas, e boas.. mas boas de eu ficar parada em frente à montra.. com inveja do físico delas. 

acho que corremos os becos todos, até aqueles sem saída (que eram onde estavam as melhores), e vimos de tudo. até que decidimos, já que estávamos ali, ir ver um show ao vivo.

 

não apreciámos particularmente a experiência. na verdade senti-me mal por estar ali:

 

a) achei uma roubalhice o que paguei pelo que me foi "servido" (isso ou o PH deu cabo de mim muhahahahah)

b) achei deprimente. pelas expressões dava para ver que ninguém queria estar ali e nem estava a gostar do que estava a fazer.. compreensível.

c) apercebi-me que estava a contribuir para manter uma cena degradante..

 

enfim, não foi minimamente excitante... moving on!

 

ainda entramos numas quantas sex-shops mas também nada do outro mundo. ah, vendem-se lelo's em *todo* o lado!

 

entretanto as ruas fervilhavam. pareciam o bairro alto, mas a uma escala absurda!

ruas, restaurantes, coffee shops, tudo cheio... ouviam-se todas as línguas e mais algumas. aquela zona é definitivamente internacional!

 

por volta das oito da noite já estava cansada daquela confusão e voltamos para haarlem. fomos jantar numa steak house, que são dos melhores sítios para comer por lá. pode-se até considerar que são caras (cerca de 25€ por pessoa) mas palmamos um bife ma-ra-vi-lho-so. valeu mesmo a pena (temos que lá voltar, temos que lá voltar, temos que lá voltar)!

 

no dia seguinte voltamos à carga!

 

não tava de apetites a dar muito a pé, para não me cansar, por isso decidimos comprar um bilhete diário de eléctrico. 7€ cada um, e dava para andar naquilo à vontade.

 

então decidimos dar um saltinho à museumplein, já que toda a gente vai lá. mas museus não são bem a nossa cena, acabamos por não visitar nenhum.. fomos só ver o pessoal a tirar a foto cliché, pendurado nas famosas letras I AMSTERDAM..

 

ficamos mais interessados no mercado de rua, que tínhamos visto pelo caminho, na albert cuypstraat, que parecia não ter fim. lá babamos para cima das bancas de peixe, legumes, fruta, chocolate. nunca tinha visto um mercado daquele tipo ao ar livre. and again... taaaaaaanta gente por todo o lado!

 

dali fomos comer qualquer coisa.. desta vez foi mesmo fast food.. fomos ao burger king da leidseplein, outra praça sobrelotada. enquanto lá estivemos, a comer um hamburguer merdoso voltados para a rua, até dava para ficar tonto com aquele fluxo de pessoas. btw, pagar para ir arriar o calhau à casa de banho do estabelecimento onde estamos a consumir é um epic fail :P tava limpinha, menos mal..
por falar nisso, havia montes de urinóis portáteis espalhados pela cidade.. ca nojo! (bem, mas antes isso do que esquinas empestadas de cheiro a mijo..)

 

entre passear pelas ruas e ir até quase fora dos limites da cidade de eléctrico, ainda houve tempo para os souvenirs. as lojas lá vendem socas de madeira à bocas aos molhos e de todas as cores, bibelots, bolbos de flores, sementes, bongos, dildos.. os ex-libris do país e mais qualquer coisinha.

 

e depois tava na hora de fazer o que é suposto fazer quando se vai a amsterdam: hit the coffee shops!

 

mas isso.. erm..  what happens in amsterdam, stays in amsterdam :D

 

posso apenas adiantar que fiquei com pena de não me lembrar bem de chinatown nem das figures de daft punk que estavam na montra duma comic store (ainda bem que estava fechada) e que o meu homem é "um bom homem" muahaha!

 

ainda vou escrever mais um post, para resumir a experiência no país das tulipas, que este já vai longo he he

Depois da "tempestade"...

Novembro 24, 2011

ter que viajar, de uma hora para a outra, para um país que não conhecemos é uma experiência (no minimo) interessante.

 

primeiro porque raramente saímos aqui do "quintal", com a excepção de duas idas a espanha (abastecer junto da fronteira não conta) e uma à republica dominicana. o marido já foi ao uk, mas loooooong time ago (por isso também não conta lol)

segundo porque não estávamos minimamente preparados para tal. não sabíamos praticamente nada a respeito do país (apenas o que toda a gente sabe diques, canais, tulipas, cogumelos, coffeeshops, red light, etc). 

normalmente antes de ir para algum lado, perco horas a pesquisar, a informar-me de onde ir, o que fazer, de como são as pessoas, as regras, os hábitos, comida, transportes, etc etc.. desta vez, íamos à deriva, sem saber ao certo o que nos esperava do outro lado da europa.

 

menos mal que conseguimos ficar em casa de pessoal cá da terra. ajuda bastante!

 

mas, continuando..

 

tocamos no solo por volta das 23:30, hora local (no meu iphone eram 22:30 - odeio timezones!!).

 

o aeroporto de schiphol é tão grande (um dos 5 maiores na europa) que o avião andou alguns 15 minutos a passear-se pela pista, antes de acoplar no edifício.

 

a malta começa toda a levantar-se e a enrolar longos cachecóis ao pescoço, a encasacar-se e a tirar gorros e luvas das malas. parecia que tínhamos acabado de aterrar no polo norte. 

eu também vesti o meu casaco da neve, mas depois descobri que não havia necessidade, o aeroporto tava quentinho.

 

mal tirei o iphone de modo de voo começaram logo a saltar avisos chamadas perdidas. é que isto de uma pessoa não avisar ninguém que vai pro estrangeiro (apenas um status no facebook) é coisa para deixar algumas pessoas preocupadas lol

também tinha uma do nosso anfitrião, o sô rolo, que quis saber se já estávamos em terra firme e relembrar-nos do que tínhamos que fazer para chegar até haarlem, a nossa morada para o resto da semana.

 

como salada não puxa carroça e lowcosts não dão freebies a bordo, tava a morrer de fome. olhamos em redor e spotamos um starbucks. mesmo a calhar!

 

à meia-noite e vinte apanhamos o autocarro para haarlem. nem foi preciso esperar, apareceu logo. tivemos aqui o primeiro contacto com os fabulosos transportes públicos holandeses, que nos deixaram com um certo desprezo pelos nossos..

 

perto da uma da manhã tínhamos chegado ao nosso destino, e se não fosse o roaming ter falhado e as minhas sms ficarem por receber, tinha corrido tudo como planeado. mas não sofremos muito, tava frio mas suportava-se bem. 

 

durante os três primeiros dias praticamente não saí à rua, apenas duas ou três horitas por dia. o frio é coisa que não me assiste e as casas lá são quentinhas e agradáveis (fiquei fã de aquecimento central), e tinha trabalho para fazer.

 

o marido saía às 8.30 e voltava por volta das seis, já noite cerrada. a vantagem em estar com outras pessoas é que não passei dias inteiros sozinha à espera que hóme voltasse. assim ainda fiz umas passeatas guiadas pela cidade, enquanto aprendia sobre a terra e os costumes daquele povo de gigantes. bem fixe!

 

os dias também me faziam uma certa confusão. por estarmos mais acima no hemisfério, eram um bocado escuros e sombrios. quase não se via o sol, estava sempre lá ao fundo, no horizonte, e aquela neblina persistente não abonava muito a favor da coisa..

 

os dois últimos dias foram passados a conhecer capital dos países baixos, amsterdão.

 

(mas isso fica para o próximo capitulo)

Na Cortesia do Maranhão...

Setembro 28, 2011

e quando pensávamos nós que já conhecíamos tudo o que era hotel giro no alentejo, o marido, à caça pelo sitio perfeito para a celebração do nosso 10º aniversário, tropeçou na herdade da cortesia, nas margens da barragem do maranhão, a um passo de avis.

ficamos os dois convencidos pelas fotos dos quartos e somewhat intrigados com a arquitectura do hotel, então decidimos marcar uma noite.

o que fomos encontrar, superou - DE LONGE - as nossas expectativas. é que dizer que o hotel é fantástico não chega..

 

descobrimos meio do alentejo profundo um verdadeiro oásis: um pequeno complexo vanguardista mas perfeitamente integrado na paisagem envolvente. composto por 30 quartos térreos que acompanham o declive do monte, distribuídos por três braços, todos com ligação ao exterior e ao edifício principal, de linhas curvas e cuja fachada forrada a madeira é absolutamente genial, e no extremo oposto uma piscina deliciosa que se confunde com o céu, tudo rodeado por um belíssimo jardim.


 infinity pool

 

mas não é só o exterior que é bonito. por dentro, o moderno e o acolhedor misturam-se na perfeição, criando uma atmosfera bastante confortável.

 

o primeiro andar está reservado ao restaurante, com uma esplanada por cima dos quartos, com vistas panorâmicas de cortar a respiração (pena os postes de iluminação pública).

 

aquando da reserva pedimos o quarto que mais nos agradou pelas fotos e foi esse mesmo que nos deram. 

 

transbordava luz, bastante espaçoso e acolhedor, decorado com muito bom gosto e cheio de pormenores. a cama enorme e confortável, quando nos atirávamos para cima dela, apetecia pouco a levantar.

details awesome bathroom evah!!

 

equipado com uma casa de banho linda, mas tão linda que foi onde perdemos mais tempo a tirar fotos. tinha uma janela enorme com uma vista sem igual. tomar um duche demorado enquanto assistíamos um pôr-de-sol fabuloso é uma experiencia que nunca tinhamos tido e nem tão cedo nos vamos esquecer.

a bathroom with a view

 

e morfes? o pequeno-almoço, bastante completo e recheado de produtos da região, sem hora marcada para tomar, o que é raro. é extremamente chato quando temos que sair da cama cedo se quisermos apanhar pequeno-almoço.. mas ali, podemos ficar na ronha à vontade, sem pressas.

o serviço de bar, espectacular, as sandes e tostas em pão alentejano enormes, uma chega à vontade para duas pessoas. 

apenas devo confessar que esperávamos um bocadinho mais do restaurante. a descrição dos pratos era bastante aliciante e os preços assim para o puxadote.. a comida estava boa, mas faltava-lhe qualquer coisa..   

 

e a simpatia? nunca encontramos igual em todo o portugal que já corremos. todo o staff de uma amabilidade espantosa, e o melhor de tudo: disseram-nos que podíamos fazer o check-out quando quiséssemos (o que aconteceu às oito da noite). ficamos completamente rendidos!

 

tanto que nem saímos do hotel. deambulamos entre o quarto, o jardim a piscina. não apetecia sair dali, nem sequer fomos conhecer a vila de avis ou andar de canoa na barragem.

uma tranquilidade excepcional, perfeito para relaxar dos stresses do dia-a-dia. ficamos cheios de pena por só termos lá estado uma noite.. da próxima vez serão três no mínimo. garantido!

'Le me

tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mIRC.

no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e (sempre que a preguiça não a impede) gosta praticar exercício físico.

mantém uma pequena bucket list de coisas que gostava de fazer nos entretantos.

'Le liwl

era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003, numa altura em que os blogs eram apenas registos pessoais, sem pretensões de coisa alguma. e assim se tem mantido.

muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora. para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores:
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